SALMOS

"INSTRUIR-TE-EI E TE ENSINAREI O CAMINHO QUE DEVES SEGUIR; E, SOB AS MINHAS VISTAS, TE DAREI CONSELHO. NÃO SEJAIS COMO O CAVALO OU A MULA, SEM ENTENDIMENTO, OS QUAIS COM FREIOS E CABRESTOS SÃO DOMINADOS; DE OUTRA SORTE NÃO TE OBEDECEM."

SALMOS 32:8 e 9
































































quarta-feira, 4 de abril de 2012

Revoltado x Acomodado

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Cabe à própria pessoa valorizar a sua vida, família, saúde, prosperidade, fé, salvação

(*) Bispo Júlio Freitas
redacao@arcauniversal.com



Tanto o revoltado como o acomodado mostra nas suas atitudes o estado do seu espírito, e tal como temos falado e ensinado, o nosso exterior depende do nosso interior. Mas o que é que me faz revoltado ou acomodado? E que benefícios ou malefícios me trazem a revolta e a acomodação? 

“Quando o valente, bem armado, guarda a sua própria casa, ficam em segurança todos os seus bens” (Lucas 11.21).

E quem é o valente bem armado a quem o Senhor Jesus se refere? A cada um de nós! Pois, cabe à própria pessoa valorizar a sua vida, família, saúde, prosperidade, fé, salvação… estando sempre bem armada. E quais são as três armas básicas que estão ao alcance de todo o cristão? O nome de Jesus, a Palavra de Deus e o Espírito Santo. Então, o Senhor Jesus deixa bem claro que temos de estar bem armados e guardar a nossa própria casa. Pois, ninguém poderá guardar a vida de ninguém, afinal, cabendo a cada um fazê-lo por si mesmo! E todos os nossos bens (salvação, saúde, casamento, prosperidade, dignidade, fé…) dependem apenas da nossa valentia. Só que nem todo o forte é valente, já todo o valente é forte. E daí a revolta! É ela que nos torna sinceros e nos liberta da hipocrisia e da acomodação.

“Sobrevindo, porém, um mais valente do que ele, vence-o, tira-lhe a armadura em que confiava e lhe divide os despojos” (Lc 11.22).

Quantos, infelizmente, foram e são surpreendidos por este valente (injustiças), o qual roubou, tirou e arrancou das suas vidas a saúde que tinham, a união familiar de que desfrutavam, a prosperidade que possuíam, a paz e o equilíbrio emocional que gozavam. Enfim, o mal apresenta-se como um valente, com ódio e fúria, vindo contra o ser humano, pois, tem um só objetivo que é matar, roubar e destruir.

Todavia, muitos, infelizmente, ao verem esta situação de injustiças e de perdas, o que é que fazem? Nada, absolutamente nada! Esperando que, com o tempo, as coisas melhorem, que os outros os ajudem e que por “sorte” o seu destino mude. Esses são os acomodados, os quais são surpreendidos por este valente chamado injustiça, que inclui as doenças, as brigas, os vícios, as separações, as dívidas, o desemprego, as desilusões amorosas, enfim, tudo o que é mau. E porque ficam passivos diante das situações negativas, as suas vidas são de completo fracasso e derrota. Afinal, o acomodado adapta-se, conforma-se e acostuma-se aos problemas. Nem Deus pode fazer nada por ele, ainda que seja o Todo Poderoso, pois, O mesmo está sempre sujeito à nossa ação e como não há ação por parte do acomodado, então, Ele fica impossibilitado de reagir. 

Só que Deus quer fazer uma reviravolta na nossa vida, mas para isso tem que haver em cada um de nós uma revolta. Então, como podemos revoltarmo-nos contra este valente? Sendo mais valentes e violentos do que ele, pois para arrancar dele o que ele nos roubou, é necessário essa violência, ira e ódio contra ele, ou seja, contra todo o mal e todas as injustiças existentes na nossa vida. Esse é o segredo para vencer o mal, isto é, é ser mais valente e violento do que ele, ter mais raiva e ódio dele do que ele tem de nós e da nossa família. E quando há essa revolta, então, partimos para cima dele com toda a certeza de que o vamos vencer.

Sabe uma coisa, o acomodado até tenta mudar de vida, mas não consegue, pois, quando tentamos apenas, não colocamos aí toda a nossa força, já que sabemos que corremos o risco de perder e porque não queremos perder, então, não colocamos toda a nossa força, ficando sempre com reservas, caso as coisas não venham surtir efeito. E essa é a maior diferença entre o acomodado e o revoltado. O revoltado não tenta, não guarda reservas e coloca toda a sua força, pois, já sabe o resultado da sua ação. Então, lembre-se de que não basta ser valente como o mal é, pois, temos de ser mais valentes e violentos do que ele!

“Quem não é por mim é contra mim; e quem comigo não ajunta espalha” (Lc 11.23).

O Senhor Jesus foi, é e sempre será um revoltado! Ele chegou ao extremo de ir ao inferno lutar por nós de tão revoltado que é! Ele é tão revoltado que chegou ao extremo de morrer na cruz levando os nossos pecados, para que possamos ser salvos, realizados e filhos de Deus. E Ele deixa bem claro na Sua Palavra que quem estiver na Sua mão não será atingido, só que o difícil é chegar lá!

Envelhecimento: como abordar essa questão?

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Devemos propor debates sobre diversos temas enquanto o idoso tem autonomia para opinar

Da Redação
redacao@arcauniversal.com


A expectativa de vida do brasileiro ao nascer alcançou 73,5 anos em 2010, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa é uma tendência mundial. Diante da realidade, é necessário que se aborde mais, com os idosos, discussões relativas à qualidade de vida da terceira idade.
“Não devem existir assuntos tabus. E é enquanto o idoso tem autonomia que ele deve informar a seus familiares como deseja envelhecer”, afirma a médica Renata Diniz, diretora de uma empresa especializada em cuidados domiciliares para esse público específico.
Para a médica Vanessa Morais, também diretora da empresa, se houver resistência em falar, por parte do idoso, uma alternativa é abordar os temas em conversas informais. Assuntos que estão nos jornais do dia, o avanço da medicina, a profissão de cuidador e a economia atual, por exemplo, são ótimas opções para se conhecer o posicionamento de uma pessoa.
Abaixo, as profissionais enumeraram algumas estratégias de abordagem:
Comente um fato que aconteceu a outra pessoa: fale sobre quando a tia de um amigo estava muito doente e o médico explicou à família todas as possíveis opções de tratamento. Explique que foi difícil para o familiar decidir o que era certo ou errado, naquele momento, sem ter conhecimento da opinião do parente enferma;
Comente eventos atuais, que repercutiram na mídia: notícias sobre acontecimentos recentes abrem espaço para se perguntar o que a pessoa faria na mesma situação, e iniciam grandes debates que podem deslanchar para diversos outros assuntos, de saúde (doenças, tratamentos) à economia (planejamento financeiro);
Debata temas de livros e filmes: alugar um filme como “O Filho da Noiva” pode criar uma abertura para abordagem da doença de alzheimer. O mesmo pode acontecer com a leitura de um livro. Até mesmo um comercial de tevê, destinado a espectadores mais velhos, pode preparar o terreno para introduzir um assunto;
Compartilhe seus planos e impressões sobre um assunto: utilizar-se como um exemplo pode ser uma boa tática. Faça o seu próprio planejamento avançado de cuidados na velhice, enquanto você é jovem e saudável, e peça a seus pais e avós para fazerem o mesmo;
Seja receptivo, caso o próprio idoso introduza o assunto: nunca diga: “Você ainda é tão jovem”; “Você ainda está muito bem.” Aproveite a oportunidade para ouvir o que a pessoa pensa sobre o assunto, e não a prive nem interrompa em caso de assuntos polêmicos. O mais importante num momento com esse é deixar a pessoa se expressar.

Quando a carência torna-se excessiva

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"Tudo o que é demais enjoa ou cansa"

Por Débora Ferreira
debora.ferreira@arcauniversal.com


O amor acontece por meio de um conjunto de fatores. Dentro do relacionamento existem tanto os pensamentos do homem quanto os da mulher, e eles precisam se completar, mesmo não sendo os mesmos. Assim, é preciso aprender a ceder, a abrir mão de algumas situações, para garantir a felicidade do outro. “Normalmente, as mulheres se apegam mais a todos os detalhes, como datas comemorativas. Em contrapartida, os homens acabam sendo mais dispersos e não pensam como as mulheres gostariam. De qualquer forma, não custa à mulher lembrá-lo, e cabe a ele querer se esforçar ou não para surpreender a parceira”, comenta a psicóloga Manuela Sirlos de Freitas.
Manuela destaca que não são apenas os esquecimentos que acabam desgastando o amor de um casal, mas algumas cobranças também, e até mesmo o modo de se portar diante das situações, das mais simples e corriqueiras, até as complicadas. “A carência excessiva, por exemplo, atrapalha muito a convivência e o futuro de um relacionamento bem estruturado. Todos têm dias de mais sensibilidade, mas isso não pode se tornar corriqueiro, para não se tornar cansativo”, alerta Manuela.
Grande parte das queixas de carência parte primeiramente das mulheres, que se sentem sozinhas e não tão acolhidas pelo parceiro. “Para elas o companheirismo é fundamental, seguido de longas conversas e compreensão, e, quando isso não acontece, dá-se início às reclamações. Mas isso só acontece quando se cria muita expectativa. Então, não fique só esperando algo de bom do seu companheiro, se ele não está como você quer, chame-o e converse, não fique demonstrando só chamego e carência para ele te notar ainda mais. Seja forte e ele terá orgulho da mulher que tem”, diz a psicóloga.
Segundo ela, o homem, naturalmente, cobra mais da mulher que ela seja guerreira, tenha firmeza, consiga sair facilmente de situações em que precisa haver um planejamento, mas não costuma corresponder se doando da mesma forma. Nesse caso, não deixe de cobrá-lo e sugerir modificações também. A doação tem que ser mútua.
“Sentir-se carente é muito perigoso, pois tudo ao redor parece ser melhor que o que a pessoa tem dentro de casa. Em momentos assim, o namorado da amiga é mais carinhoso; o marido da vizinha é mais atencioso com ela que o seu marido com você, e isso abre precedente para que, mesmo inconscientemente, os outros se aproximem mais. Não deixe chegar a esse ponto. Melhore o seu casamento, peça para que seu companheiro ajudar também. Não arrume desculpas para sentir carência”, explica a especialista.
Quando a pessoa é melindrosa
A analista de sistemas Juliana Martins, de 26 anos, percebeu que a carência estava atrapalhando seu relacionamento com o parceiro e resolveu melhorar antes que ele resolvesse terminar o noivado. “Sempre fui uma pessoa muito melindrosa e carente. No começo, meu noivo achava esse meu jeito um charme e sempre me mimava e enchia de carinho. Mas, com o dia a dia, ele foi se cansando e, pacientemente, me mostrava no que eu podia melhorar”, lembra.
De acordo com Juliana, ele nunca ameaçou terminar, mas ela percebeu que a vida do casal não era mais tão intensa como antes e não quis deixar a relação chegar ao fim. “Tudo o que é demais enjoa ou cansa. Ninguém aguenta uma pessoa que a maior parte do tempo é carente. Comecei a me tornar mais firme nas situações, falar das minhas vontades, colocar meu ponto de vista e ouvir a opinião dele também, e tudo melhorou. Hoje posso dizer que tenho uma relação saudável”, finaliza.

Os Amantes

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Tenho me perguntado: Por que há tantos crentes caídos ou fracassados?
Não crêem em Jesus? Não crêem na Bíblia? Não dizem ter o Espírito Santo?
Então, por que têm vivido como sal insípido?
Jesus disse: "…se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor?" (Mt. 5.13)
Eles estão espalhados pelos quatro cantos da Terra. Não há um só lugar que tenho visitado que não encontre sal insípido!
Mas por quê???
A resposta encontrada até agora é: Porque eles nunca se casaram com o Senhor Jesus…
Aceitaram-No muitas e muitas vezes. Mas nunca, jamais se entregaram de fato e de verdade.
Sabe como são os amantes?
Eles se juntam à noite, de vez em quando, mas não se comprometem porque querem ser livres para curtir as aspirações da carne.
Assim também o fazem em relação ao Senhor Jesus. Crêem nEle e isso tem sido suficiente, prático e muuuito confortável.
Mas quando a coisa aperta, correm para a igreja. E se não acham a solução, correm para outra. E vivem assim, como passarinhos, pousando de árvore em árvore buscando resultados.
E o pior é que conhecem bem a Bíblia e ainda tentam ensiná-la aos novatos…
Mas, como sal insípidos, como lhes restaurar o sabor???
Publicado por: Bispo Edir Macedo

Curiosidades de Israel

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Você sabia que na Terra Santa existe peso mínimo para modelos?

Por Amanda Aron
amanda.aron@arcauniversal.com


Para desfilarem nas passarelas em Israel, as modelos precisam apresentar índice de massa corporal (IMC) superior a 18,5. Para se ter uma ideia, a brasileira Gisele Bundchen, por exemplo, que tem IMC de 16,2 , não seria aprovada.
A parlamentar Rachel Adato, autora da lei, disse que fez isso para salvar vidas. “Beleza não é peso abaixo do normal. Beleza não deveria ser confundida com anorexia.”
Israel não foi pioneiro em proibir modelos muito abaixo do peso de desfilarem. A Espanha também aprovou uma lei semelhante, no ano de 2006, em que exige IMC igual ou superior 18.
A legislação também proíbe o uso de imagens em que modelos aparecem abaixo do peso e pede que os anunciantes avisem claramente quando uma foto foi manipulada graficamente.

Ensaios de uma noiva - Parte 12

publicado em 03/04/2012 às 04h50.
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Caí na real

Por Jaqueline Corrêa
jaqueline.correa@arcauniversal.com

Laura é uma jovem que terminou o seu noivado com um homem admirável. Ela nem sabe o motivo dessa decisão, tampouco compreende que o distanciamento foi acontecendo aos poucos, e de forma tão delicada, que, quando percebe, já se encontra longe demais dele. Laura passa a querer preencher essa falta, mas a sua tristeza, no fundo, é saber que o seu amor não está nos lugares onde procura. O dilema de Laura é tentar reencontrar o seu amado, que um dia foi desprezado, e que ela teme agora rejeitá-la.

Segundos. Foi o quanto durou a minha alegria ao vê-lo em minha frente. E meses, o que durou a minha tristeza. Assim que cruzei o corredor de casa, a minha mãe me viu entrar no quarto, e me seguiu. Abaixei a cabeça, porque não queria olhar nos olhos de ninguém, estava parecendo um bicho acuado. Entrei no quarto e tentei fechar a porta. Mas, não suportei ficar sozinha. Sussurrei...
– Mãe...
É engraçado como nessas horas esquecemos o nosso orgulho, e o nosso coração se transforma em um solo extremamente fértil, que aceita qualquer semente que lançarem nele. O problema é o tipo de semente. Se for boa, será para o nosso proveito, mas se for ruim, é bem provável que nos deixe ainda mais pra baixo.

Leia os capítulos anteriores

A minha mãe foi fundamental. Esqueci-me do meu orgulho, das nossas discussões até de alguns desentendimentos. Era como se ela já soubesse o que estava se passando comigo. E sabia exatamente o que faltava para mim.
Foi quando ela me falou do meu ex-noivo. Imediatamente lembrei os grandes momentos que passamos juntos, de quando era realmente feliz e não imaginava. Ah, quanta bobagem fiz! Se eu pudesse voltar atrás, jamais deixaria alguém que me fez tão feliz, e que, por certo, continuaria a me fazer, por qualquer outra coisa, qualquer sentimento ou pessoa.
Naquele mesmo dia, me arrumei e saí. Resolvi dar uma chance ao que a minha mãe falava tanto. Vesti a mesma calça preta e camisa bege que havia separado para comemorar aquela data tão especial.
Não comi nada, e, para ser sincera, estava tão desanimada, que até a vontade de tomar banho sumiu. Era como se eu tivesse medo de que a água não fosse capaz de lavar apenas a sujeira externa. Desejava que ela me lavasse por dentro também, que tirasse as angústias das minhas entranhas, mas eu sabia que era impossível. E, se não era possível, para que água, banho? Não adiantaria nada, eu pensava.
Mas, com o sacolejo da minha mãe, tive que cair na real. Para que sofrer mais? Por que ficar longe de alguém que tanto me ama? 
Então, tomei a atitude de ir ao encontro do meu ex-noivo.
Para ele poderia ter sido uma surpresa; mas, para mim, o encontro foi mais surpreendente do que eu mesma poderia imaginar.

Aguarde a continuação...