SALMOS

"INSTRUIR-TE-EI E TE ENSINAREI O CAMINHO QUE DEVES SEGUIR; E, SOB AS MINHAS VISTAS, TE DAREI CONSELHO. NÃO SEJAIS COMO O CAVALO OU A MULA, SEM ENTENDIMENTO, OS QUAIS COM FREIOS E CABRESTOS SÃO DOMINADOS; DE OUTRA SORTE NÃO TE OBEDECEM."

SALMOS 32:8 e 9
































































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terça-feira, 26 de março de 2013

A mulher do século 21 e o desafio de se tornar independente de si mesma



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Por que mesmo nos dias atuais muitas de nós ainda nos sentimos inferiores e culpadas por erros passados?


Por Jaqueline Corrêa / Fotos: Demétrio Koch / Pauty Araújo e cedidas
jaqueline.correa@arcauniversal.com


Faltavam dez minutos para as 14 horas, e o trânsito em volta do Cenáculo do Espírito Santo no bairro do Brás, em São Paulo, não estava normal para um dia calmo de domingo. Enquanto o engarrafamento se formava nas imediações da igreja por carros conduzidos, em sua maioria por mulheres, muitas delas, de semblantes ansiosos, desciam dos veículos às pressas em direção à igreja.
Não era uma reunião comum, mas uma palestra voltada para mulheres, com toda a renda destinada para a construção do Templo de Salomão, em São Paulo.
O tema do evento, realizado no último domingo (24), no Rio de Janeiro e transmitido por videoconferência para todo o País, para um público de cerca de 120 mil mulheres, não foi por acaso: A Mulher V – moderna à moda antiga.
Não é difícil entender esse paradoxo se olharmos para a origem de tudo, lá atrás, na Criação, com Eva.
Eva foi a primeira mulher do mundo. Foi o toque especial de Deus na Sua Criação. Mas foi também aquela por onde o pecado entrou. Por isso ela foi um presente que se tornou uma maldição, disse a primeira palestrante, a escritora Ester Bezerra.

Ester Bezerra (de vestido)

A curiosidade, a ingenuidade, a desobediência... todos esses sentimentos e atos foram cruciais para a raça humana. Pela mulher entraram o erro, a culpa... E durante séculos, essa culpa tem estado tatuada nos lombos dela.
Mas não foi esse o propósito da Criação. Pelo contrário, enquanto o mundo subjugava a mulher, a desvalorizava, Jesus foi o primeiro que a valorizou, explicou a apresentadora do programa The Love School, Cristiane Cardoso.
- Adúltera! - gritaram os homens que pegaram uma mulher em flagrante adultério.
E como se não bastasse o peso da culpa, a vergonha do erro, foi lançada aos pés de um Homem que questionava o julgamento humano.
- Vai e não peques mais. – disse Ele.
- Porque naquela época a mulher não tinha valor algum. Mas Jesus veio para resgatar a mulher, o seu valor - explicou Cristiane -, colocando-a no mesmo grau de importância que o homem.

Cristiane Cardoso

E se é assim, por que em pleno século 21 ainda há mulheres que não acreditam no próprio valor?
Enquanto Cristiane fala, o auditório se atenta. Não se ouve um ruído. Por que tanto silêncio? Quais feridas estavam sendo tocadas naquele momento?
O problema é da falta de fé em si mesma, mas não apenas isso. Falta acreditar que o valor próprio vem de dentro e não das circunstâncias ao redor. E é isso o que acontece com muitas mulheres. Elas se julgam e formam a própria opinião com base no que dizem ou pensam delas. E se não estudou, não é bem-sucedida, ou não tem o padrão de beleza que a sociedade estabelece, sente-se inferior.
- O Espírito Santo vive dentro de nós. Se eu não tenho valor, por que Ele vive dentro de mim? - reflete Cristiane.
Não é por acaso que a autora do livro A Mulher V fala sobre inferioridade. Por muitos anos, mesmo após ter se encontrado espiritualmente, Cristiane ainda convivia com seus complexos. Sentia uma vergonha que só ela via. E via uma incapacidade que apenas ela sentia. Incoerente? Sim, como são os complexos criados por quem se sente um nada.


Cristiane, mesmo casada com um pastor e tendo a responsabilidade de cuidar de vidas e almas, não conseguia encontrar a própria graça. E se não tinha coragem de falar com as pessoas, como ajudá-las? - passou a questionar-se.
- Não se trata de ser humilde ou simples, mas de não ter conhecimento do próprio valor. - ela enfatiza.
É por isso que muitas não conseguem sequer fazer amizades. Porque subestimam-se diante de outras.
Era o que acontecia com Cristiane.
Até que chegou o dia em que decidiu mudar. Não foi fácil, bem como não é fácil expor-se.
Houve uma oportunidade, e ela falou. Avermelhou a bochecha. Falou novamente. Tremeu. Insistiu. Ignorou o riso alheio. Venceu.

Rio de Janeiro (RJ)

Cristiane hoje combate essa mesma timidez presente em inúmeras mulheres que desconhecem o valor que possuem. Não um valor artificial, mas absoluto, verdadeiro. Aquele lá da Criação, quando Deus criou a mulher para ser Seu toque especial, um presente inestimável.
– Mas não basta acreditar em si mesma apenas. – avisa Fátima Matos, a terceira palestrante. Quando a autoconfiança está associada à fé em Deus, o seu valor excede o de finas joias. – afirma.

Salvador (BA)

Fátima também tem um histórico de complexos. Mesmo sendo de uma família bem-sucedida, não podia se considerar feliz. E foi essa tristeza profunda que a levou a experimentar drogas. Também tinha TOC, uma doença chamada de transtorno obsessivo-compulsivo, causada por excesso de ansiedade e nervosismo.

Fátima Matos

Mas ela também mudou. Foi quando se encheu de um Espírito libertador, que se deu conta de sua liberdade e independência.
– Porque o valor da mulher independe da aprovação alheia, do que os outros falam, pensam ou estipulam. – ela destaca.
E se diante da sociedade autoritária, a mulher deve ter um padrão, uma beleza, uma capacidade; para Deus, a comunhão com Ele é o que a faz ser independente, capaz e livre.

São Paulo (SP)

Mas num mundo onde muitas mulheres até chegam a morrer porque preocupam-se demasiadamente com o padrão estético, como fazê-las compreender que não é o nariz de boneca, o corpo escultural ou o cabelo perfeito que a fará feliz?
– Quando reconhecem que devem acreditar em si mesmas e no valor que possuem. – explica Núbia Siqueira, a quarta palestrante.

Núbia Siqueira (ao centro)

– E quando percebem isso ficam inabaláveis. – completa Cristiane. Sim, como rochas, pois sabem que são aquilo que pensam sobre si mesmas.  
Núbia também teve inúmeros motivos para se sentir um patinho feio por algum tempo. Filha de pais que viviam em harmonia, precisou deixar a infância de lado para se dedicar aos afazeres domésticos e cuidar dos irmãos enquanto a mãe trabalhava, depois que o pai abandonou a família para viver com outra mulher.
– Após um tempo ele voltou, mas não foi a mesma coisa. – ela explica. O caos na família foi instalado com o vício do pai no álcool. E por aí dá para imaginar as brigas, destruição e abusos no lar. E os complexos, é claro, encontraram o abrigo perfeito para se instalar no interior de Núbia.

Goiânia (GO)

Mas ela também virou essa página quando encontrou-se. E ela não se encontrou apenas consigo. Antes, amou, à primeira vista, o seu Libertador. Foi Ele quem lhe mostrou um mundo de possibilidades fora do mundo complexado de Núbia. Foi Ele, Aquele mesmo que valorizou a mulher lá atrás, que a valorizou quando achava que não era ninguém. Núbia realmente não podia deixar de amá-Lo. Porque ela olhou para além da caixinha onde se encontrava e viu que ela própria era muito maior do que aquilo que pensava ou tinha conhecimento sobre si.

Brasília (DF)

– É questão de resgate da autoestima, de cutucar a coragem adormecida. – enfatiza. Porém, como conseguir essa proeza se a preocupação da mulher parece estar no que os outros dizem a seu respeito? Como vencer a própria timidez e salvar-se de si mesma?
A ajuda para o autorresgate veio da oração. Muitas mulheres que se identificaram com a palestra foram até o altar de suas igrejas para buscar por essa “salvação”.
Porque se a mulher do século 21, livre e independente financeiramente, continua presa e algemada dentro de si, então não está livre de verdade. Se ela venceu o preconceito e a humilhação dos primórdios e a desvalorização profissional do período da Revolução Industrial, por que, ainda assim, parece continuar desvalorizada, subjugada e diminuída?

Curitiba (PR)

Por que essa mulher do século 21, chefe de família, líder de empresas e setores da sociedade e autossuficiente em alguns aspectos da vida permanece culpando-se dos próprios erros, lamentando uma suposta inferioridade, esquivando-se do direito de adquirir o melhor – inclusive sentimentalmente?
São perguntas difíceis de responder, é verdade. Mas a mulher que ainda se sente complexada hoje pode encontrar a resposta em outra pergunta feita por Cristiane Cardoso:
– Se não temos valor, por que o Espírito Santo vive dentro de nós?
É uma questão de pensar. Analisar. E decidir mudar. Os exemplos positivos de transformação interior você viu acima.

Belém (PA)

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

O CAÇADOR

30/11/2012 No Comments by Raabe
Como tinha mencionado no texto “Como escolher”, eu não iria querer “segurar” um rapaz que não parece muito interessado, mas isso só aprendi devido às minhas experiências ruins, que podem não ser as suas. Portanto, hoje vou falar algo sobre a natureza masculina.

O homem foi criado por Deus como lutador, forte fisicamente, conquistador, persuasivo. Logo, se vê “atraído” por um bom desafio. O ritual da conquista faz parte da genética masculina – a gente vê isso na natureza – o leão tem que disputar o território e a fêmea para garantir a descendência; os pássaros tem que enamorar a fêmea com seu canto – alguns fazem até uma dancinha. – E por que você acha que o pavão é todo colorido e abre aquela cauda nada discreta? Se ele não lhe vê como um desafio, se consegue muito fácil a sua atenção, já não tem mais tanta graça ou valor.

Por outro lado, você, se sentindo inferior, passa a tentar conquistá-lo e quanto mais você faz concessões e se humilha, mais ele se afasta de você. E nesse processo, a sua autoestima cai mais e mais, lhe fazendo esquecer quão especial você é. Imagino que se  estiver passando por algo semelhante, minhas palavras estão sendo duras de ler, mas o faço pois estou investindo na sua vitória.

Salomão falou sobre isso em vários Provérbios  – a mulher rixosa, rabugenta – e muitas vezes o implorar atenção não vem por palavras, mas por pequenos gestos e atitudes que afastam ainda mais os que estão a sua volta. Seja sábia!

Não entre nunca em um relacionamento em que você tenha de se humilhar ou se diminuir para manter a pessoa ao seu lado. Almeje pelo melhor e se o seu parceiro não a respeita e valoriza, ele não é um bom candidato para construir uma família. Persistindo nesse relacionamento, você simplesmente está perdendo a oportunidade de conhecer alguém melhor.

Semana que vem falaremos um pouco do ciclo de violência. Até lá.
Raabe
Fonte: http://www.cristianecardoso.com/pt/2012/11/30/o-cacador/

Investimento produtivo

 
30 de Novembro de 2012
Investimento produtivo
“Não perca a oportunidade de valorizar as pessoas, pois é a sua maior contribuição individual em termos de investimento e poder ”
É uma relação de troca constante, quando valorizamos alguém, seja através do nosso apreço, de atitudes ou de simples gestos, na realidade, estamos a fazer um dos maiores investimentos da nossa vida. Senão, pense comigo: quando valorizamos alguém, estamos a fazer um depósito que, a seu tempo, irá dar os seus dividendos, já que se traduzirá num aumento de auto-estima e consequente produtividade da pessoa valorizada, a todos os níveis.
E é este mesmo investimento que voltará para si, transmitindo-lhe poder, através da valorização da sua própria pessoa, do seu depósito, pelo outro! E, para além disso, quando sabemos valorizar as pessoas, os outros, por seu turno, também passam a sar-nos valor, pois, a título individual, estamos a fazer o que, muitas vezes, o que mundo, como entidade coletiva, não consegue!
Te vejo na IURD, ou nas Nuvens!
Bispo Júlio Freitas

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Revoltado x Acomodado

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Cabe à própria pessoa valorizar a sua vida, família, saúde, prosperidade, fé, salvação

(*) Bispo Júlio Freitas
redacao@arcauniversal.com



Tanto o revoltado como o acomodado mostra nas suas atitudes o estado do seu espírito, e tal como temos falado e ensinado, o nosso exterior depende do nosso interior. Mas o que é que me faz revoltado ou acomodado? E que benefícios ou malefícios me trazem a revolta e a acomodação? 

“Quando o valente, bem armado, guarda a sua própria casa, ficam em segurança todos os seus bens” (Lucas 11.21).

E quem é o valente bem armado a quem o Senhor Jesus se refere? A cada um de nós! Pois, cabe à própria pessoa valorizar a sua vida, família, saúde, prosperidade, fé, salvação… estando sempre bem armada. E quais são as três armas básicas que estão ao alcance de todo o cristão? O nome de Jesus, a Palavra de Deus e o Espírito Santo. Então, o Senhor Jesus deixa bem claro que temos de estar bem armados e guardar a nossa própria casa. Pois, ninguém poderá guardar a vida de ninguém, afinal, cabendo a cada um fazê-lo por si mesmo! E todos os nossos bens (salvação, saúde, casamento, prosperidade, dignidade, fé…) dependem apenas da nossa valentia. Só que nem todo o forte é valente, já todo o valente é forte. E daí a revolta! É ela que nos torna sinceros e nos liberta da hipocrisia e da acomodação.

“Sobrevindo, porém, um mais valente do que ele, vence-o, tira-lhe a armadura em que confiava e lhe divide os despojos” (Lc 11.22).

Quantos, infelizmente, foram e são surpreendidos por este valente (injustiças), o qual roubou, tirou e arrancou das suas vidas a saúde que tinham, a união familiar de que desfrutavam, a prosperidade que possuíam, a paz e o equilíbrio emocional que gozavam. Enfim, o mal apresenta-se como um valente, com ódio e fúria, vindo contra o ser humano, pois, tem um só objetivo que é matar, roubar e destruir.

Todavia, muitos, infelizmente, ao verem esta situação de injustiças e de perdas, o que é que fazem? Nada, absolutamente nada! Esperando que, com o tempo, as coisas melhorem, que os outros os ajudem e que por “sorte” o seu destino mude. Esses são os acomodados, os quais são surpreendidos por este valente chamado injustiça, que inclui as doenças, as brigas, os vícios, as separações, as dívidas, o desemprego, as desilusões amorosas, enfim, tudo o que é mau. E porque ficam passivos diante das situações negativas, as suas vidas são de completo fracasso e derrota. Afinal, o acomodado adapta-se, conforma-se e acostuma-se aos problemas. Nem Deus pode fazer nada por ele, ainda que seja o Todo Poderoso, pois, O mesmo está sempre sujeito à nossa ação e como não há ação por parte do acomodado, então, Ele fica impossibilitado de reagir. 

Só que Deus quer fazer uma reviravolta na nossa vida, mas para isso tem que haver em cada um de nós uma revolta. Então, como podemos revoltarmo-nos contra este valente? Sendo mais valentes e violentos do que ele, pois para arrancar dele o que ele nos roubou, é necessário essa violência, ira e ódio contra ele, ou seja, contra todo o mal e todas as injustiças existentes na nossa vida. Esse é o segredo para vencer o mal, isto é, é ser mais valente e violento do que ele, ter mais raiva e ódio dele do que ele tem de nós e da nossa família. E quando há essa revolta, então, partimos para cima dele com toda a certeza de que o vamos vencer.

Sabe uma coisa, o acomodado até tenta mudar de vida, mas não consegue, pois, quando tentamos apenas, não colocamos aí toda a nossa força, já que sabemos que corremos o risco de perder e porque não queremos perder, então, não colocamos toda a nossa força, ficando sempre com reservas, caso as coisas não venham surtir efeito. E essa é a maior diferença entre o acomodado e o revoltado. O revoltado não tenta, não guarda reservas e coloca toda a sua força, pois, já sabe o resultado da sua ação. Então, lembre-se de que não basta ser valente como o mal é, pois, temos de ser mais valentes e violentos do que ele!

“Quem não é por mim é contra mim; e quem comigo não ajunta espalha” (Lc 11.23).

O Senhor Jesus foi, é e sempre será um revoltado! Ele chegou ao extremo de ir ao inferno lutar por nós de tão revoltado que é! Ele é tão revoltado que chegou ao extremo de morrer na cruz levando os nossos pecados, para que possamos ser salvos, realizados e filhos de Deus. E Ele deixa bem claro na Sua Palavra que quem estiver na Sua mão não será atingido, só que o difícil é chegar lá!