SALMOS

"INSTRUIR-TE-EI E TE ENSINAREI O CAMINHO QUE DEVES SEGUIR; E, SOB AS MINHAS VISTAS, TE DAREI CONSELHO. NÃO SEJAIS COMO O CAVALO OU A MULA, SEM ENTENDIMENTO, OS QUAIS COM FREIOS E CABRESTOS SÃO DOMINADOS; DE OUTRA SORTE NÃO TE OBEDECEM."

SALMOS 32:8 e 9
































































quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Última tragédia local

Fiquei chocada ao ouvir no domingo passado que as irmãs Maria e Marya Castilho, amigas de Lily, membro do Sisterhood in Houston, haviam morrido naquele fim de semana. Como você pode imaginar, Lily ficou desconsolada, assim como toda a sua escola. Não se fala em outra coisa além do acidente e o luto continua ... Tenho orado para a família de Maria, especialmente à sua mãe por perder tanto em um dia.

Mas eu não estou escrevendo este blog para falar sobre as mortes, mas o que ocasionou as mesmas. Não é nisso que devemos realmente nos focalizar agora? As duas lindas garotas morreram e nunca mais vão voltar. A família e os amigos ficaram para trás sem nada, mas com um dia terrível a ser lembrado pelo resto de suas vidas.

Ninguém fala sobre o lugar e as pessoas com quem elas estavam naquele dia. Todo mundo parece pensar apenas que esses detalhes são relevantes, agora é assim?

Não deveríamos ajudar os jovens a compreender que tragédias são conseqüências dos lugares e das pessoas com as quais escolhemos frequentar e estarmos juntos? Eu sou a única que consigo enxergar isso? Por que a mídia não nos faz o favor de ao invés de ficar enchendo nossas cabeças com notícias terríveis o tempo todo, não nos diz como evitá-las?

Nos night clubs, você vai encontrar um monte de bebedeira, xingamento, tabagismo, drogas, sexo, conversas e comportamentos inapropriados, e o pior de tudo; pessoas como este motorista, totalmente fora de si para entender como se dirige um carro. Milhares de pessoas morrem ano após ano por causa deste erro em julgamento... será que ninguém nunca vai fazer nada para evitar o problema? Você sinceramente acredita que uma simples lei "NÃO BEBA E DIRIJA” vai impedir esses jovens de continuar fazendo isso cada vez mais?

Quantos jovens mais estão dispostos a desperdiçar o seu futuro em uma inútil noite de “diversão”?
Pare de ir a esses lugares. Pare de pensar que só porque você é jovem, você tem o direito de ter "alguma diversão" ... Eu vou lhe dizer o que é divertido.

A diversão é eterna. Não dura apenas uma noite.

Diversão é contagiosa. Quando somos alegres, não precisamos ir a lugar algum para nos divertimos - as pessoas vêm até nós!

Diversão é agradável. Você não se sente usada, abusada ou aproveitada.

Diversão é respeitável. Você nunca se diverte as custas dos erros e das falhas dos outros.

Eu nunca fui e quis ir à night clubs, porque eu sempre tive toda a diversão que eu precisava na minha vida. Essa é uma das bênçãos que vem ao encontro daqueles que têm um relacionamento com Deus.
 

Bons Olhos

Espalhe por aí
 
Publicado por: Bispo Edir Macedo

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Quando fazemos Deus parar?

Há algo muito importante de que deve ter conhecimento e aprender: como o nosso sonho é realizado. Muitas pessoas alegam não ter as suas orações, os seus pedidos respondidos ou os seus sonhos realizados, devido ao facto de não saberem orar como deve ser. E isso não é verdade!

Deus ouve a todos, mas Ele só responde àqueles que materializam a sua fé, ainda que estes não peçam nada. O seu sacrifício faz Deus responder-lhe e a sua atitude ao materializar a sua fé faz Deus atender à sua necessidade, ainda que não abra a boca e não diga uma palavra. O seu sacrifício clama por si! E vou provar isso com a Bíblia:

‘Certa mulher que, havia doze anos, vinha sofrendo de uma hemorragia, e a quem ninguém tinha podido curar [e que gastara com os médicos todos os seus haveres] …’ (Lc 8.43).

Três coisas me chamaram a atenção:

A primeira:

É que havia uma mulher de condições, pois, se vir também o evangelho de Marcos, diz que ela gastou toda a sua riqueza. Infelizmente, por ter uma boa condição económica não teve por que recorrer a Deus, mas sim aos médicos. E mesmo crendo n’Ele, porque todo o judeu desde criança crê em Deus, é dedicado e apresentado a Ele. Só que ela acreditava em Deus de forma religiosa e quando acreditamos em Deus assim, o que fazemos? Recorremos às pessoas, fazemos uso dos nossos recursos, mas não usamos a nossa fé.

Pensamos: ‘Deus está nos céus e eu estou na terra; Deus lá e eu cá. Deus só existe para me trazer paz interior, salvar a minha alma e perdoar os meus pecados’. Quando isso não é verdade! Pois, Deus existe para nos salvar, perdoar os nossos pecados, resolver os nossos problemas e instruir-nos aqui na Terra em como viver à Sua imagem e semelhança, para que sejamos melhores seres humanos, possamos refletir o Seu poder, o Seu amor, a Sua misericórdia, a Sua justiça, a Sua bondade e a Sua paz. Mas, se decido fazer uso dos meus recursos, da minha força, da minha sabedoria e das minhas experiências de vida e desprezar a Deus, o que é que Ele fará? Deus considerará a minha decisão e permitirá que continue a sofrer, tal como esta pobre coitada que vivia a sofrer de uma hemorragia.

A segunda:

O problema dela não podia ser resolvido por ninguém. O seu sonho que era casar-se, constituir família e ser mãe, não se tinha tornando realidade, por causa dessa doença. Na altura, a lei judaica proibia a mulher com fluxo de sangue de aproximar-se de um homem ou até mesmo de o tocar. Sendo assim, esta não podia ter namorados, nem casar-se. Também a mulher casada, no seu período menstrual, era proibida de tocar no marido e este nela; esta não podia sair de casa no seu período menstrual e se saísse e se alguém soubesse esta era presa e condenada à morte por apedrejamento, pois, era contra a lei de Deus. Deus tinha proibido isso, para que o homem respeitasse aquele período em que a mulher estava menstruada e se santificasse.

E a terceira:

Só depois de ter esgotado todos os seus recursos é que ela, então, teve que usar a sua fé. E assim têm acontecido com muitas pessoas, que só depois de terem esgotado todos os seus recursos, humanamente falando – amigos, advogados, experiência e bens – é que se voltam para Deus. Quando esses 12 anos de sofrimento poderiam ter sido evitados, se ela tivesse decidido usar a sua fé, materializando-a. Mas, note que ela chegou a materializar a sua fé nos médicos, sacrificando para eles, pagando-lhes, porque acreditava que eles a iam ajudar. Isso é fé! Fé é a certeza do que queremos e do que esperamos alcançar. Mas, esta ficou frustrada e ‘veio por trás dele …’ (Lc 8.44).

Se ler o evangelho de Mateus, verá que ela não falou com ninguém, nem com os pais, irmãos, amigos ou mesmo Deus. O que fez aquela mulher? Falou consigo mesma e usou a sua inteligência: ‘se Cristo diz ser Deus, então, sabe de todas as coisas, porque foi Ele quem criou os céus, a terra, o mar e todas as coisas que neles há. Deus sabe quem eu sou, o que quero e o que estou a sofrer’. E ela foi, saiu de casa, mesmo debilitada, anémica e com dores: ‘… e lhe tocou na orla da veste, e logo se lhe estancou a hemorragia’ (Lc 8.44).

Duas coisas me chamaram a atenção: quando a pessoa fala com ela mesma, usa a sua fé com inteligência, não falando com ninguém e não esperando que ninguém apoie a sua decisão. E esta também não espera que o milagre venha até ela e aconteça, pois, vai e faz o milagre acontecer. Está escrito que ela pediu, rogou, implorou e chorou? Não! Está escrito que tocou, ou seja, ação. Então, a fé viva não nos faz ficar à espera ou apenas a orar, a jejuar e a ir à Igreja. A fé viva faz-nos tocar em Deus! Mas como é que vou tocar em Deus, se Ele é Espírito? Tocamos em Deus quando materializamos a nossa fé.

Talvez tudo lhe tenha tocado: a tristeza, a decepção, a mágoa, os ciúmes, a revolta, a ira; talvez tenha sido tocada/o por tudo o que é mau, mas quando tocamos em Deus, tudo o que é mau, sai de nós, tal como está escrito: ‘… logo se lhe estacou a hemorragia’. ‘Mas Bispo, estou a perder a vida, a envelhecer, o tempo está a passar e estou a perder o fôlego, a esperança…’ E está assim, porque, infelizmente, não tem usado, não tem materializado e não tem feito a sua fé ficar em evidência, porque quando a mesma fica em evidência, sai poder de Deus. ‘Mas Jesus disse: Quem me tocou? Como todos negassem, Pedro [com seus companheiros] disse: Mestre, as multidões te apertam e te oprimem [e dizes: Quem me tocou?]” (Lc 8.45). A multidão estava a tocar e a apertar Cristo e Ele perguntou: quem me tocou? Todos deram um passo atrás e negaram a fé. ‘Contudo, Jesus insistiu: Alguém me tocou, porque senti que de mim saiu poder’ (Lc 8.46).

Quando você sacrifica alcança, porque foi um sacrifício para essa mulher, o da própria vida. Ela não podia nem sair de casa, mas enfrentou a multidão, passou entre homens e mulheres e ainda tocou em Cristo, que estava aqui neste Mundo em forma de homem. O que é que ela estava a dizer? ‘Se é para morrer, que morra de uma vez, mas assim não posso continuar, porque se esse é Deus, então, vai ter que realizar o meu sonho, porque não aceito continuar assim’. Essa é a fé viva! Então, Cristo parou e disse: ‘quem me tocou?’ O que fez a mulher? Negou a fé? Todos negaram, mas ela não. Ela deu um passo adiante e disse: ‘eu te toquei, Senhor’. Então, Cristo disse-lhe: ‘filha ,vai em paz, porque a tua fé te salvou’. Ela pediu algo a Cristo? Não! Mas quem pediu por ela? O seu sacrifício, materializado através da sua entrega – saiu de casa, quebrou a lei, desagradou a todos, andou entre a multidão e tocou num homem. Ela assumiu a sua fé! E quando materializamos a nossa fé através do sacrifício, fazemos algo fora do normal e Deus é obrigado a parar.

Quantos milhões de habitantes existem na face da Terra? Quantas pessoas não estão a pedir agora algo a Deus? E como é que Ele me vai atender? Como vou fazer Deus parar e olhar para mim e dizer: ‘filha/o, a tua fé te salvou?’ Repare que Ele não falou a tua fé te curou, mas a tua fé te salvou, quer dizer, a tua fé não resolveu apenas o teu problema físico, como também todos os outros problemas. O teu sacrifício clamou por si, o teu sacrifício falou comigo e, quando me tocaste, o teu sacrifício fez sair poder de mim. Isso é maravilhoso, porque nos torna independentes, mas Cristo não quer fazer a obra pela metade. Cristo não poderia ter ficado calado e ter ficado esse milagre apenas entre Ele e ela? E só depois todos saberiam que Cristo a tinha curado? É que Cristo não quer fazer a obra pela metade. A saúde é tudo? Existem pessoas que dizem que a saúde é tudo, mas não é! E a família? O casamento? Os filhos? E a sua prosperidade? Deus curou-a, mas não quis deixar a Sua obra pela metade e perguntou: ‘quem me tocou?’, para provar aos outros que se você ainda não foi curado, abençoado, se está a chorar e se Deus não o/a atendeu, não foi porque não quis ou porque não pode, foi porque você não sacrificou.

Sabe pedir, mas não sabe sacrificar; quer o melhor, mas não sabe materializar a sua fé; fala muito, mas faz pouco. Pois, esta mulher não falou nada, fez muito e aconteceu. Então, seja humilde e aprenda com os exemplos dos outros. Cristo não queria fazer apenas o milagre no corpo dela, por isso, parou e perguntou para ensinar os outros, para ninguém O pudesse culpar nem aos Seus discípulos, como muitas pessoas culpam a Deus; para que ela decidisse assumir a fé ou não. Os outros negaram, mas ela assumiu e disse: ‘agora, estou pronta para morrer’. ‘Se me vão condenar, se vou ser apedrejada, não tem problema! Mas todos vão ficar a saber que estou curada e que o Senhor é o meu Salvador. Perdi 12 anos da minha vida e toda a minha riqueza com os médicos, mas não perdi a minha fé e ela está em Ti, Jesus, meu Salvador’. E Ele disse: ‘filha, podes ir, porque estás curada. Vai casar, ter filhos, uma família e viver muito anos, para provar ao Mundo que Eu Sou Deus’.

Lembre-se de que Deus não quer fazer a obra pela metade na sua vida! Faltam quantos dias para acabar o ano? Menos de 50 e Deus pode fazer coisas grandes. ‘Mas, Bispo, estou a pedir e não recebo a resposta’. Pergunte-se a si mesmo: ‘estou a sacrificar, estou a dar tudo de mim?’. Esta é uma pergunta que ninguém pode responder por ninguém, pois, cada um tem que responder por si mesmo.

‘Vendo a mulher que não podia ocultar-se, aproximou-se trémula e, prostrando-se diante dele, declarou, à vista de todo o povo, a causa por que lhe havia tocado e como imediatamente fora curada. Então, lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz’ (Lc 8.47-48). Deus quer que você termine este ano em paz, para que possa começar o novo em paz também”.

Por seu servo em Cristo, Bp. Júlio Freitas

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Pronto-Socorro das almas

A Igreja Universal é mesmo o pronto-socorro das almas. Sirvo a Santa Ceia ao longo de 12 anos como obreiro, mas, num domingo, uma cena mudou tudo. Uma cena.
A bandeja, o pão, o suco de uva; pessoa a pessoa, uma a uma, como sempre, ao lado dos meus colegas obreiros, servi o corpo e o sangue do Senhor Jesus. Mas, numa fileira, uma imagem que parecia comum fixou em minha mente.
Seis pessoas sentadas juntas. Não se conhecem, mas parecem velhas amigas unidas pelo sofrimento, pela dor.
Uma senhora, exausta, com uma das pernas engessadas, não consegue ficar em pé. Um jovem de cabelos vermelhos e arrepiados, expressão agitada, cheio de picadas e feridas no braço. Um casal sem sorriso, cara fechada, não juntam as mãos, não se tocam. O filho adolescente, ao lado, de cabeça baixa, respira o desalento. E, pouco mais distante, uma mulher de cabelos longos, saia curta, salto alto, maquiagem borrada.
Seis pessoas, seis almas. O pastor prega sobre arrependimento de pecados enquanto os seis fixam os olhos no altar. Parecem lutar para se reerguer. Parecem pedir clemência. As palavras do pastor falam fundo.
Recebem o pão e o suco de uva. Recebem uma chance. A oração começa e a Igreja une-se em clamor. Os seis fecham os olhos. Uns sussurram, outros soltam a voz meio sem jeito. Não importa, a sinceridade eleva o homem ao céu. Eles desabafam, eles se calam. A música mexe com os pensamentos. O perdão, o louvor, as lágrimas. O espírito faz sua súplica. É momento de salvação.
Meu Deus, como Sua Obra é Sagrada! Que o Espírito Santo continue guiando a Igreja Universal! E mantenha sempre nossos olhos abertos para o pedido de socorro das almas.
Obreiro anônimo
Espalhe por aí:

Publicado por: Bispo Edir Macedo

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Arrebatamento



Publicado por Bispo Júlio Freitas

Por que não foi à Igreja?



Shadow
Por que não foi à Igreja?
1 – Foi dormir tarde sábado à noite e de manhã fica muito cansada para se levantar: Fica a ver televisão até de madrugada; a conversar com conhecidos, desnecessariamente até altas horas da noite; fica preso à leitura de um livro e, principalmente, fica na Internet até tarde.
2 – Perde a hora: Esquece-se de accionar o despertador, acorda e volta a dormir (o famoso “vou dormir só mais 5 minutos!”) mas, quando se dá conta, já passou da hora de ir para a Igreja.
3 – Sente um mal-estar: Sente dores no corpo, dor de cabeça, tonturas, náuseas e tem sintomas de mal-estar geral, tudo no momento de sair de casa para ir à Igreja.
4 – Depois de acordada, sente um desânimo: Começa a pensar nas injustiças, problemas, desprezo por que está a passar e acaba por ficar convencida de que ir à Igreja, não compensa.
5 – Alguém de casa faz pouco da sua disposição: É pressionada por familiares em relação ao “porquê” de se levantar cedo e se arranjar para ir à Igreja, é ridicularizada por ter essa disposição.
6 – Recebe uma visita inesperada: Um parente, um amigo, um vizinho ou um conhecido chega justamente na hora de ir à Igreja.
7 – Sabe que vai encontrar alguém com quem teve um problema: Sabe que irá encontrar alguém que não quer ver: uma ex-namorada, ex-esposa, patrão, cliente, alguém a quem ela está a dever dinheiro ou um antigo desafecto.
8 – Antes de sair, recebe uma má notícia: Recebe um telefonema, chega uma correspondência, ou alguém com uma má notícia para desanimá-la completamente.
9 – Fica à espera de alguém: Fica à espera de alguém para ir com ela, e esse alguém acaba por faltar ao compromisso, ela acaba por faltar também por ter ficado na dependência daquela pessoa.
10 – Aborrece-se no carro ou nos transportes com um familiar: A caminho da Igreja, começa um desentendimento com familiares sobre um tema que não tem nada a ver com Deus.
11 – Perde-se no caminho: Toma a rua errada, distrai-se facilmente e logo se desmotiva. A distância de casa para a Igreja é grande, por isso chateia-se e volta para casa.
12 – Acontece um acidente: Acontece um acidente no caminho, por isso, fica logo intimidada e desiste de ir.
13 – No percurso, vê alguém da Igreja a dar um mau exemplo: Ao ver uma pessoa que participa nas Reuniões da Igreja a comportar-se de uma forma inadequada na rua, acaba por julgar, escandalizar-se e muda o seu rumo.
14 – Quando chega à porta, entram-lhe as dúvidas: Ao chegar à porta da Igreja, entram-lhe dúvidas se Deus irá ou não respondê-la, por isso, decide regressar.
15 – É maltratada por pessoas desconhecidas: No caminho, pessoas completamente desconhecidas insultam-na, ofendem-na e humilham-na sem nenhum motivo aparente.
16 – Sente-se acusada: Ao sentar-se sente-se sem condições de ali estar pelos muitos erros cometidos, por isso, levanta-se e vai-se embora.
17 – Houve mudanças de Bispo ou Pastor: Não se identifica com o novo Bispo ou Pastor, não gosta da Reunião e, por isso, acha-se no direito de não ir aos Domingos pela manhã.
18 – Não hoje, mas amanhã ou na semana que vem: Decide que não irá à Igreja por qualquer motivo e conforta-se com o pensamento de que ir noutro dia qualquer compensará por aquela ausência.
O que diremos a estes motivos, quando um deles se manifesta?
Está amarrada a força do mal que quer impedir o meu crescimento espiritual, causando isto para que eu não vá à Igreja. Sai do meu caminho agora, em nome do Senhor Jesus, porque eu estou a buscar a DEUS e com Ele andarei!
Por seu servo em Cristo, Bp. Júlio Freitas
Shadow

Bem e Mal têm a mesma face?

 

Conta uma lenda, referente à pintura da Santa Ceia ou “A Última Ceia de Jesus com os Seus Apóstolos”:
Ao conceber este quadro, Leonardo Da Vinci deparou-se com uma grande dificuldade: precisava de retratar o bem – na imagem de Jesus e o mal – na figura de Judas, o amigo que resolvera traí-lo durante o jantar.
Interrompeu o trabalho a meio, até que conseguisse encontrar os modelos ideais.
Certo dia, enquanto assistia a um coral, viu num dos cantores a imagem perfeita de Cristo. Convidou-o para o seu atelier, e reproduziu os seus traços em estudos e esboços.
Passaram-se três anos. A “Última Ceia” estava quase pronta – mas Da Vinci ainda não tinha encontrado o modelo ideal de Judas. O responsável pela igreja começou a pressioná-lo, exigindo que terminasse logo o mural.
Depois de muitos dias procurando, o pintor finalmente encontrou um jovem prematuramente envelhecido, bêbado, esfarrapado, atirado na sarjeta.
Imediatamente pediu aos seus assistentes para que o levassem até à igreja.
Da Vinci copiava as linhas da impiedade, do pecado, do egoísmo, tão bem delineadas na face do mendigo que mal conseguia permanecer em pé.
Quando terminou, o jovem – já um pouco refeito da bebedeira – abriu os olhos e notou a pintura à sua frente. E disse, numa mistura de espanto e tristeza:
– Eu já vi este quadro antes!
– Quando? – Perguntou um surpreso Da Vinci.
– Há três anos atrás, antes de eu perder tudo o que tinha. Numa época em que eu cantava num coro, tinha uma vida cheia de sonhos, e o artista convidou-me para posar como modelo para a face de Jesus.
Moral da história:
O Bem e o Mal têm a mesma face! Tudo depende apenas das decisões que tomamos nas encruzilhadas da vida… por isso, não se deixe pintar, pinte a sua vida.
Shadow

Uma Resposta para “Bem e Mal têm a mesma face?”