SALMOS

"INSTRUIR-TE-EI E TE ENSINAREI O CAMINHO QUE DEVES SEGUIR; E, SOB AS MINHAS VISTAS, TE DAREI CONSELHO. NÃO SEJAIS COMO O CAVALO OU A MULA, SEM ENTENDIMENTO, OS QUAIS COM FREIOS E CABRESTOS SÃO DOMINADOS; DE OUTRA SORTE NÃO TE OBEDECEM."

SALMOS 32:8 e 9
































































domingo, 12 de fevereiro de 2017

2º Dia do Jejum de Daniel

Fé e Confiança
Esperei com paciência no SENHOR, e Ele Se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor. Salmos 40.1
Esperar com paciência no SENHOR é confiar. A confiança é uma virtude dos maduros na fé. Como a decolagem do avião, assim é a fé; a confiança é como a viagem cruzeiro (botão automático).
Tanto a fé como a confiança são frutos do Espírito Santo. Uma depende da outra. A fé que remove montanhas depende da confiança para que a montanha siga caminhando.
Muitos têm tido fé para conquistar mundos e fundos, porém, se perdem no confronto de uma tempestade passageira. O difícil não é conquistar, mas manter a conquista. É como o casamento: não é difícil casar, mas manter o casamento…
Davi era experiente e fervoroso herói de guerra, mas também teve de aprender a confiar em Deus. Nos momentos de extrema angústia, cercado por inimigos ferozes, pela fé clamava… Mas com a confiança se mantinha na expectativa da resposta. Não foi à toa que confessou:
Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque Tu (SENHOR) estás comigo; a Tua vara e o Teu cajado me consolam.” Salmo 23.4
Infelizmente, a maioria cristã tem começado bem na fé, mas tem terminado mal por conta da ausência da confiança. Enquanto escrevo estas linhas, lembro dos momentos de grandes conflitos e, confesso, se não fosse o batismo com o Espírito Santo, não estaria aqui…
Enquanto você está lendo este texto, certamente nasce dentro de si um desejo enorme de receber o Selo do Espírito de Deus. Então, vá agora mesmo para um lugar reservado e ore assim:
Senhor Jesus, porque eu creio em Ti como meu SENHOR e Salvador, possua-me por inteiro e faça do meu corpo a Tua morada e a Tua vontade!…
Em o Nome do Senhor Jesus Cristo, amém!
Então aguarde no seu lugar reservado (Jerusalém) o derramamento do Espírito Santo.
Bispo Edir Macedo
Bispo Edir Macedo

1º Dia do Jejum de Daniel

Deus ouve tudo!
Enfadais o Senhor com vossas palavras; e ainda dizeis: Em que O enfadamos? Nisto, que pensais: Qualquer que faz o mal passa por bom aos olhos do Senhor, e desses é que Ele Se agrada; ou: Onde está o Deus do juízo? Malaquias 2.17
Os nossos pensamentos são palavras aos ouvidos de Deus. A oração é na verdade extensão de tudo o que pensamos. Quando usamos as palavras, Deus já ouviu todos os nossos pensamentos.
Na passagem de Gênesis 18.12-15, Sara disse que não riu, não saiu nada da sua boca, mas o Senhor ouviu seu riso.
Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, (pensamento) no coração, já adulterou com ela. Mateus 5.27,28
Os pensamentos são palavras para Deus.
Alguém pergunta: Como controlar meus pensamentos?
Porque do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias.Mateus 15.19
Tende cuidado, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus Vivo.Hebreus 3.12
A advertência aqui, não é para os incrédulos, é para os convertidos, os irmãos.
De boas palavras transborda o meu coração… Salmos 45.1
Alimente-se da Palavra de Deus, aproveite o Jejum de Daniel e faça o seu coração transbordar do Espírito de Deus.
Bispo Gonçalves
Colaborou: Bispo Gonçalves

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Para quem tem fome de Deus

Mesmo sendo cristãos e conhecedores da Palavra de Deus, corremos o risco de sermos absorvidos com preocupações terrenas e temporárias, de modo que, sem nos darmos conta, ficamos envolvidos além do normal com este mundo. Não estou dizendo envolvidos em práticas pecaminosas, mas encantados, a ponto de apreciar sobremaneira aquilo que é “permitido, legítimo e até correto”, mas que fazem parte desta vida e não do Reino de Deus. São os prazeres aparentemente inocentes, que têm roubado o crescimento espiritual de muitas pessoas.
Para saber a verdadeira condição da alma, basta fazer um teste rápido sobre o que mais desejamos e o que mais ocupa a nossa mente. Por exemplo, se nosso maior anelo não é por Deus e por Sua Palavra, ou seja, se Ele não é Quem faz meu coração suspirar e desejar mais que tudo neste mundo, significa que eu não tenho fome suficiente dEle.
Isso mesmo! A falta de fome pelo Altíssimo em nosso meio tem sido grande, sabe por quê? As pessoas estão abarrotadas de outros anseios.
O interior está entulhado de coisas “mais fascinantes” que lhes dão mais prazer que o Senhor. Por isso, a proposta do Jejum de Daniel é tão necessária para os nossos dias.
A prática do jejum, como ferramenta espiritual, é muito antiga, por isso, quando o Senhor Jesus ensinou no Evangelho de Mateus sobre o jejum, Ele disse: “E, quando jejuardes (…)”(Mt 6.16). O “quando” deixa subentendido que todos jejuavam. Esta afirmação pressupõe que o jejum era algo muito comum naqueles dias, e ele também deve ser contemporâneo e atual para nós.
À princípio, o entendimento da palavra “jejum” significa uma abstinência total ou parcial de alimentos e água, mas é também se abster de prazeres ou daquilo que é bom para ter aquilo que é melhor ainda. Isto é, abrimos mão do que é agradável pelo que é excelente; do que é imperfeito pelo que é perfeito; do que é passageiro pelo que é eterno.
Contudo, só conseguem entender isso aqueles que dão prioridade para o que é prioridade: sua comunhão com Deus.
Nos vemos na próxima semana. Até lá! 🙂
Little girl saying her bedtime prayers

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Colaborou: Núbia Siqueira

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Vaidade e insegurança, as irmãs gêmeas

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Desde criança, sempre fui um tanto vaidosa. Gostava de usar acessórios, roupas novas, e arrumar o meu armário. Até que na minha adolescência, mudamos para o exterior, e lá me senti uma verdadeira extraterrestre por não me vestir como as outras meninas. Foi então que, aos doze anos, comecei a me maquiar, raspar a perna, e me inteirar melhor com a moda. Lembro-me de me sentir inferior às outras meninas da escola, pois elas estavam sempre com roupas novas, e eu com as mesmas de sempre. Foi nessa época que comecei a me tornar extremamente vaidosa. Usava as roupas da minha mãe para fingir que tinha roupa nova e não ter de usar as mesmas toda semana.
Quando voltei a morar no Brasil, já era uma jovem mulher de 16 anos e com o meu próprio estilo. Mas isso durou pouco. Ao me casar, tinha uma ideia bem errada de que agora eu teria de deixar de me vestir jovial para me vestir como uma jovem senhora, rsrsrsrs… Lá se foi a Cris moderna para uma Cris cafonérrima! Fiquei nessa cafonice até uns sete anos de casada, quando comecei a me sentir tão insegura comigo mesma (devido aos problemas de casamento) que comecei a comprar roupa para me sentir melhor. Comprava roupa, sapato, acessório, e mudava o meu corte de cabelo constantemente. Na época, eu pensava que eu era assim, intrépida, sempre querendo ser diferente (<- coitada, que nada!).
Voltei a ser vaidosa novamente, e com o meu estilo próprio. Minhas amigas me admiravam e acabavam se vestindo igual, o que me deixava ainda mais vaidosa… Mas por mais que elas me falassem que eu era bonita, ainda assim me sentia insegura a respeito de mim mesma. Morria de ciúmes do Renato conversando com outras mulheres, tinha a sensação de que era inferior a elas por alguma razão… e lá ia eu de novo, comprar uma roupinha nova para me sentir melhor.
Interessante que eu era vaidosa e insegura ao mesmo tempo. Como pode?
Pois é, o que eu não sabia é que as duas andam juntinhas, a vaidade e a insegurança são irmãs gêmeas. 🙁
Vejamos o que o dicionário diz a respeito da vaidade:
vaidade (chamada também de orgulho, ostentação, presunção, futilidade, algo sem valor, soberba ou amor próprio) é o desejo de atrair a admiração das outras pessoas. Uma pessoa vaidosa cria uma imagem pessoal para transmitir aos outros, com o objetivo de ser admirada e invejada.
Ou seja… se você precisa atrair a admiração das outras pessoas e criar uma imagem pessoal para transmitir aos outros com o objetivo de ser admirada e invejada, é porque é tão insegura de si mesma que precisa da opinião alheia para se sentir bem!
Contrário ao que eu pensava, que a vaidade fazia parte do meu perfil de mulher, ela fazia parte de um perfil inseguro, que precisava da atenção alheia. Mesmo já tendo o Espírito Santo, havia esse mal lá no fundinho do meu ser, não porque Ele não quis remover, mas porque eu não o enxergava como algo tão ruim assim…
Enquanto não olharmos para a vaidade como algo ruim, que está associada a uma insegurança, e como o dicionário descreve acima, o orgulho e a futilidade, vamos continuar a tolerá-la em nossas vidas, não permitindo que o Espírito Santo tenha tanto acesso assim ao nosso dia a dia… como se tivéssemos um cantinho em nós que Ele não pudesse tocar. #triste
Ah Cris, eu não sou assim… nunca fui vaidosa!
Pois é, é aí que você se engana! A vaidade não está somente associada à nossa aparência… quem dera! Ela está associada a quase tudo nessa vida, infelizmente. 🙁
  • Quando você tem de ter um diploma para mostrar aos outros
  • Quando você tem de mostrar através de suas redes sociais o quão “feliz” é
  • Quando você tem de vestir aquele número de roupa, senão dá-lhe dieta e fome!
  • Quando você tem de saber tudo que está acontecendo para mostrar aos outros o quão inteligente é
  • Quando você tem de estar em um relacionamento para mostrar para os outros que está com alguém
  • Quando você tem de usar aquela marca que todo mundo conhece
E por aí vai…
Como já dizia Salomão:
“Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade… Todas as coisas são trabalhosas; o homem não o pode exprimir; os olhos não se fartam de ver, nem os ouvidos se enchem de ouvir. O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol. Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Já foi nos séculos passados, que foram antes de nós. Já não há lembrança das coisas que precederam, e das coisas que hão de ser também delas não haverá lembrança, entre os que hão de vir depois.” Eclesiastes 1:2-11
Salomão foi o homem mais sábio do mundo, mas um dia ele teve de reconhecer que até a sua sabedoria vinha de uma certa vaidade…
“Porque na muita sabedoria há muito enfado; e o que aumenta em conhecimento, aumenta em dor.” Eclesiastes 1:18
Se os olhos não se cansam de ver, se a mente não se cansa de saber, se nós não nos cansamos de ter mais, o que fazer?
É por isso que o Jejum de Daniel é tão importante… Nós estamos literalmente fazendo um detox das nossas vaidades. Não vemos nada, não ouvimos nada, não compramos nada, não seguimos ninguém. Vamos aproveitá-lo portanto para nos desfazer das vaidades que pensamos fazer parte de nossas vidas!
Mulheres, aceitem a idade, aceitem o próprio corpo, aceitem seus “defeitos” físicos, aceitem aquela gordurinha que dizem não poder fazer parte do corpo feminino – elas fazem parte sim, até porque, vejam como elas são perseverantes, kkkkk!
A partir do dia que aceitarmos quem somos e o que temos, vamos ser seguras de nós mesmas e ninguém mais vai poder nos  inferiorizar! Conseguiremos investir mais no interior e, assim, chamar atenção dAquele que realmente importa!
Na fé.
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Colaborou: Cristiane Cardoso