SALMOS

"INSTRUIR-TE-EI E TE ENSINAREI O CAMINHO QUE DEVES SEGUIR; E, SOB AS MINHAS VISTAS, TE DAREI CONSELHO. NÃO SEJAIS COMO O CAVALO OU A MULA, SEM ENTENDIMENTO, OS QUAIS COM FREIOS E CABRESTOS SÃO DOMINADOS; DE OUTRA SORTE NÃO TE OBEDECEM."

SALMOS 32:8 e 9
































































quarta-feira, 4 de abril de 2012

Envelhecimento: como abordar essa questão?

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Devemos propor debates sobre diversos temas enquanto o idoso tem autonomia para opinar

Da Redação
redacao@arcauniversal.com


A expectativa de vida do brasileiro ao nascer alcançou 73,5 anos em 2010, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa é uma tendência mundial. Diante da realidade, é necessário que se aborde mais, com os idosos, discussões relativas à qualidade de vida da terceira idade.
“Não devem existir assuntos tabus. E é enquanto o idoso tem autonomia que ele deve informar a seus familiares como deseja envelhecer”, afirma a médica Renata Diniz, diretora de uma empresa especializada em cuidados domiciliares para esse público específico.
Para a médica Vanessa Morais, também diretora da empresa, se houver resistência em falar, por parte do idoso, uma alternativa é abordar os temas em conversas informais. Assuntos que estão nos jornais do dia, o avanço da medicina, a profissão de cuidador e a economia atual, por exemplo, são ótimas opções para se conhecer o posicionamento de uma pessoa.
Abaixo, as profissionais enumeraram algumas estratégias de abordagem:
Comente um fato que aconteceu a outra pessoa: fale sobre quando a tia de um amigo estava muito doente e o médico explicou à família todas as possíveis opções de tratamento. Explique que foi difícil para o familiar decidir o que era certo ou errado, naquele momento, sem ter conhecimento da opinião do parente enferma;
Comente eventos atuais, que repercutiram na mídia: notícias sobre acontecimentos recentes abrem espaço para se perguntar o que a pessoa faria na mesma situação, e iniciam grandes debates que podem deslanchar para diversos outros assuntos, de saúde (doenças, tratamentos) à economia (planejamento financeiro);
Debata temas de livros e filmes: alugar um filme como “O Filho da Noiva” pode criar uma abertura para abordagem da doença de alzheimer. O mesmo pode acontecer com a leitura de um livro. Até mesmo um comercial de tevê, destinado a espectadores mais velhos, pode preparar o terreno para introduzir um assunto;
Compartilhe seus planos e impressões sobre um assunto: utilizar-se como um exemplo pode ser uma boa tática. Faça o seu próprio planejamento avançado de cuidados na velhice, enquanto você é jovem e saudável, e peça a seus pais e avós para fazerem o mesmo;
Seja receptivo, caso o próprio idoso introduza o assunto: nunca diga: “Você ainda é tão jovem”; “Você ainda está muito bem.” Aproveite a oportunidade para ouvir o que a pessoa pensa sobre o assunto, e não a prive nem interrompa em caso de assuntos polêmicos. O mais importante num momento com esse é deixar a pessoa se expressar.

Quando a carência torna-se excessiva

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"Tudo o que é demais enjoa ou cansa"

Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com


O amor acontece por meio de um conjunto de fatores. Dentro do relacionamento existem tanto os pensamentos do homem quanto os da mulher, e eles precisam se completar, mesmo não sendo os mesmos. Assim, é preciso aprender a ceder, a abrir mão de algumas situações, para garantir a felicidade do outro. “Normalmente, as mulheres se apegam mais a todos os detalhes, como datas comemorativas. Em contrapartida, os homens acabam sendo mais dispersos e não pensam como as mulheres gostariam. De qualquer forma, não custa à mulher lembrá-lo, e cabe a ele querer se esforçar ou não para surpreender a parceira”, comenta a psicóloga Manuela Sirlos de Freitas.
Manuela destaca que não são apenas os esquecimentos que acabam desgastando o amor de um casal, mas algumas cobranças também, e até mesmo o modo de se portar diante das situações, das mais simples e corriqueiras, até as complicadas. “A carência excessiva, por exemplo, atrapalha muito a convivência e o futuro de um relacionamento bem estruturado. Todos têm dias de mais sensibilidade, mas isso não pode se tornar corriqueiro, para não se tornar cansativo”, alerta Manuela.
Grande parte das queixas de carência parte primeiramente das mulheres, que se sentem sozinhas e não tão acolhidas pelo parceiro. “Para elas o companheirismo é fundamental, seguido de longas conversas e compreensão, e, quando isso não acontece, dá-se início às reclamações. Mas isso só acontece quando se cria muita expectativa. Então, não fique só esperando algo de bom do seu companheiro, se ele não está como você quer, chame-o e converse, não fique demonstrando só chamego e carência para ele te notar ainda mais. Seja forte e ele terá orgulho da mulher que tem”, diz a psicóloga.
Segundo ela, o homem, naturalmente, cobra mais da mulher que ela seja guerreira, tenha firmeza, consiga sair facilmente de situações em que precisa haver um planejamento, mas não costuma corresponder se doando da mesma forma. Nesse caso, não deixe de cobrá-lo e sugerir modificações também. A doação tem que ser mútua.
“Sentir-se carente é muito perigoso, pois tudo ao redor parece ser melhor que o que a pessoa tem dentro de casa. Em momentos assim, o namorado da amiga é mais carinhoso; o marido da vizinha é mais atencioso com ela que o seu marido com você, e isso abre precedente para que, mesmo inconscientemente, os outros se aproximem mais. Não deixe chegar a esse ponto. Melhore o seu casamento, peça para que seu companheiro ajudar também. Não arrume desculpas para sentir carência”, explica a especialista.
Quando a pessoa é melindrosa
A analista de sistemas Juliana Martins, de 26 anos, percebeu que a carência estava atrapalhando seu relacionamento com o parceiro e resolveu melhorar antes que ele resolvesse terminar o noivado. “Sempre fui uma pessoa muito melindrosa e carente. No começo, meu noivo achava esse meu jeito um charme e sempre me mimava e enchia de carinho. Mas, com o dia a dia, ele foi se cansando e, pacientemente, me mostrava no que eu podia melhorar”, lembra.
De acordo com Juliana, ele nunca ameaçou terminar, mas ela percebeu que a vida do casal não era mais tão intensa como antes e não quis deixar a relação chegar ao fim. “Tudo o que é demais enjoa ou cansa. Ninguém aguenta uma pessoa que a maior parte do tempo é carente. Comecei a me tornar mais firme nas situações, falar das minhas vontades, colocar meu ponto de vista e ouvir a opinião dele também, e tudo melhorou. Hoje posso dizer que tenho uma relação saudável”, finaliza.

Os Amantes

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Tenho me perguntado: Por que há tantos crentes caídos ou fracassados?
Não crêem em Jesus? Não crêem na Bíblia? Não dizem ter o Espírito Santo?
Então, por que têm vivido como sal insípido?
Jesus disse: "…se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor?" (Mt. 5.13)
Eles estão espalhados pelos quatro cantos da Terra. Não há um só lugar que tenho visitado que não encontre sal insípido!
Mas por quê???
A resposta encontrada até agora é: Porque eles nunca se casaram com o Senhor Jesus…
Aceitaram-No muitas e muitas vezes. Mas nunca, jamais se entregaram de fato e de verdade.
Sabe como são os amantes?
Eles se juntam à noite, de vez em quando, mas não se comprometem porque querem ser livres para curtir as aspirações da carne.
Assim também o fazem em relação ao Senhor Jesus. Crêem nEle e isso tem sido suficiente, prático e muuuito confortável.
Mas quando a coisa aperta, correm para a igreja. E se não acham a solução, correm para outra. E vivem assim, como passarinhos, pousando de árvore em árvore buscando resultados.
E o pior é que conhecem bem a Bíblia e ainda tentam ensiná-la aos novatos…
Mas, como sal insípidos, como lhes restaurar o sabor???
Publicado por: Bispo Edir Macedo

Curiosidades de Israel

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Você sabia que na Terra Santa existe peso mínimo para modelos?

Por Amanda Aron
amanda.aron@arcauniversal.com


Para desfilarem nas passarelas em Israel, as modelos precisam apresentar índice de massa corporal (IMC) superior a 18,5. Para se ter uma ideia, a brasileira Gisele Bundchen, por exemplo, que tem IMC de 16,2 , não seria aprovada.
A parlamentar Rachel Adato, autora da lei, disse que fez isso para salvar vidas. “Beleza não é peso abaixo do normal. Beleza não deveria ser confundida com anorexia.”
Israel não foi pioneiro em proibir modelos muito abaixo do peso de desfilarem. A Espanha também aprovou uma lei semelhante, no ano de 2006, em que exige IMC igual ou superior 18.
A legislação também proíbe o uso de imagens em que modelos aparecem abaixo do peso e pede que os anunciantes avisem claramente quando uma foto foi manipulada graficamente.

Ensaios de uma noiva - Parte 12

publicado em 03/04/2012 às 04h50.
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Caí na real

Por Jaqueline Corrêa
jaqueline.correa@arcauniversal.com

Laura é uma jovem que terminou o seu noivado com um homem admirável. Ela nem sabe o motivo dessa decisão, tampouco compreende que o distanciamento foi acontecendo aos poucos, e de forma tão delicada, que, quando percebe, já se encontra longe demais dele. Laura passa a querer preencher essa falta, mas a sua tristeza, no fundo, é saber que o seu amor não está nos lugares onde procura. O dilema de Laura é tentar reencontrar o seu amado, que um dia foi desprezado, e que ela teme agora rejeitá-la.

Segundos. Foi o quanto durou a minha alegria ao vê-lo em minha frente. E meses, o que durou a minha tristeza. Assim que cruzei o corredor de casa, a minha mãe me viu entrar no quarto, e me seguiu. Abaixei a cabeça, porque não queria olhar nos olhos de ninguém, estava parecendo um bicho acuado. Entrei no quarto e tentei fechar a porta. Mas, não suportei ficar sozinha. Sussurrei...
– Mãe...
É engraçado como nessas horas esquecemos o nosso orgulho, e o nosso coração se transforma em um solo extremamente fértil, que aceita qualquer semente que lançarem nele. O problema é o tipo de semente. Se for boa, será para o nosso proveito, mas se for ruim, é bem provável que nos deixe ainda mais pra baixo.

Leia os capítulos anteriores

A minha mãe foi fundamental. Esqueci-me do meu orgulho, das nossas discussões até de alguns desentendimentos. Era como se ela já soubesse o que estava se passando comigo. E sabia exatamente o que faltava para mim.
Foi quando ela me falou do meu ex-noivo. Imediatamente lembrei os grandes momentos que passamos juntos, de quando era realmente feliz e não imaginava. Ah, quanta bobagem fiz! Se eu pudesse voltar atrás, jamais deixaria alguém que me fez tão feliz, e que, por certo, continuaria a me fazer, por qualquer outra coisa, qualquer sentimento ou pessoa.
Naquele mesmo dia, me arrumei e saí. Resolvi dar uma chance ao que a minha mãe falava tanto. Vesti a mesma calça preta e camisa bege que havia separado para comemorar aquela data tão especial.
Não comi nada, e, para ser sincera, estava tão desanimada, que até a vontade de tomar banho sumiu. Era como se eu tivesse medo de que a água não fosse capaz de lavar apenas a sujeira externa. Desejava que ela me lavasse por dentro também, que tirasse as angústias das minhas entranhas, mas eu sabia que era impossível. E, se não era possível, para que água, banho? Não adiantaria nada, eu pensava.
Mas, com o sacolejo da minha mãe, tive que cair na real. Para que sofrer mais? Por que ficar longe de alguém que tanto me ama? 
Então, tomei a atitude de ir ao encontro do meu ex-noivo.
Para ele poderia ter sido uma surpresa; mas, para mim, o encontro foi mais surpreendente do que eu mesma poderia imaginar.

Aguarde a continuação...

segunda-feira, 2 de abril de 2012

O ladrão de corações

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Veja como alguém que sabe usar as emoções é capaz de roubar o coração das pessoas.
A Bíblia conta que Absalão, filho do Rei Davi, planejou em seu coração tomar o trono de Israel. Devido a uma grande mágoa que nutria do próprio pai, Absalão se tornou o maior inimigo do rei. Porém, como poderia o jovem obter o apoio do povo para reinar no lugar de seu pai enquanto este ainda estava vivo? Como poderia o povo se voltar contra Davi, quem lutou suas guerras sempre vitorioso, a quem tanto amavam?
Absalão precisava ganhar o coração das pessoas para si. Veja como ele o fez (meus comentários estão em vermelho):
Depois disto, Absalão fez aparelhar para si um carro e cavalos e cinquenta homens que corressem adiante dele.
Vemos aqui que ele usou da ostentação (carro, cavalos) e do apoio de cinquenta homens para iniciar seu plano. O falso líder usa de bens materiais para subornar seus súditos e arrebanhar mais seguidores. O verdadeiro líder não está em busca de seguidores, mas de ajudar as pessoas; acaba se tornando líder pelo respeito que ganha delas.
Levantando-se Absalão pela manhã, parava à entrada da porta; e a todo homem que tinha alguma demanda para vir ao rei a juízo, o chamava Absalão a si e lhe dizia: De que cidade és tu? Ele respondia: De tal tribo de Israel é teu servo.
Absalão se colocava estrategicamente onde estavam as pessoas infelizes e insatisfeitas. Essas pessoas normalmente são alvos do ladrão de corações.
Então, Absalão lhe dizia: Olha, a tua causa é boa e reta, porém não tens quem te ouça da parte do rei.
Aqui Absalão fazia a pessoa sentir-se abandonada pelo rei, culpando-o dos problemas dela. O ladrão de corações quer sempre fazer com que a pessoa busque alguém para culpar por seus infortúnios, nunca fazer com que ela dependa de si mesma para mudar sua situação.
Dizia mais Absalão: Ah! Quem me dera ser juiz na terra, para que viesse a mim todo homem que tivesse demanda ou questão, para que lhe fizesse justiça!
Depois de queimar a imagem do rei, Absalão exaltava a sua própria como o bonzinho da história. O ladrão de corações segue a mesma estratégia: se fazer de bom e queimar a imagem do verdadeiro líder.
Também, quando alguém se chegava para inclinar-se diante dele, ele estendia a mão, pegava-o e o beijava.
As pessoas se curvavam perante Absalão, por respeito a ele como filho do rei, mas ele estendia a mão para elas, as abraçava e beijava como quem dizia: “Levanta. Eu sou igual a você, sou seu irmão, seu amigo. Não sou como o rei que está lá longe e você nunca nem sequer consegue vê-lo.” O ladrão de corações se faz amigo, gosta de abraçar, de fazer as pessoas se sentirem amadas e queridas. É claro que na verdade ele não está nem aí para elas, apenas está interessado em usá-las.
Desta maneira fazia Absalão a todo o Israel que vinha ao rei para juízo e, assim, ele furtava o coração dos homens de Israel. (2 Samuel 15:1-6)
Desta maneira—com armas emotivas—Absalão roubou o coração do povo para si. Ao fim de quatro anos fazendo isso, conseguiu que a grande maioria de Israel o apoiasse, até mesmo pessoas mais íntimas do rei. E o inimaginável aconteceu: Absalão tomou o trono de Israel do próprio pai, o qual teve que fugir como se ele fosse o ladrão…
Você tem guardado o seu coração das emoções? Está protegido contra os que usam as emoções para tentar lhe manipular e avançar seus próprios interesses?
Deveras, o meu povo está louco, já não me conhece; são filhos néscios e não inteligentes; são sábios para o mal e não sabem fazer o bem. Jeremias 4:22

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Bispo Renato Cardoso