SALMOS

"INSTRUIR-TE-EI E TE ENSINAREI O CAMINHO QUE DEVES SEGUIR; E, SOB AS MINHAS VISTAS, TE DAREI CONSELHO. NÃO SEJAIS COMO O CAVALO OU A MULA, SEM ENTENDIMENTO, OS QUAIS COM FREIOS E CABRESTOS SÃO DOMINADOS; DE OUTRA SORTE NÃO TE OBEDECEM."

SALMOS 32:8 e 9
































































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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

NELE TUDO SUBSISTE




Quando a pessoa crê em Jesus, sem fingimento, ela mergulha de cabeça, alma e espírito na prática da Palavra.
E uma vez submergida nesse tipo de fé, então todas as coisas na sua vida permanecem.
Casamento, estudo, empresa, negócios, família, paz, vida e, sobretudo, sua salvação.
Em Jesus TUDO subsiste. Colossenses 1.17
Tudo permanece;
Tudo prevalece.
Quando se está nEle, a pessoa torna-se uma fonte.
Em Jesus, não há chance nenhuma de a fonte secar.
Mas, é claro, quando não se está em Jesus,
Há desânimo;
Frieza na fé;
Abandono da fé;
Fracassos e muitas razões, justificativas e "culpados" da queda.
Quando não se está em Jesus, qualquer coisinha ou ventinho de problema é motivo para abandonar a fé.
Mas quando se está em Jesus, picuinhas, coisinhas e probleminhas são sempre motivos para as reações da fé.
Porque o Próprio Espírito da fé, em Jesus, resiste a aceitar qualquer sintoma de desânimo.
Antes, aproveita os reveses da vida para reagir de forma positiva.
Não há a mínima chance dos que estão em Jesus desistirem da fé ou abandoná-la.
Quando estamos em Jesus, o Seu Espírito, por conta de Sua natureza, não deixa ninguém secar na fé.
Impossível!
Nem o diabo, nem o inferno, nem o mundo, nem as pessoas que odeiam nossa fé, nem fofoca, nem doença, nem enfermidade, nem marido, nem mulher, nem filhos, nem pai, nem mãe, nem falta de dinheiro, nada, absolutamente, nada pode influir negativamente para deixar Jesus.
Porque quando se crê nEle, de acordo com as Escrituras, há um jorrar Rios de risos, de certeza, de convicção, de vida…
Qualquer notícia, seja boa ou má, será motivo para ativar o poder da fé que há na fonte.
É o Oceano do Espírito Santo em nós.
Por isso, em Jesus tudo subsiste para sempre.
Bispo Macedo

terça-feira, 5 de junho de 2012

Histórias que edificam: "A rosa murcha"

A negatividade faz você perder o vigor e enfraquece a sua fé

Por Jaqueline Correa
jaqueline.correa@arcauniversal.com

No jardim dos Silva havia várias espécies de plantas: de gerânio a orquídeas, de salva a gazânia, de cactos a azaleias; fora as samambaias, amarílis, violetas e hortênsias. Mas era a roseira que chamava a atenção de todos os que frequentavam aquela bela casa.
As rosas eram muito inspiradoras, realmente. Os botões, quando desabrochavam, acendiam um vermelho reluzente, que lembravam um pedaço de veludo. Todos se aproximavam para vê-las de perto, sentir seu cheiro marcante, e ao se afastarem saiam com leves sorrisos nos lábios, como se tivessem ouvido delas doces palavras e elogios.
Porém, em alguns momentos de todos os meses, as rosas simplesmente murchavam. E ninguém sabia o motivo. Entrava jardineiro e saia jardineiro, e nenhum profissional compreendia o que acontecia na roseira da família Silva.
As rosas, de um vermelho vibrante, empalideciam. As pétalas caíam e definhavam com uma facilidade que a aparência era de um papel amassado. Os botões ficavam sem vida. A roseira perdia o viço, o vigor, a força. E a alegria que aquela planta dava ao jardim dava lugar ao mistério, à feiura, àquele aspecto desagradável aos olhos.
Então, para mais uma tentativa, resolveram contratar mais um jardineiro.
A princípio, seu José das Flores, como era chamado, fez de tudo. Ele tinha esse apelido, porque era conhecido pelas redondezas por transformar os jardins das casas em verdadeiras artes. Além de conseguir fazer as plantas terem vida novamente. Por isso, ele era a pessoa ideal.
Seu José trocou a roseira de lugar, mudou o adubo, colocou-a em um local onde pudesse pegar sol e sombra, regava, podava, enfim; no entanto, nada a revigorava. Dias depois, porém, sem precisar tocar na planta, seus botões se abriram novamente.
Era uma coisa muito estranha, pois os botões abriam e fechavam várias vezes durante o mês. O jardineiro ficou muito intrigado e não entendia o fato de a planta abrir e florescer e fechar e enfraquecer sem nenhuma explicação. Ele já havia consultado especialistas, biólogos, pesquisadores e nada. Até que ele teve a brilhante ideia de apenas observar a roseira.
– Que esquisito! Parece que tem vida própria. Ele se admirava todas as vezes que testemunhava o evento.
Depois de certo tempo, seu José, com sua técnica de observação, detectou qual era o problema das rosas. No entanto, quando chegou para contar a novidade, descobriu, por meio da governanta da mansão, que a família havia viajado, mas que ele deveria continuar com os serviços de jardinagem normalmente até a volta dos patrões.
Muito bem. Ele continuou os cuidados com todas as plantas e viu o quanto a roseira cresceu, multiplicou seus botões, abriu novas rosas e possibilitou novas mudas de excelente qualidade.
Quando a família retornou, viu que o jardim havia sido tomado por inúmeras rosas, de cores, aspecto e beleza diferentes. As crianças ficaram deslumbradas, logicamente, e ao correrem para pegá-las, percebiam que não possuíam espinhos.
– Que legal! Elas não machucam! – admiravam-se animadíssimas.
Os donos, intrigados que estavam, correram para o jardineiro a fim dele esclarecer aquele milagre.
Ao que ele respondeu:
– O que acontece é simples, “doutor”, mas precisei de uma boa dose de observação para poder compreender esse mecanismo: sempre que vocês discutem e falam palavras agressivas um com o outro, a roseira murcha um pouco. E, dependendo do que vocês falam, ela chega a ficar em um estado tão crítico, que é capaz de morrer, mesmo tendo sol, sombra, adubo de qualidade, água ou poda suficiente. E como todos vocês ficaram um mês fora de casa, as rosas não absorveram a negatividade de vocês, e isso fez com que elas não parassem mais de desabrochar e crescer.
Para refletir
Agora, coloque-se no lugar das rosas recebendo palavras nada edificantes, e que só desanimam, destroem e lhe jogam para baixo. É assim que ficamos quando absorvemos o que não serve para o nosso crescimento: podemos murchar completamente com a negatividade alheia, a não ser que fiquemos longe e assim também possamos crescer, desabrochar e, principalmente, manter viva a nossa fé.
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