SALMOS

"INSTRUIR-TE-EI E TE ENSINAREI O CAMINHO QUE DEVES SEGUIR; E, SOB AS MINHAS VISTAS, TE DAREI CONSELHO. NÃO SEJAIS COMO O CAVALO OU A MULA, SEM ENTENDIMENTO, OS QUAIS COM FREIOS E CABRESTOS SÃO DOMINADOS; DE OUTRA SORTE NÃO TE OBEDECEM."

SALMOS 32:8 e 9
































































quarta-feira, 10 de abril de 2013

Desanimado com quê?


MUNDO CRISTÃO


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Deus não nos deixará desamparados

Por Tany Souza / Foto: Thinkstock
tany.souza@arcauniversal.com
O mesmo quarto, o mesmo café da manhã, o mesmo caminho para o trabalho. A falta de novidades ou de perspectivas pode levar qualquer pessoa ao desânimo, a diferença é qual espaço cada um dá para esse sentimento em sua vida.
Elias foi um exemplo de servo de Deus que lutou contra a idolatria (1 Reis 18), mas, logo depois, ficou desanimado e fugiu (1 Reis 19). Fato é que, logo que soube que estava correndo risco de morte, ele fraquejou e saiu do seu posto de servidão a Deus.
O desânimo em si não é um pecado, mas é um sentimento que leva a pecar. A tristeza do profeta o levou a esquecer do posto de serviço, a fraquejar na fé e a tornar-se egoísta.
Talvez esse sentimento tenha tomado conta dele, por acreditar que, depois de enfrentar os idólatras, as pessoas tornassem a Deus, mas não foi isso o que aconteceu.
E muitas vezes o desânimo desabrocha porque as coisas não acontecem da maneira como imaginamos, na hora que queremos. Esquecemos que é Deus quem está no controle de todas as situações e queremos resolver com nossas forças tudo o que está ao redor.
É claro que nadar, nadar e morrer na praia não é nada motivador. Acreditar em algo ou em alguém e ver que não é nada disso, não somente é decepcionante, como também é desanimador. Quem nunca teve vontade de fugir assim como Elias fez? De desistir sem pensar nas consequências?
Quando o desânimo bater à sua porta, lembre-se: "... Até aqui nos ajudou o Senhor." (1 Samuel 7:12) E se Deus nos auxilia em tudo, não nos deixará desamparados em qualquer situação (2 Coríntios 4:8-11).
É essa certeza que nos faz levantar todos os dias pela manhã, no mesmo quarto, tomar o mesmo café, pegar o mesmo trânsito, para ir ao mesmo trabalho; mas com uma diferença: sabendo que Deus está agindo, mesmo que nada esteja acontecendo ao redor.
"Há, todavia, uma coisa, amados, que não deveis esquecer: que, para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia. Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento." 2 Pedro 3:8-9

Você tem orado ou repetido o Pai Nosso?


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Muitos não se dão conta da preciosidade vinda desse ensinamento deixado pelo Senhor Jesus

Por Cinthia Meibach / Fotos: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com
Independentemente da religião ou crença professada por quem quer que seja, provavelmente, em algum momento da vida, quase todos já oraram ou ouviram a oração do “Pai Nosso”, ensinada pelo Senhor Jesus no livro de Mateus 6:9-13. Seja na igreja, na escola, em casa, em um enterro, como forma de agradecimento ou na hora do desespero, tais palavras ensinadas há mais de 2 mil anos pelo filho de Deus vira e mexe estão sendo evocadas.
Entretanto, mesmo que a prece tenha sido um ensinamento divino, é preciso estar ciente de que meras repetições de palavras não poderão trazer a resposta esperada no que diz respeito à fé. Isso porque, quando elevamos os pensamentos a Deus e dirigimos a Ele nossa oração, devemos fazê-lo com sinceridade e racionalmente.
Vamos refletir melhor sobre isso:
“Pai nosso, que estás nos céus...”
Você chamaria qualquer pessoa de pai? Obviamente não. Só temos essa intimidade com quem, de fato, exerce esse papel em nossas vidas. Mas muitos, logo no começo da oração, falam isso sem ao menos serem filhos do Deus vivo. São apenas criaturas dEle, que nem sequer ouvem suas instruções, porque ainda não tiveram o privilégio de tê-Lo como um pai de verdade.
Alguns nem mesmo creem que o Senhor esteja de fato no céu, porque quando indagados sobre a vida após a morte, a resposta é que, ao morrer, tudo se acaba.
“Santificado seja o teu nome...”
O nome do Senhor é santo, mas por diversas vezes ele é falado em vão, seja em brincadeiras, piadas, críticas e blasfêmias, até mesmo inconscientemente.
“Venha o teu reino...”
O Reino de Deus não consiste em mentiras, egoísmo, idolatria, fofocas, contendas. Pelo contrário, quando pedimos isso a Deus, estamos invocando a paz, alegria, verdade, amor, a santidade do Reino dEle, para dentro de nós.
 “Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu...
Se fosse tão fácil aceitar a vontade de Deus como é fácil falar dela, todos, certamente, já teriam alcançado suas realizações. Muitos não conseguem se submeter aos desejos do Altíssimo, antes querem satisfazer os designíos do próprio coração, que é enganoso e desesperadamente corrupto.
“O pão nosso de cada dia nos dá hoje...”
A Bíblia fala que Deus cuida dos pássaros e das flores do campo. Você acha mesmo que ele não cuidaria de cada um de nós? Devemos nos livrar de todo peso que a ansiedade trás, crendo que o nosso pão diário, que pode ser entendido como todas as nossas necessidades, certamente será suprido, na hora certa.
E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores...”
Todo mundo gosta de ser perdoado, porque todos pecam e erram. Por mais que a pessoa tente ser perfeita, fazer tudo certinho, em algum momento ela vai deslizar. Mas, quando se trata de perdoar, o discurso muda. Por isso, se queremos ser perdoados por Deus, e também pelo nosso próximo, temos de enfrentar os sentimentos e, por mais que a dor seja forte, perdoar nossos ofensores.
“Não nos deixe cair em tentação, mas livra-nos do mal...”
A tentação está presente nas grandes e pequenas situações do nosso dia a dia. Não podemos escapar de enfrentá-la. Mas podemos resistir a ela. Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.” Tiago 4:7
“porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém”
Neste mundo, em que impera a vaidade, é preciso estar atento, para que nenhuma glória que chegue até nós, mesmo que, aparentemente seja merecida, nos envaideça. É um elogio aqui, palavras suaves de se ouvir ali, enfim, sutilmente, o orgulho vai entrando no coração de muitos, e quando menos se espera, a glória e o louvor não estão mais sendo direcionados ao Criador dos céus e da Terra, mas ao ser humano, que veio do pó e para ele voltará.
No vídeo abaixo, o bispo Jadson Santos realiza a oração do “Pai Nosso” e a interpreta, para melhor compreensão de todos. Confira:

Record exibirá série bíblica de sucesso internacional


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"The Bible - A Bíblia" fez mais de 70 milhões de telespectadores já em sua primeira exibição

Da Redação / Fotos e vídeos: The Bible/Divulgação
redacao@arcauniversal.com
Uma série norte-americana que conta a história da Bíblia já é um dos maiores sucessos da televisão mundial de 2013. No Brasil, será exibida pela Rede Record – planejada para estrear este ano. Produzida pelo casal cristão Mark Burnett e Roma Downey, “The Bible - A Bíblia” estreou com estrondoso sucesso no The History Channell – foram mais de 68 milhões de espectadores em apenas 15 dias, e o número está crescendo.
A série, com 10 capítulos apresentados nos Estados Unidos em março deste ano, foi rodada em várias locações – algumas delas autênticos lugares da Bíblia –, mostrando atores nos papéis dos personagens bíblicos de Gênesis até os primeiros livros do Novo Testamento (da Criação à ressurreição de Jesus). O programa reacende o interesse pela Bíblia em milhões de pessoas.
A trilha sonora é assinada por um dos mais prestigiados compositores do cinema, Hans Zimmer, de “O Príncipe do Egito”, “Gladiador”, “O Rei Leão” (pela qual ganhou um Oscar) e franquias de sucesso como “Piratas do Caribe” e a trilogia de Batman de Christopher Nolan. Tratamento de primeira.
Roma Downey, também atriz (ela era a protagonista da série de tevê “Touched by an Angel”, de grande sucesso entre 1994 a 2003), faz o papel de Maria, mãe de Jesus na série. Ela diz que não imaginava tanto alcance de público quando comentou a ideia de “The Bible” com o marido (com ela na foto acima) enquanto tomavam um chá, há 4 anos. “A Bíblia diz que amamos a Deus porque Ele nos amou primeiro. A audiência mostra o quão profundamente as pessoas O amam, e oramos para que a série deixe bem claro o quão profundamente Ele nos ama.”

Veja o trailer:
Com dois episódios (de 1 hora cada) exibidos todos os domingos de março nos Estados Unidos, os últimos capítulos serão exibidos nesta Páscoa (dia 31), culminando com a ressurreição do Senhor Jesus e a ida de João para a ilha de Patmos, onde foi inspirado por Deus para escrever o livro do Apocalipse. O produtor Mark Burnett provoca, no bom sentido, o público: “Realmente acreditamos que o melhor está por vir.” Ao que a esposa e colega emenda: “Se você gostou do que já viu até agora, aguarde.”
Para ficar com um gostinho do que será exibido na Record (para a qual o programa será dublado), veja abaixo o trailer dos episódios finais e, em seguida, como a série ilustrou a passagem em que Abraão sobe o Monte Moriá para o sacrifício de Isaque.

Trailer dos últimos episódios:


Abraão e Isaque:

TRADUÇÕES DE A BÍBLIA: 


THE BIBLE, LA BIBLIA, DIE BYBEL, BIBLA, DIE BIBEL, الكتاب المقدس, ԱՍՏՎԱԾԱՇՈՒՆՉԸ, KINH THÁNH, БИБЛИЯТА, “聖經”, RAAMATTU, LA BIBLE, התנ"ך, de Bijbel, Alkitab, La Bibbia, 聖書, ພະຄໍາພີໄດ້, ಬೈಬಲ್, Bībele, Biblija, Библијата, Bibelen, کتاب مقدس, O Biblie, Библия, En bibel, isang Bibliya, พระคัมภีร์, ஒரு பைபிள், ఒక బైబిల్, Біблія, ایک بائبل, Một Kinh Thánh, א ביבל, la Biblio, Sveto pismo, Bib la, “圣经”, Müqəddəs Kitab, বাইবেল, У Бібліі, 

Defina-se!


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"O destino quis assim." Quantas vezes não ouvimos isso?

Por Jeane Vidal / Fotos: Thinkstock
clea.vidal@arcauniversal.com
Não são poucas as pessoas que, de fato, acreditam que as dificuldades, os fracassos e as tragédias, vividas ao longo da vida, são obras do destino e nada do que fizerem pode  mudar. Da mesma forma, atribuem ao destino a riqueza dos grandes empresários e o sucesso daqueles que estão no auge da fama.
O curioso é que normalmente as pessoas que pensam assim são justamente aquelas que vivem frustradas, abatidas e desanimadas por conta de uma vida que não lhes traz satisfação. Trabalham para a própria sobrevivência e de seus entes queridos. Vivem se lamentando por não terem nascido em berço de ouro ou por não terem tido a sorte de fazer parte do mundo das celebridades e não poderem desfrutar das regalias e mordomias que o dinheiro pode proporcionar, cujo único contato se dá pelas telas de cinema e novelas de televisão.
Em contrapartida, se perguntarmos a um desses “privilegiados” a que atribui o seu sucesso, indubitavelmente ele dirá: “Trabalho, muito trabalho!” É muito pouco provável que ele associe as suas conquistas ao destino ou à sorte.
Por que isso acontece? É simples. Porque o que a direcionou e a fez alcançar o sucesso foram as decisões que tomou e as escolhas que fez ao longo da vida. Ela não se colocou como expectadora de sua própria vida, mas como diretora geral. É isso que a torna diferente do primeiro indivíduo.
Por trás do sucesso dessas pessoas existem histórias de superação, determinação, coragem, ousadia e, sobretudo, renúncia. São homens e mulheres definidos, que escolheram não se prostrar diante das dificuldades. Decidiram lutar, arriscar, mas jamais aceitar nada diferente do que se propuseram: vencer!
Este é o segredo: definição. Quando temos algo bem definido dentro de nós, sabemos o que queremos e acreditamos em nosso potencial, já temos metade do caminho percorrido. Tudo isso aliado à fé em Deus forma a parceria perfeita para o sucesso, seja no âmbito material, pessoal ou espiritual.
Este 6º Jejum de Daniel, especialmente para aqueles que estão definidos, é a oportunidade de se tomar a decisão de agradar a Deus, separar-se para Ele. Como fez Daniel, que decidiu não se contaminar, quando Nabucodonosor, rei de Judá, deu ordem para que ele fosse alimentado com as iguarias da mesa real.
“Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com vinho que ele bebia; então pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não contaminar-se”. Daniel 1.80
É importante observar que Daniel não somente renunciou participar da mesa real, como também ousou fazer um desafio com o chefe dos eunucos, quando propôs que ele o alimentasse com legumes e água por 10 dias, e se ao final desse período sua aparência estivesse pior do que a dos outros, ele poderia intervir.
Nessa atitude, Daniel demonstrou a qualidade da sua confiança em Deus. E Deus, por sua vez, vendo nele uma atitude firme e definida, viu-se “obrigado” a atendê-lo.
Talvez, neste momento, o mundo esteja lhe oferecendo o manjar dos reis. Mas, cabe a você a decisão de aceitar ou não.

Renato e Cristiane Cardoso lançam "Mandamentos do Relacionamento Feliz"


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Vídeos com as 21 leis de Deus vão ser postados na internet


Aproveitando o “Jejum de Daniel”, o casal Renato e Cristiane Cardoso resolveu postar na internet vídeos com os “Mandamentos de um Relacionamento Feliz”. O bispo Renato Cardoso faz questão de ressaltar que os novos vídeos não são simples dicas, mas sim as próprias diretrizes de Deus para lidar com o matrimônio. “São leis que se você não obedecer, com certeza, vai sofrer danos. São leis do autor do casamento, que é o próprio Deus.”    
Vídeo número 1
O primeiro “Mandamento de um Relacionamento Feliz” é jamais afastar-se de Deus. Para entender como funciona esse primeiro mandamento, o casal foi didático e pediu para que os casais que querem ser felizes imaginassem um triângulo amoroso com três vértices.
Na base estão o homem e a mulher e, no alto, Deus. “À medida que eles vão se aproximando de Deus, vão também ficando mais próximos entre si”, explicou o bispo.
Segundo Cristiane Cardoso, essa atração só acontece porque Deus é a base principal de um relacionamento feliz. “Deus é amor. Esse amor não tem nada a ver com o que você ouve falar. É um amor muito mais puro, que não morre, não esfria.”
O casal refere-se a um amor que não é baseado em sentimentos, mas na verdade. “Isso é um fato, porque se aproximando de Deus começa a aproximar-se das virtudes que formam a base do amor”, afirma Cristiane.
“Você aprende a tratar bem a outra pessoa e começa a ter maior consciência disso e de quem é mais próximo de você”, esclarece o bispo. A partir daí, as pessoas aprendem a ter o caráter de Deus, pois não há mentira. “O verdadeiro amor se origina em Deus”, diz Cristiane.
Porém, muitos não conseguem amar quem está mais próximo, como a esposa ou o marido, pois não estão cumprindo a primeira lei de Deus que é amar a Deus sobre todas as coisas. “Quanto mais longe você está de Deus, mais longe está da felicidade conjugal”, explica o bispo Renato.
No ano passado, o casal havia postado uma série de vídeos com 21 dicas para o relacionamento a dois. As dicas haviam sido baseadas na convivência e experiência dos autores de “Casamento Blindado”.
Não perca os próximos vídeos de “Mandamentos do Relacionamento Feliz”, clicando emhttp://www.renatocardoso.com/blog/ ou emhttp://www.arcauniversal.com/blog/cristianecardoso.com/pt.html.

Do preconceito contra os cristãos verdadeiros



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Visão de muitos ainda é bastante deturpada em relação aos reais seguidores de Jesus, um mito reforçado por alguns meios de comunicação e pessoas de inteligência limitada, segundo comprovam cientistas

Da Redação / Fotos: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com
“E não há dúvida de que existe na grande imprensa brasileira uma visão estereotipada e preconceituosa dos evangélicos.” Essa opinião encerra o texto da ombudsman de um grande jornal de São Paulo, um dos mais importantes do Brasil.
Ombudsman é um cargo relativamente recente na mídia. O nome, de origem sueca, significa “representante do povo” – e algumas empresas preferem o termo “ouvidor”, em bom português. Instituições públicas e privadas os contratam para, principalmente, servirem de elo imparcial entre elas e o público. Teórica e geralmente, recebem críticas, reclamações e sugestões, e as respondem imparcialmente, podendo até mediar conflitos. Alguns não esperam as opiniões do povo. Eles mesmos já analisam o desempenho da empresa que representam, mesmo que isso inclua apontar falhas ou, pelo menos, como determinado trabalho poderia ter sido realizado com mais qualidade.
No caso citado no primeiro parágrafo, realmente a profissional mostrou imparcialidade, pois a própria empresa em que trabalha está situada entre a chamada grande imprensa. É alguém do próprio meio reconhecendo que há uma imagem desgastada e limitada dos evangélicos, um público nada pequeno. Novelas de algumas emissoras também mostram pessoas dessa crença de uma forma, na maioria das vezes, caricatural. Entra em cena uma palavra nada agradável: preconceito.
Ele é, inclusive, objeto de estudo de profissionais muito bem conceituados. Saiu recentemente na revista norte-americana Psychological Science o resultado de uma pesquisa da Universidade Brock, da província de Ontario, no Canadá, que pode ser resumido da seguinte forma: quanto menos inteligente a pessoa, mais preconceituosa tende a ser.
Analisando dados colhidos na América do Norte e no Reino Unido, os pesquisadores, chefiados pelo psicólogo Gordon Hodson, concluíram que crianças com inteligência de baixo grau têm grande possibilidade de se tornarem adultos com grande preconceito, com dificuldade em aceitar diferenças, ou mesmo de construir uma opinião baseada em uma análise da realidade – ou seja, já emitem uma opinião sem pensar direito.
Quando colocamos sob o mesmo prisma os dados do estudo canadense e a imprensa brasileira, o resultado é triste.
Estudando os mecanismos do preconceito, Hodson e sua equipe compreenderam como o preconceito surge e o seu caminho até se manifestar na sociedade. Na hora de escolher no que acreditar, uma pessoa de baixo quociente de inteligência (QI) procura o caminho mais simples e se apega a ideologias já formatadas, inclusive os dogmas, sem uma análise delas. Daí, a dificuldade em entender o outro. É mais fácil escolher um estereótipo do que ter o trabalho de pensar.
Obviamente, a pesquisa da Universidade Brock não diz que quem não tem preconceito é um gênio e que quem não aceita certas normas sociais é burro. Ela não generaliza – senão, seria preconceito! O estudo se baseou em médias, em índices, entre grupos sociais.
Voltando aos cristãos
Desde os tempos em que o Senhor Jesus andava fisicamente pela Terra em Seu ministério, seus seguidores são alvo de preconceito. Nunca foi fácil ser cristão – e ninguém disse que seria, inclusive o próprio Messias e vários de seus apóstolos, que mostraram isso com o próprio sangue.
Portanto, é natural que alguns na mídia lancem mão daquele estereótipo de que quem escolhe o caminho das orientações bíblicas é uma pessoa limitada e à margem do que consideram “normal” hoje em dia. Lideranças de várias denominações são vistas com grande desconfiança por boa parte da imprensa, antes mesmo de falarem algo ou tomarem alguma atitude. Novelas mostram um evangélico como alguém geralmente vestido com exagerada simplicidade (ou mesmo mal vestido), que não cuida da aparência e é fechado a qualquer aspecto cultural.
Claro, há evangélicos que se encaixam nesse quadro e reforçam essa imagem. Mas daí a alguém achar que todos os cristãos após Lutero são assim é, no mínimo, um pensamento bastante limitado.
Iniciativas da própria Universal ajudam a derrubar mitos. O projeto Mulher V, por exemplo, bate de frente com sucesso com a imagem “sem graça” que muitos desavisados têm da mulher cristã de verdade. Ao mesmo tempo em que a Mulher Virtuosa segue os preceitos de Deus, se guarda para o marido e não se comporta de forma vulgar. Só para citar alguns exemplos, ela se cuida fisicamente, se veste bem, se mantém atraente e passa a notar seu próprio valor, desenvolvendo sua autoestima.
O Força Jovem e o VPR estão aí para provar por A+B que a juventude que tem o Senhor Jesus Cristo como padrão está bem longe de ser morna e que “não vive a vida”, como o mundo prega. Enquanto muitos acham que “viver a vida” é se entregar a vícios e à prostituição, os jovens da Universal mostram que vida de verdade é outra coisa. E são bastante atuantes nas artes, no esporte, na cultura e na intelectualidade, que desenvolvem não somente na escola e na faculdade, mas apreciam – e até produzem – artes plásticas, vídeos, músicas e peças de teatro. Além disso tudo, leem a Bíblia e se fortalecem na fé.
Esses são só alguns dos muitos exemplos que podemos citar só na Universal.
A Universal prega que a fé deve ser inteligente, racional, e não emocional.
Aquela imagem defasada do “crente” com seu terninho de tergal, com uma Bíblia debaixo do braço (sem utilizar seus escritos na prática), não diz, de forma alguma, respeito a todos os cristãos que têm nas Escrituras a bússola que indica o norte de Deus. Vários dos que frequentam as reuniões na Igreja e exercem sua fé fora dela sabem muito bem expressar seu jeito de viver se vestindo bem, assistindo ao bom cinema, ouvindo a uma boa música, lendo a uma boa literatura. E, mesmo vendo isso, grande parte da população, que não entende a escolha de fé deles, prefere acusá-los de limitados.
Mas, quem são os verdadeiros limitados?
Os pesquisadores canadenses utilizaram sabiamente a ciência para mostrar.
Mas, mesmo eles, não precisam se encaixar nos parâmetros da genialidade para que, ao pensarem pelo menos um pouquinho, passem a entender que, limitados ou não, com preconceito ou não, a Salvação é para todos, inclusive para eles. Desde que A queiram e A busquem.
Pois um homem que perseguia cristãos para o Império Romano, e também os estereotipava, foi despido de seu tolo preconceito quando se percebeu cego a caminho de Damasco. Quando voltou a enxergar, pôde ver nele mesmo o quanto estava errado. Pôde entender como era um cristão de verdade, pois ele mesmo se tornou um deles – e um dos mais conhecidos de toda a História.
E só enxergou isso por ter sido ele mesmo tocado pelo Espírito Santo. Como todos podemos ser, para só assim vermos da mesma forma.
Seu nome era Paulo de Tarso. Bem antes dos cientistas de Ontario, ele deu o parecer definitivo para rebater qualquer preconceito:
“Sabendo que cada um receberá do Senhor todo o bem que fizer, seja servo, seja livre.

E vós, senhores, fazei o mesmo para com eles, deixando as ameaças, sabendo também que o Senhor deles e vosso está no céu, e que para com ele não há acepção de pessoas.”
 Efésios 6:8-9