SALMOS

"INSTRUIR-TE-EI E TE ENSINAREI O CAMINHO QUE DEVES SEGUIR; E, SOB AS MINHAS VISTAS, TE DAREI CONSELHO. NÃO SEJAIS COMO O CAVALO OU A MULA, SEM ENTENDIMENTO, OS QUAIS COM FREIOS E CABRESTOS SÃO DOMINADOS; DE OUTRA SORTE NÃO TE OBEDECEM."

SALMOS 32:8 e 9
































































segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Duas formas de receber

quarta-feira, 6 de outubro de 2010



Em Mateus 7:7 Jesus disse: “Pedi e dar-se-vos-á.” Em Lucas 6:38 disse: “Dai e ser-vos-á dado.” Espere um minuto. Afinal, o que devo fazer para que algo me seja dado — pedir ou dar

Ambos.

O Senhor Jesus nos deu duas ruas paralelas que nos levam ao que queremos. A Rua do Pedir é onde nossos pedidos viajam por meio da oração, perseverança, e fé em Suas promessas. A Rua do Dar é onde nossos pedidos viajam secretamente, envoltos em presentes ou dádivas. É como uma limusine com vidros escurecidos; você não pode ver quem está dentro, mas você sabe que é alguém importante. Nossos presentes e dádivas carregam em si nossos pedidos não pronunciados, e anunciam a importância deles. Por isso, dar é uma forma poderosa de pedir.

Pedir e Dar são duas formas que nos levam a Receber. Ambas são poderosas se usadas sozinhas, em situações apropriadas. Se usadas juntas, são infalíveis.

Jesus estava nos ensinando que, se quisermos receber, nós não devemos ter vergonha de pedir nem medo de dar. Precisamos vencer a nossa preguiça, nossas dúvidas, e a falta de fé para pedir. E precisamos superar nossa mesquinhez no dar.

Se formos corajosos o suficiente para pedir com ousadia e dar com generosidade, o único problema que teremos será encontrar espaço para colocar tudo o que vamos receber...


Receba o seu prêmio hoje!!!!



Ele ficou claramente chateado e estava claro pra mim... Eu estava errada!

O momento passou, mas fiquei pensando e analisando.

Vi claramente o meu erro. Havia me deixado levar por pensamentos que vieram quando estava sem vigiar.

Vejo agora que vinham como dardos, atacando de todos os lados e acertando o alvo... Andei na direção que os dardos me impulsionavam e BUMMMM!

Já no banho, ainda pensando e analisando me veio a l ógica...

"Peça desculpas. Reconheça que errou em suas palavras. Fale com ele agora, não deixe o tempo passar..."

Ao mesmo tempo, os dardos tentam o alvo...

"Não precisa pedir desculpas! Que besteira! Uma bobeira! Ele logo esquece! Já perdoou! Quem não erra? Deixe pra lá!"

Muitas vezes essas duas palavrinhas são as mais difíceis de se pronunciar!

Conseguimos encontrar mil e uma desculpas para não dizê-las, mas ao vencermos todas as desculpas e pronunciá-las, alcançamos o nosso prêmio!

O perdão e uma consciência limpa e tranquila!

Ontem falei algo que desagradou meu esposo, mas ao engolir meu orgulho e pedir desculpas reconhecendo meu erro, logo recebi o meu prêmio...

Um sorriso lindo, um abraço e um beijinho gostoso! Meu perdão!

Pedir desculpas e reconhecer que erramos, sempre parece tão difícil!

Não fazê-lo, aparenta ser sempre mais fácil... Mas isso quando não pensamos no prêmio...

O prêmio dessas palavrinhas tão difíceis, é o perdão!

Receber o perdão de alguém é como retirar um grande peso de nossas costas!

É um alívio imenso! Uma delícia!

E a consciência tranquila então?! SEM PREÇO!!!!

Não hesite, não perca tempo!

Fale hoje as palavrinhas tão difíceis e receba o seu prêmio!!!

E tem mais...

Ainda que a pessoa não aceite e aparentemente não te dê o perdão... Ainda assim o prêmio é seu!

Cuidado com a arrogância...

Posted: 07 Oct 2010 12:00 AM PDT
O diálogo abaixo é verídico, e foi travado em outubro de 1995 entre um navio da Marinha Norte Americana e as autoridades costeiras do Canadá, próximo ao litoral de Newfoundland.

- Favor alterar seu curso 15 graus para norte para evitar colisão com nossa embarcação.

Os canadenses responderam de pronto:

- Recomendo mudar o SEU curso 15 graus para sul.

O americano ficou mordido:

- Aqui é o capitão de um navio da Marinha Americana. Repito, mude o SEU curso.

Mas o canadense insistiu:

- Não. Mude o SEU curso atual.

O negócio começou a ficar feio. O capitão americano berrou ao microfone:

- ESTE É O PORTA-AVIÕES USS LINCOLN, O SEGUNDO MAIOR NAVIO DA FROTA AMERICANA NO ATLÂNTICO. ESTAMOS ACOMPANHADOS DE TRÊS DESTROYERS, TRÊS FRAGATAS E NUMEROSOS NAVIOS DE SUPORTE. EU EXIJO QUE VOCÊS MUDEM SEU CURSO 15 GRAUS PARA NORTE, OU ENTÃO TOMAREMOS CONTRAMEDIDAS PARA GARANTIR A SEGURANÇA DO NAVIO.

E o canadense respondeu:

- Aqui é um farol, câmbio!

Às vezes a nossa arrogância nos faz cegos, quantas vezes criticamos a ação dos outros, quantas vezes exigimos mudanças de comportamento nas pessoas que vivem perto de nós quando na verdade nós é que deveríamos mudar o nosso rumo...


O velho sábio rei


Conta-se de um rei bondoso e sábio que se encontrava no final de sua vida. Um dia, pressentindo a chegada da morte, chamou seu único filho, tirou do dedo um anel e deu-lhe dizendo: “Quando fores rei, leve sempre contigo este anel. Nele está uma inscrição. Quando passares por momentos difíceis ou de glórias, retire o anel e leia o que nele está escrito.”
O velho sábio rei morreu, e seu filho passou a reinar em seu lugar, sempre usando o anel que seu pai lhe dera. Passado algum tempo, surgiram conflitos com o reino vizinho que culminaram numa grande guerra.
E num momento de grande angústia no aceso das batalhas, vendo mortos e muitos feridos caídos em meio ao rio de sangue, lembrou-se do anel, tirou-o e leu a inscrição: "Isto também passará." E continuou a lutar com seu valente exército. Perdeu batalhas, venceu outras tantas, mas, ao final, saiu vitorioso.
Ao retornar para seu reino, entrou coberto dos lauréis da conquista e coroado de glórias, sendo aclamado por todos como o maior dos heróis. Nesse momento, ele se lembrou de seu velho e querido pai. Tirou o anel e novamente leu: "Isto também passará."
Como é importante administrar com sabedoria os momentos de dor e os momentos de glória. No furor dos embates da vida é primordial ter a certeza que a nossa tribulação é leve e momentânea, isto é, não dura para sempre.
 
Espalhe por aí:
Publicado por: Bispo Edir Macedo

Mulheres em apuros

Foi uma viagem pesada. A aeromoça foi grosseira desde a partida até a chegada. Eu ficava imaginando o que aconteceu com esta profissão ao longo dos últimos anos, uma vez que costumava ser elegante durante a minha infância. Elas costumavam ser extremamente agradáveis, as suas roupas extremamente elegantes, e sua maneira de lidar com tudo no avião era extremamente graciosa. Por alguma razão, agora é como ter uma garçonete de mau humor servindo durante 10 horas seguidas.
Fiquei dizendo a mim mesma que eu não deveria me preocupar porque estaria de volta em casa e tudo seria ótimo.
Depois havia as malas. Elas estavam pesadas, muito pesadas para mim. Eu consegui arrumá-las, mas quando chegou a hora de colocá-las no carrinho, eu senti como se eu as estivesse jogando. O carrinho não ficava parado e o suor começou a escorrer da minha testa. Eu olhei em volta para ver se alguém poderia me ajudar um pouco, mas tudo que eu via eram pessoas apreciando cena em que eu parecia uma boba.
Ninguém ajudou e tudo levou mais tempo para mim naquele dia. Eu quis chorar. O que há com as pessoas hoje em dia? Onde estão todos os cavalheiros? Onde está o costumeiro espírito de colaboração?
Uma das piores consequências da libertação das mulheres é esta: os homens captaram uma mensagem indireta de que nós não precisamos mais deles. Sinto sempre isso em minha pele. Estou carregando um monte de malas e ninguém se oferece para me ajudar. Toda vez que preciso me sentar, ninguém se levanta para me oferecer o assento.
Graças a Deus eu tenho um homem que ainda vê a necessidade que tenho dele, e como eu preciso desesperadamente ser guiada por ele. Pelo menos ele carrega minhas malas, me oferece seu assento, e nunca me deixa carregar nada pesado.
Acho que nos dias de hoje temos que pedir ajuda, coisa que não precisávamos no passado. A boa notícia é que há poucos homens que ainda nos veem como damas. A má notícia é que eles estão em extinção.
Cristiane Cardoso

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Vento Forte


Já vimos que os benefícios da fé acontecem por conta da obediência à Palavra. Mas o que tem passado desapercebido é que a obediência em si é uma atitude. Não, sentimento.
Fé é atitude, ação, movimento. Quando andamos na fé, o Espírito de Deus nos move. Então, não há medo, dúvida, ansiedade ou preocupação. Antes, há certeza, convicção, determinação e coragem para agir a direção Divina. Essa química da fé combina com o Espírito.
Deus é espírito.
No original, a palavra espírito está associada ao vento, sopro, fôlego, luz, fogo, etc. Jesus ensina que o guiado pelo Espírito Santo é como o vento; Moisés viu a sarça arder e não ser consumida; No deserto, Israel era guiado por uma coluna de fogo à noite e uma nuvem durante o dia; Na inauguração do Templo, a presença de Deus desceu em forma de fogo; Elias orou e desceu fogo do céu; Os discípulos estavam reunidos no Cenáculo quando Um Som, como de um vento impetuoso encheu toda a casa.
Andar em Espírito é andar na fé ou em movimento.
De nada adianta ter conhecimentos bíblicos e não tomar atitude. Muitos pensam que isso é suficiente para a salvação e se acomodam na fé. São ativos na desobediência mas, passivos na prática da Palavra. Para os tais o Senhor manda o seguinte recado: De que te serve repetires os meus preceitos e teres nos lábios a minha aliança, uma vez que aborreces a disciplina e rejeitas as minhas palavras? Salmo 50.16.
O possuído pelo Espírito é guiado como por um Vento impetuoso. É obediente. Por conta disso, o Espírito Santo inspira, ele pratica e conquista sua terra prometida.
Deus prometeu Canaã a Abraão e aos seus descendentes. Mas, como todas as promessas Divinas, elas não acontecem de forma automática. Há que se tomar posse delas. Entre elas e o seu cumprimento existe um caminho a percorrer. É pela ação da fé que se toma posse das promessas.
A salvação da alma não é diferente. Fomos salvos, estamos salvos e seremos salvos se perseverarmos na fé. Se continuarmos vivendo de fé em fé, tomando atitudes, seguindo a direção do Espírito.
 
Espalhe por aí

Publicado por: Bispo Edir Macedo

Lenço de Jesus

Por que Jesus deixou o lenço dobrado no sepulcro depois de sua ressurreição?
João 20:7 nos conta que aquele lenço que foi colocado sobre a face de Jesus não foi deixado de lado como os lençóis do túmulo. A Bíblia reserva um versículo inteiro para nos contar que o lenço fora dobrado cuidadosamente e colocado na cabeceira do túmulo de pedra.
Bem cedo pela manhã de domingo, Maria Madalena veio à tumba e descobriu que a pedra havia sido removida da entrada. Ela correu e encontrou Simão Pedro e outro discípulo, aquele que Jesus tanto amara, e disse: ´´Eles tiraram o corpo do Senhor e eu não sei para onde eles o levaram.´´
Pedro e o outro discípulo correram ao túmulo para ver. O outro discípulo passou à frente de Pedro e lá primeiro chegou. Ele parou e observou os lençóis lá, mas ele não entrou. Então Simão Pedro chegou e entrou. Ele também notou os lençóis deixados lá, enquanto o lenço que cobrira a cabeça de Jesus estava dobrado e colocado em um lado.
Isto é importante? Definitivamente.
Isto é significante? Sim.
Para poder entender a significância do lenço dobrado, você tem que entender um pouco a respeito da tradição hebraica daquela época. O lenço dobrado tem a ver com o amo e o servo, e todo menino judeu conhecia a tradição.
Quando o servo colocava a mesa de jantar para o seu amo, ele buscava ter certeza de fazê-lo exatamente da maneira que seu amo queria. A mesa era posta perfeitamente e o servo esperaria fora da visão do amo até que o mesmo terminasse a refeição. O servo não se atreveria nunca a tocar a mesa antes que o amo tivesse terminado a refeição.
Se o amo tivesse terminado a refeição, ele se levantaria, limparia seus dedos, sua boca e limparia sua barba e embolaria seu lenço e o jogaria sobre a mesa. Naquele tempo, o lenço embolado queria dizer: “Eu terminei.” Se o amo se levantasse e deixasse o lenço dobrado ao lado do prato, o servo não ousaria tocar a mesa porque o lenço dobrado queria dizer: "Não terminei, eu voltarei!"
Espalhe por aí
 
Publicado por: Bispo Edir Macedo