SALMOS

"INSTRUIR-TE-EI E TE ENSINAREI O CAMINHO QUE DEVES SEGUIR; E, SOB AS MINHAS VISTAS, TE DAREI CONSELHO. NÃO SEJAIS COMO O CAVALO OU A MULA, SEM ENTENDIMENTO, OS QUAIS COM FREIOS E CABRESTOS SÃO DOMINADOS; DE OUTRA SORTE NÃO TE OBEDECEM."

SALMOS 32:8 e 9
































































sábado, 15 de dezembro de 2012

O IATE DE STEVE JOBS



Antes de morrer, Steve Jobs estava trabalhando por cinco anos no design de um iate para seu uso pessoal. O iate foi finalmente terminado e inaugurado no último domingo, um ano depois da morte do gênio da Apple. O custo não foi revelado, mas estima-se que tenha sido dezenas de milhões de dólares. Na inauguração, o iate foi batizado de “Vênus”, deusa romana do amor, beleza, sexo, fertilidade, prosperidade e vitória. Ironia ou o quê?
Não tenho nada contra quem enriquece pelo fruto do seu trabalho. Jobs trabalhou, criou, inventou, inspirou e, merecidamente, enriqueceu. Infelizmente, ele não viveu para desfrutar do iate que projetou, entre tantas outras coisas. Ceifado, prematuramente, aos 56 anos pelo imperdoável câncer pancreático, toda a sua fortuna foi insuficiente para vencer a morte.
Foi pensando em pessoas como ele que Jesus contou esta história:
As terras de um homem rico deram uma grande colheita. Então, ele começou a pensar: “Eu não tenho lugar para guardar toda esta colheita. O que é que vou fazer? Ah! Já sei! - disse para si mesmo. Vou derrubar os meus depósitos de cereais e construir outros maiores ainda. Neles guardarei todas as minhas colheitas junto com tudo o que tenho. Então, direi a mim mesmo: Homem feliz! Você tem tudo de bom que precisa para muitos anos. Agora descanse, coma, beba e alegre-se."
Mas Deus lhe disse: “Seu tolo! Esta noite você vai morrer; aí quem ficará com tudo o que você guardou?”
Jesus concluiu: “Isso é o que acontece com aqueles que juntam riquezas para si mesmos, mas para Deus não são ricos.” (Lucas 12.13-21)
Essa história não é uma condenação dos ricos, mas um alerta para quem é rico e não reconhece a verdadeira riqueza. Tolos é como Deus os chama. Sabem o valor de um iate, um avião, um carro, uma empresa, um relógio, uma joia… Mas não sabem o valor da própria vida e da vida eterna.
Seja qual for o seu saldo bancário, você está pronto para morrer esta noite? Como está o seu saldo na conta de Deus?

CARTA DE AGRADECIMENTO



Bom dia, bispo!
Nesse momento, com o rosto lavado em lágrimas, termino a leitura do livro “Nada a Perder”. Meu nome é Janiere Nunes Mendes de Freitas e tenho 37 anos. Cheguei àIgreja Universal do Reino de Deus no dia 13 de julho de 1989, com apenas 14 anos. Magrinha, asmática, tímida, pai alcoólatra, família destruída, sentindo-me o patinho feio e a mais desprezível de todas as criaturas, um lixo...
Ao começar a ler o livro do senhor foi impossível parar. Quanto mais lia, mais queria ler, como se eu estivesse saboreando o mais delicioso prato. Durante o final de semana, li todo o livro. Quando enxugava as lágrimas do meu rosto, achando que não choraria mais, chegava a um trecho que me chamava atenção por causa de minha trajetória na Igreja, e mais uma vez as lágrimas rolavam quentes em minha face.
Alguns trechos do livro como a prisão do senhor em 1992; o batismo com o Espírito Santo e o desejo desenfreado de ganhar almas; a doença de sua filha; aquele momento em que o Coutinho falou: “Rapaz, eu acho que você não tem chamado para fazer a obra de Deus”; a credibilidade que dona Geninha, sua querida mãe, teve para ser sua fiadora; a inauguração da Igreja na antiga funerária (o início de tudo) e a oração que o senhor fez no final do livro foram relatos marcantes.
Pois, a cada palavra que eu lia, misturavam-se em minha mente as experiências do senhor com as minhas e as de minha família logo que chegamos à Igreja. Claro que tudo que o senhor passou, viveu, sofreu e conquistou nem se compara com as nossas experiências, mais foi impossível não relembrar tudo que vivemos.
Vou tentar resumir o máximo. Na realidade, o objetivo dessa carta é agradecer...
Obrigada, bispo!
Meu pai era alcoólatra. Normalmente, no dia em que ele recebia seu salário, minha mãe, minhas duas irmãs, meu irmão e eu o esperávamos em casa. Esperávamos o papai chegar com as compras, pois a fome já dava sinal, mas ele chegava sem nada. Completamente embriagado, sem sapatos e roupas, já que trocava tudo pelo último gole do dia. Às vezes, com o nariz quebrado, pois caía na rua. Chegando em casa, ele urinava, vomitava, quebrava as coisas, subia no poste para desligar a energia e nos deixar em total escuridão, a fim de nos aterrorizar a noite toda... Um inferno!
O desejo de minha mãe era de jogar álcool nele, enquanto ele dormia, acender o fósforo e acabar com o sofrimento que se perdurava por anos. Foi então, em uma dessas noites, sem conseguir dormir, que minha mãe ligou a televisão e um pastor da Igreja Universal, que nem sequer conhecíamos, estava fazendo o convite: “Você que não consegue dormir por que seu esposo chegou bêbado em casa, quebrando tudo, saiba que existe uma solução: o Senhor Jesus”.
Então, minha mãe pensou: “Parece que contaram minha vida a esse pastor”. Ela anotou o endereço da Igreja e naquele dia não dormiu mais. Contou os minutos para clarear e procurar a Igreja, desde então, passaram-se 24 anos daquele dia 10 de julho de 1989.
Graças ao Espírito Santo e a tudo que o senhor viveu, todas as lutas, as experiências, a determinação, a coragem e a ousadia que o senhor conta nesse maravilhoso livro, e continuará contando nas outras edições, nossa família conheceu o Verdadeiro Deus. Fomos livres e estamos na fé, matando um leão por dia para conquistar o maior de todos os tesouros: A salvação de nossas almas.
Muito obrigada, bispo.
Claro, em primeiro lugar, agradeço a Deus, pois sem Ele nem existiríamos, mas se não fosse pelo senhor e a Igreja Universal, mais uma família seria destruída nas garras do diabo.
Meus pais, Antônia Nunes Bezerra Mendes e José de Jesus Sousa Mendes, são pratas da casa. Eles já são obreiros há 22 anos, passaram por tantas lutas, e permaneceram firmes. Eles são meus grandes exemplos de vida. Se um dia eu não tivesse saído da obra, também teria 22 anos de obreira. Saí e, pela infinita misericórdia de Deus, voltei.
Sou obreira há cinco anos. Durante esses 24 anos na Igreja e na presença de Deus, foram tantas lutas, tantas lágrimas...
Eu amo a obra da Igreja Universal, visto a camisa da Igreja. Pois, durante todos esses anos, Deus nos tem revelado que ela realmente é uma Igreja levantada pelo Espírito Santo!
Um abraço!
Janiere Freitas, Águas Bonitas-GO

QUAL A CHANCE DE SAIR DO INFERNO?



Ninguém foi ou vai para o inferno pela vontade de Deus. Ao contrário, Deus tem feito de tudo para impedir os seres humanos de chegarem lá.
Pouca gente sabe que o inferno é morada da injustiça. Tudo o que é injusto é pecado e tudo o que é pecado é injusto.
Deus é Justiça e, portanto, não poderia criar a injustiça ou a sua morada.
A rebelião contra a Justiça levou o mal a ser expulso do Lugar Santo ou Lugar da Justiça. Uma vez expulso, o mal criou sua própria habitação, cujo nome é inferno.
Quem são os seus habitantes?
Satanás, seus demônios e todos os seres injustos. Todos os que morrem na injustiça ou no pecado vão direto para o lugar da injustiça ou lugar do pecado: o inferno.
Qual a chance dos que estão no inferno serem resgatados e salvos?
Absolutamente, nenhuma.
Como está escrito: “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo...” Hebreus 9.27
Qual a única chance de os vivos não irem para lá, já que todos pecaram?
Quando o pecador, antes de morrer, reconhece Jesus como Único Senhor e Salvador pela fé, e além disso, vive em obediência à Sua Palavra, então ele é justificado. Ou seja, é perdoado e tem o seu nome escrito no Livro da Vida.
Afinal de contas, no Santo Lugar de Deus, os céus, não pode haver ninguém culpado, ninguém injusto…

“Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro igualmente, os males; agora, porém, aqui, ele está consolado; tu, em tormentos.” 
Lucas 16.25
À primeira vista, a interpretação do texto dá a entender que os sofredores na Terra serão premiados com a salvação, e os premiados na Terra serão punidos no inferno. Mas não é.
Esse rico foi para o inferno porque viveu confiando na sua riqueza, não fez caso da fé abraâmica e desprezou a Lei (Justiça) de Deus, embora tivesse conhecimento dela. Ele sabia da história de Abraão e, consequentemente, do seu Deus.
Ser rico não significa ser injusto. Há ricos justos, assim como há pobres injustos.
O fato é que as riquezas podem contribuir para o bem ou para o mal; para salvação ou perdição. Depende da cabeça de cada um.
Abraão, Isaque, Jacó e todos os heróis da fé do passado foram ricos. Nem por isso perderam o relacionamento com Deus.
Jesus ensina que onde está o tesouro, aí estará também o coração. Mateus 6.21
O perigo das riquezas é apoiar o coração nelas. Aliás, o coração não deve estar em nada e em ninguém, a não ser no Senhor Jesus Cristo. A razão desse rico ter ido para o inferno é porque seu coração confiava na sua riqueza.
“Assim diz o SENHOR: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem o forte, na sua força, nem o rico, nas suas riquezas; mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em Me conhecer e saber que Eu sou o SENHOR e faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas Me agrado, diz o SENHOR.” Jeremias 9.23,24
* Imagem ilustrativa
Por Bispo Macedo

A CONSCIÊNCIA DO INFERNO



Morreu o rico e foi sepultado.
“No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio.”
Aqui começa o tormento eterno do homem que, na Terra, gozava esplendidamente sua fortuna. Tinha o mundo a seus pés; serviçais para tudo, até para limpar-lhe o traseiro.
Logo após a morte bater à sua porta, ele encontrava-se num lugar de tormentos e desespero geral. Algo jamais visto aos olhos humanos. Gritos incessantes de dor e horror das almas ao seu redor faziam o ambiente ainda pior. Era o inferno.
Bilhões de almas, todas perfeitamente conscientes do que estavam passando. Mas ninguém, nem mesmo uma só alma sequer, para aliviar o tormento do outro.
“Então, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim! E manda a Lázaro que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. Lucas 16.23,24.
Por alguma razão, o rico pôde ver e reconhecer apenas Abraão e Lázaro. Também pôde comunicar-se e até suplicar ajuda. Por conta da história de Abraão, de fé e proximidade com Deus, o rico pensou que poderia lograr algum tipo de ajuda.
Mas não. Nem Abraão nem mesmo o Próprio Deus poderiam reverter aquela situação, muito menos ajudá-lo com um mínimo, tal como molhar o dedo em água e refrescar sua língua.
Enquanto na Terra, seu coração era soberbo e as atitudes arrogantes, nos tormentos do inferno, de nada lhe servia a humildade.
Estava irremediavelmente perdido.
* Imagem ilustrativa
Por Bispo Macedo
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E OS BONS OLHOS?



“São os teus olhos a lâmpada do teu corpo; se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; mas, se forem maus, o teu corpo ficará em trevas.” Lucas 11.34
No Reino do diabo, a primeira impressão é a que fica. No Reino de Deus, eu aprendi que a última impressão é a que fica.
Existem pessoas que cometem poucos erros para que sejam sentenciadas como monstros. Como também existem pessoas que têm poucas virtudes para que sejam consideradas santas e perfeitas.
Portanto, não nos precipitemos, nem com os erros, nem com as virtudes e muito menos com as informações!
Vamos deixar o tempo mostrar quem são, verdadeiramente, as pessoas que estão ao nosso redor.
Devemos ter bons olhos para com todos e deixar que Deus trabalhe, pois, como alguém enganará Aquele que não pode ser enganado?
Algumas coisas não possuem um adversário à altura, são elas: o tempo, a morte do corpo e a volta de Jesus.
Deus os abençoe
Bispo Guaracy Santos

DESAFIO



O desafio que nós fazemos revela a grandeza da nossa fé. O desafio é feito em situações de desespero, quando a pessoa está prestes a perder a vida por uma doença mortal, quando o estômago pede comida e as suas mãos não têm o que levar à boca, quando o casamento está à beira do precipício, quando a pessoa está quase perdendo um ente querido, são casos de vida ou morte.
Todas as pessoas que fizeram um desafio foi por conta da indignação, por não aceitarem a situação em que viviam.
Temos vários exemplos na Bíblia, um deles fala do desespero de uma viúva que, por conta das dívidas deixadas pelo marido, iria perder seus dois filhos. Quando o profeta lhe perguntou o que ela tinha em casa, a viúva respondeu: Tua serva não tem nada, apenas um pouco de azeite. (2 Reis 4.1-7)
Esse pouco de azeite não era suficiente para pagar as suas dívidas. O que mudou o quadro de desespero da viúva foi o desafio que ela fez.
O profeta disse para a viúva pedir vasilhas emprestadas a todos os seus vizinhos. Não apenas para alguns, mas para todos os vizinhos; e não poucas, mas muitas vasilhas.
Ele não falou a quantidade de vasilhas que a viúva deveria trazer para não limitar a sua fé. Imagine se ele lhe pedisse 1000 e ela só tivesse fé para trazer 500, ou se ele lhe pedisse 500 e ela tivesse fé para trazer 1000.
A fé é um poder que não deve ser limitado.
A atitude da viúva determinaria o resultado daquele desafio, grande ou pequeno, só dependia dela e de mais ninguém, por isso a fé é individual.
O que nós plantamos, nós colhemos. A resposta de hoje é o resultado do desafio de ontem, e a resposta de amanhã será o resultado do desafio de hoje.
Quando as vasilhas terminaram, o azeite parou. Quando se deixa de viver a fé, dia após dia, coloca-se em risco a salvação e as conquistas acabam.
Além de pagar as dívidas, a viúva e os filhos viveram com o que sobrou. De endividada passou a ser comerciante.
Considerando que, naquela época, o azeite era muito comercializado, quem tinha azeite tinha dinheiro, alimentação e fonte de energia. Por isso, ele é o símbolo do ESPÍRITO SANTO, QUEM O TEM POSSUI A PLENITUDE DE DEUS E É FELIZ.
Muitas pessoas estão em uma situação semelhante a da viúva. Neste caso, o que deve ser feito?
O PROFETA PERGUNTOU PARA A VIÚVA: O QUE VOCÊ TEM?
Se você está conformado, esqueça! Mas se está indignado, então você está maduro e pronto para o desafio!
Quem crê vem, quem não crê fica.
Bispo Romualdo Panceiro

CANSADO DE QUÊ?

Neste mundo cão, não existe quem não esteja cansado.
A pergunta é: cansado de quê? Cansado de lutar? Ou cansado de sofrer?
Pois há uma grande diferença entre essas duas pessoas.
O cansado de sofrer, em algum período da vida, vencido pelo medo, pode até ter ido para a caverna, mas quando se esgota de sofrer, sai e toma uma atitude, enfrenta e vence seus medos, para reverter o quadro de derrota e vergonha.
Como fez Gideão que, por causa da sua atitude, recebeu de Deus o chamado para mudar sua própria vida e a vida de toda aquela nação.

"Então o anjo do SENHOR veio, e assentou-se debaixo do carvalho que está em Ofra, que pertencia a Joás, abiezrita; e GIDEÃO, seu filho, estava MALHANDO TRIGO NO LAGAR, para o salvar dos midianitas" Juízes 6.11
Ao contrário do profeta Elias que, mesmo tendo grandes experiências de livramento com Deus, amedrontado por uma carta, aborrecido pela incredulidade e ingratidão do povo de Israel e "cansado de lutar", pediu a Deus a morte e foi para dentro de uma caverna. Ele foi vencido pelo medo e, assim, cedeu o seu lugar a Eliseu.
É tão verdadeiro que Deus escolheu outro para substituí-lo e lhe disse:
"A Jeú, filho de Ninsi, ungirás rei sobre Israel e também Eliseu, filho de Safate, de Abel-Meolá, ungirás profeta em teu lugar." I Reis 19.16
Diga-me, você está cansado de quê? De sofrer ou de lutar?
Pois, a partir de sua resposta, é possível saber para onde você vai: para fora da caverna ou fugirá para dentro de uma.
Deus os abençoe sobremodo!
Bispo Guaracy Santos