SALMOS

"INSTRUIR-TE-EI E TE ENSINAREI O CAMINHO QUE DEVES SEGUIR; E, SOB AS MINHAS VISTAS, TE DAREI CONSELHO. NÃO SEJAIS COMO O CAVALO OU A MULA, SEM ENTENDIMENTO, OS QUAIS COM FREIOS E CABRESTOS SÃO DOMINADOS; DE OUTRA SORTE NÃO TE OBEDECEM."

SALMOS 32:8 e 9
































































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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

As guerras previstas na Bíblia já estão acontecendo?

A Bíblia fala sobre guerras e rumores de guerras no livro de Mateus 7:6, mas será que essas guerras e rumores de guerras que ouvimos falar quase que diariamente em sites na internet, noticiários e etc, são as que a Bíblia previu?

Existem incrédulos que afirmam que tudo isso sempre aconteceu, mas queremos mostrar aqui para todos os leitores que a intensidade das guerras que tem acontecido nas últimas décadas e com o número expressivo de mortos a coisa já não está mais tão normal como alguns incrédulos acreditam.

Desde 1899 até os dias atuais houve mais mortos em combates armados do que em todas as guerras juntas desde o primeiro século depois de Cristo. Mais de 100 milhões de mortes em apenas um pouco mais de 100 anos, sendo país contra país, nação contra nação e reino contra reino em todas as partes do mundo.

Quantas pessoas inocentes precisam morrer mais para que muitos entendam que tudo o que já foi previsto na Bíblia está acontecendo sobre o Final dos Tempos? Infelizmente as pessoas não estão vendo porque não querem, ou porque realmente não creem.

O segredo é, cada um cuidar da sua própria salvação, pois o dia e a hora ninguém sabe.

sábado, 12 de março de 2016

SINAIS DE QUE ESTAMOS CAMINHANDO PARA O FIM


Além da Palavra de Deus estar se cumprindo e mediante a várias passagens bíblicas estarem vindo a tona, evidenciando o final dos tempos, como o próprio Senhor Jesus deixou claro no texto bíblico de Mateus 24, também estamos vivendo diversas mudanças em nosso planeta. 

Com mudanças climáticas drásticas em diversos lugares, superpopulação, vulcões que podem entrar em erupção a qualquer momento, e etc, nós queremos mostrar para todos vocês, sem fazer sensacionalismo, mas se baseando em estudos, o que está acontecendo com o nosso planeta e o que pode acarretar em uma extinção em massa, veja os três exemplos mais comuns que podem acarretar em uma extinção em massa e o fim da existência humana.

VULCÕES
O mais famoso dos vulcões está localizado no Parque de Yellowstone, nos EUA. Com uma pequena camada de terra que fica no topo de uma caldeira gigante, onde há quem diga que esse supervulcão pode explodir em um futuro não muito distante. Caso a erupção desse vulcão ocorra, pode expelir muito carbono e outros gases de efeito estufa, além de cinzas. 

Algo do tipo já aconteceu há 250 milhões de anos na Sibéria, o que alterou na época o clima terrestre drasticamente, fazendo oscilar entre calores e frios extremos. Essa mudança dizimou cerca de 95% das formas de vida existentes na época.

MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Com o clima global subindo em um ritmo preocupante, devido ao inegável derretimento das calotas do Ártico, a Terra já sofreu com aquecimentos e resfriamentos extremos ao longo de milhões de anos. Infelizmente sempre que isso acontece junto vem uma grande extinção em massa. Ao contrário do que muitos pensam, os humanos podem não ser os únicos responsáveis pelas mudanças climáticas.

SUPERPOPULAÇÃO
Atualmente em nosso planeta temos mais de 7 bilhões de seres humanos, e não possuímos recursos suficientes para todos. O avanço da população mundial invadiu todos os cantos do planeta, com a única exceção da Antártida. Com o aumento da população nos últimos séculos, fez com que muitas espécies de animais mudassem de espaço, o que acabou gerando uma mudança em toda a cadeia alimentar.

Existem diversos fatores científicos que poderíamos citar acima para o enriquecimento do seu conhecimento, mas nenhum deles é tão rico e tão bem explicado quanto as Sagradas Escrituras, e a melhor explicação que podemos dar sobre tudo o que vem acontecendo, é mostrando o que está escrito na Bíblia.

No livro de Mateus 24 Jesus fala o seguinte para os discípulos que os questionam sobre como será o sinal do fim dos tempos, e nos versículos 4 até o 14 Jesus responde o seguinte: 

"Cuidado, que ninguém os engane. Pois muitos virão em meu nome, dizendo: ‘Eu sou o Cristo! ’ e enganarão a muitos. Vocês ouvirão falar de guerras e rumores de guerras, mas não tenham medo. É necessário que tais coisas aconteçam, mas ainda não é o fim. Nação se levantará contra nação, e reino contra reino. Haverá fomes e terremotos em vários lugares. Tudo isso será o início das dores. "Então eles os entregarão para serem perseguidos e condenados à morte, e vocês serão odiados por todas as nações por minha causa. Naquele tempo muitos ficarão escandalizados, trairão e odiarão uns aos outros,
e numerosos falsos profetas surgirão e enganarão a muitos. Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará, mas aquele que perseverar até o fim será salvo. E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim." Mateus 24:4-14

sábado, 20 de fevereiro de 2016

RUMORES DE GUERRA INDICAM UMA "NOVA GUERRA MUNDIAL"


No último dia 11 de fevereiro, os países que formam a coalizão internacional para combater o Estado Islâmico, que são liderados pelos Estados Unidos, tomaram a decisão de intensificar as ações contra a Síria e Iraque para combater o grupo terrorista.

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Ashton Carter, afirmou que decidiu acelerar a campanha contra o Estado Islâmico, com o objetivo de derrotar o grupo no Iraque e na Síria, com a finalidade de proteger as nações.

O primeiro-ministro russo, Dmitri Medvedev, afirmou que uma ofensiva terrestre na Síria poderá resultar em uma nova guerra mundial.

"As ofensivas terrestres geralmente resultam em uma guerra que acaba sendo permanente […] Todas as partes devem sentar-se à mesa de negociações ao invés de desencadear uma nova guerra mundial", declarou o primeiro-ministro russo.


A Rússia é aliada da Síria, e vem combatendo o Estado Islâmico no país, assim como os grupos rebeldes que tentam derrubar o presidente Bashar al-Assad, que é visto como ditador pelos Estados Unidos que querem a sua retirada do poder, o que coloca a Rússia e os Estados Unidos em lados opostos na negociação.

Veja o que a Bíblia diz sobre o assunto:
"E vós ouvireis falar de guerras e rumores de guerras, todavia não vos desespereis, porque é preciso que tais coisas ocorram, mas ainda não será o fim." Mateus 24:6

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

AS GUERRAS PREVISTAS NA BÍBLIA JÁ ESTÃO ACONTECENDO?


A Bíblia fala sobre guerras e rumores de guerras no livro de Mateus 7:6, mas será que essas guerras e rumores de guerras que ouvimos falar quase que diariamente em sites na internet, noticiários e etc, são as que a Bíblia previu?

Existem incrédulos que afirmam que tudo isso sempre aconteceu, mas queremos mostrar aqui para todos os leitores que a intensidade das guerras que tem acontecido nas últimas décadas e com o número expressivo de mortos a coisa já não está mais tão normal como alguns incrédulos acreditam.

Desde 1899 até os dias atuais houve mais mortos em combates armados do que em todas as guerras juntas desde o primeiro século depois de Cristo. Mais de 100 milhões de mortes em apenas um pouco mais de 100 anos, sendo país contra país, nação contra nação e reino contra reino em todas as partes do mundo.

Quantas pessoas inocentes precisam morrer mais para que muitos entendam que tudo o que já foi previsto na Bíblia está acontecendo sobre o Final dos Tempos? Infelizmente as pessoas não estão vendo porque não querem, ou porque realmente não creem.

O segredo é, cada um cuidar da sua própria salvação, pois o dia e a hora ninguém sabe.

Caso você tenha alguma dúvida se realmente estamos ou não vivendo o Final dos Tempos, clique aqui.


quarta-feira, 10 de abril de 2013

Fim dos Tempos: rumores de guerras


MUNDO CRISTÃO


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Visita de Barack Obama a Israel e a territórios palestinos pode ter um balanço positivo temporário nos históricos conflitos locais, o que não exclui os sinais do Apocalipse


Da Redação / Fotos: Pete Souza, Chuck Kennedy/Whitehouse.org
redacao@arcauniversal.com
A visita recente a Israel do presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, dominou o noticiário internacional. Não foi apenas mais uma visita de um chefe de estado a um país estrangeiro, fato corriqueiro na política.
Na verdade, Obama não foi apenas a Israel, mas ao Oriente Médio, e intermediou governos historicamente conflitantes. Analistas políticos de todo o planeta aludem ao aparente arrefecimento das tensões entre Israel e Irã e à reconciliação das relações com a Turquia, até então paralisadas. Falam também que a presença do prestigiado presidente deu novo fôlego aos esforços de paz entre israelenses e palestinos. Outros especialistas, menos otimistas, dizem que os gestos do norte-americano foram meramente simbólicos.
Em Tel Aviv, Obama esteve com Shimon Perez e Benjamin Netanyahu (ambos ao lado dele na foto abaixo), respectivamente presidente e primeiro-ministro israelenses. O ponto alto do encontro foi a reconciliação das relações diplomáticas de Israel com a Turquia, em que Netanyahu apresentou um pedido de desculpas oficial ao chefe de governo turco, Recep Tayyip Erdogan, pela morte de nove cidadãos turcos no ataque a uma frota em Gaza, em 2010, o que causou o rompimento da diplomacia.

Obama fez um discurso em Jerusalém, no qual estiveram presentes cerca de 2 mil jovens israelenses, que se emocionaram ao ouvirem dele sobre a busca de uma solução pacífica para os conflitos.
Em Ramallah, na Cisjordânia, Obama esteve com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas (foto abaixo), para quem revelou seu apoio à criação de um Estado palestino e sua desaprovação aos assentamentos israelenses locais. Aproveitou para visitar a terra natal do Senhor Jesus, Belém.

Na Jordânia, esteve com o rei Abdallah II (foto abaixo) para tratar do conflito sírio, outro assunto da pauta da viagem. Em visita à antiga cidade de Petra, acompanhado por um prestigiado historiador local, Obama ficou impressionado com a beleza e o significado histórico do lugar.

Rumores de guerras
Sem dúvida, o assunto mais urgente da pauta de Obama foi sobre a intenção de Israel invadir o Irã, alardeada pela imprensa internacional nos últimos meses. O perigo nuclear propagandeado pelo país muçulmano é uma preocupação real tanto de Israel quanto dos Estados Unidos. Ao que parece, segundo os inúmeros balanços da visita noticiados, Netanyahu esfriou um pouco quanto a um ataque sem a aprovação da comunidade internacional.

Os rumores, dessa vez, têm bastante fundamento e não podem ser considerados meros boatos. O poderio militar israelense é notório (na foto acima, um lançador que compõe o famoso sistema antimísseis do Domo de Ferro), e a capacidade bélica do Irã não é algo a ser desconsiderado – muito pelo contrário. Tanto Israel quanto os Estados Unidos estiveram (ou estão) prestes a chegar à tênue linha vermelha que separa o temor de uma real investida armada, mas pareceram chegar a um acordo satisfatório em relação a isso.
Sinal da proximidade do fim dos tempos. Como a Palavra mostra?
“E, quando ouvirdes de guerras e de rumores de guerras, não vos perturbeis; porque assim deve acontecer; mas ainda não será o fim.”

Marcos 13:7
Nessa “ainda” do texto bíblico está compreendida não só a relação temporal – o fim não é já, mas se aproxima. Nessa pequena palavra está incluído também o fato de que é preciso estarmos preparados, e essa é a hora de começarmos. É melhor nos informarmos e nos armarmos espiritualmente para uma guerra que por enquanto só desponta no horizonte, do que deixarmos para a última hora, quando ela já estiver à nossa porta e não tivermos solução.
Mesmo simbolicamente, a já histórica visita de Barack Obama ao Oriente Médio (na foto ao lado, em curioso salto em sua visita a Petra) pode ser apenas mais um dos vários esforços de paz infrutíferos entre israelenses e palestinos – ele mesmo pediu para que ambos os lados contribuam e não deixem circunstâncias isoladas minarem a negociação, e não aludiu somente aos políticos, mas a seus respectivos povos.
Isso lembra muito o papel de cada um no tocante a um relacionamento mais próximo com Deus, principalmente diante do fim que se anuncia. Na escala mundial, os líderes de Estado têm seus importantes papéis, o que não quer dizer que os indivíduos da sociedade estejam liberados dos seus. Como na igreja, o Corpo de Cristo, em que os bispos e pastores são importantes, mas cada fiel é uma peça indispensável do todo.
Quem realmente é filho de Deus deve manter sua posição numa guerra que já foi declarada há milênios. Não se trata de uma posição imóvel. E parte do bom combate já deve ser feita agora: um verdadeiro cristão segue em frente na pregação da Palavra a seus semelhantes.
Até o fim dos tempos.
“Mas olhai por vós mesmos, porque vos entregarão aos concílios e às sinagogas; e sereis açoitados, e sereis apresentados perante presidentes e reis, por amor de mim, para lhes servir de testemunho.

Mas importa que o evangelho seja primeiramente pregado entre todas as nações.”
Marcos 13:9-10

E é sobre isso a reunião ministrada pelo bispo Macedo todos os domingos, às 18h. O Estudo do Apocalipse fala não só das profecias, mas de como podemos estar prontos para o arrebatamento, a Salvação, caminhando com retidão, segundo os preceitos de Deus, ensinados pelo Senhor Jesus. E isso é feito no dia a dia, aos poucos, sempre.
Estudo do Apocalipse é transmitido para outros templos da IURD por videoconferência, pela IURD TV, na internet, e pela Rede Aleluia, no rádio (99,3 FM - em São Paulo).

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Guerra declarada: Fim dos Tempos


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Coreia do Norte mobiliza suas forças armadas e provoca publicamente a Coreia do Sul e os Estados Unidos, enquanto o mundo teme ataques nucleares que podem acontecer a qualquer momento e envolver vários países

Da Redação / Imagens: Fabe27/Wikimedia, USMDA,Thinkstock
redacao@arcauniversal.com
Rumores de guerras no ar. E guerras que envolvem vários países, num cenário pré-apocalíptico.
O jovem ditador Kim Jung-un, que em 2011 herdou a liderança da Coreia do Norte de seu pai, Kim-Jong-il, provoca publicamente os Estados Unidos e a Coreia do Sul, divulgando que a guerra com os dois países, aliados entre si, está declarada. O mundo acompanha o noticiário internacional temeroso de um ataque que pode começar a qualquer momento. Grande parte do temor vem do fato de os norte-coreanos usarem armas nucleares, como os mísseis balísticos de Taepodong 2, cujo alcance pode chegar a quase 7 mil quilômetros.
Forças norte-americanas e sul-coreanas, assim como as de outros países asiáticos das proximidades, já mobilizam boa parte de seu contingente militar e estão de prontidão para um eventual ataque.
De Pyongyang, Kim-Jong-um já avisou para que as embaixadas de vários países – inclusive o Brasil – sejam evacuadas, e ofereceu a logística necessária à retirada dos diplomatas. A inteligência sul-coreana divulgou informes de que dois Taepodong 2 estão sendo transportados para lançamento.

Veja também:

Provocações norte-coreanas contra o vizinho sulista não são novidades desde a Guerra da Coreia, na década de 1950. Só que, dessa vez, Pyongyang ameaçou os Estados Unidos, usando como pretexto testes militares que o país do presidente Barack Obama realizou recentemente com a Coreia do Sul. Dessa vez, também, há outro agravante. Geralmente quieto diante de provocações do norte, o sul mandou de sua capital, Seul, o aviso de que o revidará com todas as forças.
Como tudo começou
No início do século 20, o Japão imperial cobiçava a Coreia. Declarou-a seu protetorado em 1905 e a anexou ao seu território em 1910, não sem antes maltratarem os militares adversários e civis com mão de ferro durante a lei marcial (como a execução na foto abaixo). No final da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos e a União Soviética chegaram a um acordo de ocupação da Coreia quando vencessem o Japão, que integrava o Eixo com a Alemanha e a Itália.
Os japoneses se renderam em agosto de 1945, após os ataques atômicos norte-americanos às cidades de Hiroshima e Nagasaki. Dividindo a Coreia ao meio no paralelo 38, os Estados Unidos ocuparam o sul, enquanto as tropas soviéticas ficaram com o norte.
Como sabemos, estadunidenses e soviéticos tornaram-se adversários, o que originaria a chamada Guerra Fria. As negociações para reunificação coreana falharam.
Em agosto de 1948, o líder coreano do governo provisório da parte sul do país, Syngman Rhee, aproveitou-se do imbróglio entre as duas maiores superpotências do pós-guerra e declarou a República da Coreia do Sul, fazendo de Seul sua capital. No norte, em setembro, Kim Il-sung, o outro governante provisório, proclamou a República Popular Democrática da Coreia. Nenhum dos lados aceitou a legitimidade do outro.
Em 1950, a Coreia do Norte invadiu a do Sul, iniciando a Guerra da Coreia. Seul pediu socorro à Organização das Nações Unidas (ONU) e o obteve assim que a capital foi invadida, em 28 de junho. Tropas dos Estados Unidos recuperaram o Sul e avançaram rumo ao Norte, alcançando Pyongyang. A fronteiriça China entrou na guerra, e também avançou pelo Norte. Em 27 de julho de 1953, após 2 anos de negociações, Estados Unidos, Coreia do Norte e China chegam ao armistício, ainda que não tenham feito um acordo de paz. Rheel estava bem longe de ser um pacifista (como mostra a foto acima, de militares sul-coreanos executados por seu próprio exército por suspeita de simpatizarem com a esquerda do Norte). A guerra poderia ter acabado antes, se ele abrisse mão de sua intenção de ser o líder de uma Coreia reunificada. A ele não interessava exatamente a paz, e sim a vitória.
Enquanto isso, civis de ambos os lados sofriam pelos horrores causados pela guerra.
As hostilidades entre Sul e Norte continuaram, ainda que sem o uso explícito de armas. Ambos os países chegaram a fazer uma declaração conjunta em 1991 para manter a península coreana livre de armas nucleares. Após suspeitas de que aderira ao tratado somente na teoria e desenvolvia
às escondidas um programa nuclear, o Norte desistiu oficialmente do tratado em 1993. Kim Il-sung morreu no ano seguinte e seu filho e sucessor, Kim Jong-il, fez um acordo com os Estados Unidos para paralisar seu programa nuclear, em troca de ajuda financeira (que foi cortada agora, diante das ameaças).
Aparente cooperação
Em 2000, ambos os países assinaram acordos de cooperação. Famílias divididas desde a guerra puderam se reunir. No paralelo 38, divisa entre os dois países, unidades fabris conjuntas passaram a empregar funcionários de ambos os lados.
Em 2002, os ânimos voltaram a esquentar entre os vizinhos coreanos. O então presidente norte-americano George W. Bush declarou o Norte como parte do que chamou “Eixo do Mal”. Norte e Sul se enfrentaram no Mar Amarelo e marinheiros de ambos os lados morreram no confronto. No ano seguinte, o Norte novamente foi acusado de manter o programa nuclear e novamente se retirou do tratado de não proliferação nuclear. Pior: assumiu ter bombas nucleares em 2005, e começou a realizar testes, para temor do mundo.
Seguiram-se testes nucleares cada vez mais potentes, assim como novos confrontos marítimos com baixas, inclusive de civis.
Em 2010, o mundo assistiu pelos noticiários ao funeral de Kim Jong-il, deixando o governo para o filho, Kim Jong-un, de apenas 30 anos de idade. A comunidade internacional esperava que o novo governante retomasse as negociações de paz, mas aconteceu justamente o contrário. A situação piorou até o início de 2013. A Coreia do Norte começou novos testes nucleares, reativou o reator de uma poderosa usina e lançou um foguete ao espaço com a declaração de que lançava um satélite – o que, para os Estados Unidos, era mais um teste militar disfarçado.
Em 29 de março último, Pyongyang declarou que entrou em estado de guerra com o Sul, deflagrando a crise atual. Agora diz que também atacará os Estados Unidos, que já mandaram suas tropas para o Pacífico em medida aparentemente preventiva em relação a um ataque com um míssil Taepodong (como o do desenho acima).
Embora um Taepodong 2 só possa atingir territórios norte-americanos como a pequena ilha de Guam e o estado do Havaí, ambos no Pacífico, e a ponta do estado do Alasca, ao noroeste do Canadá, a Casa Branca e o Pentágono mobilizaram o que há de mais moderno em equipamento bélico, como alguns de seus maiores porta-aviões (que levam a bordo poderosos caças como o bombardeiro B2, da foto acima e o ágil F-22 Raptor, da foto abaixo, ambos com tecnologia Stealth, que os torna praticamente indetectáveis por radar).
Além dos veículos, os Estados Unidos já instalaram sistemas antimísseis de grande eficiência, guiados por satélites, como o THAAD, sigla em inglês para Defesa Aérea a Grande Altitude, que proporciona várias camadas de proteção e atinge os mísseis inimigos em pleno ar (vídeo abaixo).
Kim Jong-um ordenou a retirada dos operários sul-coreanos do território nortista no paralelo 38 no início desta semana. Militares e civis de Pyongyang fazem manifestações contra Estados Unidos e Coreia do Sul nas ruas da cidade.
Analistas internacionais dizem que é somente mais uma bravata do ditador norte-coreano, embora mais dramatizada, que não dará em nada. Mas a resposta inflamada dos sulistas e a presença dos norte-americanos no Pacífico atemorizam a comunidade internacional, principalmente países próximos, como o Japão, a Rússia e a China. A última, aliás, resolveu adotar a postura da “turma do deixa disso”, e pediu publicamente para que as Coreias e os Estados Unidos negociem a paz. Porém, como “seguro morreu de velho”, mobilizou tropas e equipamentos para a fronteira.
Seul leva a provocação a sério, e já prometeu publicamente uma “resposta violenta e imediata”, palavras da presidente Park Geun-hye, cujo ministro de Defesa já a aconselhou até mesmo quanto a ataques preventivos a instalações militares do Norte.
Profecias
Analistas de vários países mostram-se céticos quanto a uma guerra de grandes proporções, pois a resposta norte-americana seria fulminante. Entretanto, o perigo nuclear, ainda que esteja somente no campo das ameaças, não é algo a se desconsiderar.
Mais dignas de confiança que esses especialistas internacionais, as Escrituras já nos advertiam sobre os rumores de violência:
“E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim.

Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares.

Mas todas estas coisas são o princípio de dores.”
 Mateus 24:6-8
Rumores não infundados. Não fazem parte exatamente da grande guerra definitiva do Apocalipse. Mas, como o “princípio de dores” citado no trecho bíblico, são acontecimentos que anunciam um fim que não está longe. Um sinal do que está por vir.
Nação contra nação é a causa de uma guerra. Fome e pestes, consequências dela. Desequilíbrio da natureza também – principalmente quando falamos em efeitos de explosões nucleares, que perduram por milhares de anos, prejudicando gerações e gerações.
Reino contra reino. O Apocalipse também é claro quando fala em conflitos internacionais. Disso trata a reunião ministrada pelo bispo Macedo todos os domingos, às 18h, o Estudo do Apocalipse.
Nela, se fala não só das profecias, mas de como podemos estar prontos para o arrebatamento, a Salvação, caminhando com retidão, segundo os preceitos de Deus, ensinados pelo Senhor Jesus.
O Estudo do Apocalipse é transmitido para outros templos da IURD por videoconferência, pela IURD TV, na internet, e pela Rede Aleluia, no rádio (99,3 FM - em São Paulo).

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