MENINAS, NÃO SE ESQUEÇAM QUE AMANHÃ TEM REUNIÃO ESPECIAL PARA AS MULHERES NO JEJUM DA GUERRA NA REUNIÃO DAS CAUSAS IMPOSSÍVEIS!!
ESPERAREI VOCÊ LÁ COM GRANDE ALEGRIA PORQUE VOCÊ É MUITO ESPECIAL!!
SUPER BEIJO E ATÉ AMANHÃ!
SALMOS
"INSTRUIR-TE-EI E TE ENSINAREI O CAMINHO QUE DEVES SEGUIR; E, SOB AS MINHAS VISTAS, TE DAREI CONSELHO. NÃO SEJAIS COMO O CAVALO OU A MULA, SEM ENTENDIMENTO, OS QUAIS COM FREIOS E CABRESTOS SÃO DOMINADOS; DE OUTRA SORTE NÃO TE OBEDECEM."
SALMOS 32:8 e 9
SALMOS 32:8 e 9
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
MÃES EM ORAÇÃO!!
AGORA SEGUE UM CONVITE ESPECIAL PARA TODAS AS MÃES!!
QUER UNIR SUA FÉ COM A NOSSA PELOS NOSSOS FILHOS?
ENTÃO VENHA PARTICIPAR COM A GENTE DO GRUPO MÃES EM ORAÇÃO
NESTE DOMINGO (26/01) ÀS 14h00 NO AUDITÓRIO DA IURD.
O ENDEREÇO É: AV. JOÃO JORGE Nº 256 - CENTRO DE CAMPINAS (PRÓXIMO AO VIADUTO CURY).
EU TAMBÉM ESTAREI LÁ TE ESPERANDO PARA RECEBERMOS AS BENÇÃOS JUNTAS!
FORTE ABRAÇO E DEUS ABENÇOE!
QUER UNIR SUA FÉ COM A NOSSA PELOS NOSSOS FILHOS?
ENTÃO VENHA PARTICIPAR COM A GENTE DO GRUPO MÃES EM ORAÇÃO
NESTE DOMINGO (26/01) ÀS 14h00 NO AUDITÓRIO DA IURD.
O ENDEREÇO É: AV. JOÃO JORGE Nº 256 - CENTRO DE CAMPINAS (PRÓXIMO AO VIADUTO CURY).
EU TAMBÉM ESTAREI LÁ TE ESPERANDO PARA RECEBERMOS AS BENÇÃOS JUNTAS!
FORTE ABRAÇO E DEUS ABENÇOE!
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Obreira de 100 anos é exemplo de perseverança
Com um sorriso contagiante, a centenária é exemplo de força e fé. Veja!
Nascida no Piauí, em 2 de julho de 1913, Maria Rosa Silva é a obreira mais antiga da Universal da Bahia. Ela é parte desta grande família muito antes dos templos grandiosos e com ar-condicionado.
Ela teve de passar por prostitutas, usuários de drogas e moradores em situação de riscos, para frequentar o primeiro templo baiano da Universal. Ele estava localizado bem no centro de Salvador, na Rua do Tijolo, em um subsolo, onde ao lado era descartado lixo, razão pela qual ratos e baratas circulavam por toda parte.
Início da caminhada
Aos 67 anos, depois de morar em Sergipe, Rosa se mudou sozinha para a Bahia. Na capital baiana, ela começou a trabalhar cozinhando e vendendo refeições, na Baixa dos Sapateiros. O local era muito famoso pelo forte comércio. Lá ela ouviu falar de uma reunião para pessoas que desejam um milagre, uma mudança total de vida. Na época, Rosa sentia uma inexplicável tristeza que não a deixava em paz.
Curiosa, ela foi ao templo na Rua do Tijolo, onde uma multidão se aglomerava nas escadas para ouvir o que os pastores pregavam e, ali mesmo, participavam das orações. Foi após o clamor pela cura que toda angústia foi embora e, a partir deste dia, ela não deixou mais de frequentar aquele templo, o que fazia quase todos os dias. Naquele mesmo ano, 1980, foi chamada para ser obreira da Universal. Sua alegria era ajudar as pessoas, contribuir com a limpeza do local e fazer algo que lhe dava muito prazer: o almoço dos jovens pastores.
O trabalho realizado pela Universal no centro de Salvador não era só feito de alegria. Rosa teve de enfrentar os perigos de um local com pouca iluminação, limpeza e segurança. Saíam sempre em grupo, com membros e outros obreiros.
100 anos de amor e fé
Em 2013, Rosa completou 100 anos de idade. Com simpatia e serenidade, há 33 anos vestindo o uniforme de obreira, que já foi renovado algumas vezes, ela lembra que um dos momentos mais marcantes que viveu na Universal foi a prisão do bispo Edir Macedo.
“Aquela situação me revoltou. Eu logo clamei a Deus por justiça em favor do meu bispo. Eu vi tanta gente mudando de vida através do trabalho que fazia na igreja. Como ele poderia ficar atrás de grades, em uma prisão? Mas, Deus o libertou e acredito que ele saiu de lá mais forte e nós também”, disse Maria Rosa.
Mesmo com um século de vida, a satisfação da obreira é servir. Ela atende as pessoas na igreja e faz questão de chamar os obreiros que evangelizam aos domingos para almoçar em sua casa após a reunião.
“Gosto de contribuir, de fazer parte deste trabalho. Confio em Deus. Ele tem me mantido viva. Ao meu Senhor dedico toda minha vida e gratidão”, disse a obreira centenária que participa das vigílias promovidas para os obreiros com uma disposição que falta em muitos jovens.
Rosa é a obreira com mais idade entre o 16.700 obreiros da Bahia. Como ela, existem pessoas que acreditam que o trabalho voluntário chega a ser um privilégio.
Mais que uma ação voluntária, o trabalho do obreiro simboliza o amor à propagação do evangelho de Jesus Cristo e a tudo que envolve tal propósito. Representa amor e respeito ao próximo, sem nada esperar receber em troca. O resultado é a alegria de fazer parte da transformação positiva, da superação e do crescimento de pessoas com as quais não possuem vínculo algum.
Muitos obreiros da Universal começaram a se dedicar ao trabalho voluntário da instituição por sentirem o desejo de reproduzir o mesmo afeto e atenção que receberam. Alguns deles se sentiram adotados e adotaram a instituição como família.
Fonte: Universal.org
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Nascida no Piauí, em 2 de julho de 1913, Maria Rosa Silva é a obreira mais antiga da Universal da Bahia. Ela é parte desta grande família muito antes dos templos grandiosos e com ar-condicionado.
Ela teve de passar por prostitutas, usuários de drogas e moradores em situação de riscos, para frequentar o primeiro templo baiano da Universal. Ele estava localizado bem no centro de Salvador, na Rua do Tijolo, em um subsolo, onde ao lado era descartado lixo, razão pela qual ratos e baratas circulavam por toda parte.
Início da caminhada
Aos 67 anos, depois de morar em Sergipe, Rosa se mudou sozinha para a Bahia. Na capital baiana, ela começou a trabalhar cozinhando e vendendo refeições, na Baixa dos Sapateiros. O local era muito famoso pelo forte comércio. Lá ela ouviu falar de uma reunião para pessoas que desejam um milagre, uma mudança total de vida. Na época, Rosa sentia uma inexplicável tristeza que não a deixava em paz.
Curiosa, ela foi ao templo na Rua do Tijolo, onde uma multidão se aglomerava nas escadas para ouvir o que os pastores pregavam e, ali mesmo, participavam das orações. Foi após o clamor pela cura que toda angústia foi embora e, a partir deste dia, ela não deixou mais de frequentar aquele templo, o que fazia quase todos os dias. Naquele mesmo ano, 1980, foi chamada para ser obreira da Universal. Sua alegria era ajudar as pessoas, contribuir com a limpeza do local e fazer algo que lhe dava muito prazer: o almoço dos jovens pastores.
O trabalho realizado pela Universal no centro de Salvador não era só feito de alegria. Rosa teve de enfrentar os perigos de um local com pouca iluminação, limpeza e segurança. Saíam sempre em grupo, com membros e outros obreiros.
100 anos de amor e fé
Em 2013, Rosa completou 100 anos de idade. Com simpatia e serenidade, há 33 anos vestindo o uniforme de obreira, que já foi renovado algumas vezes, ela lembra que um dos momentos mais marcantes que viveu na Universal foi a prisão do bispo Edir Macedo.
“Aquela situação me revoltou. Eu logo clamei a Deus por justiça em favor do meu bispo. Eu vi tanta gente mudando de vida através do trabalho que fazia na igreja. Como ele poderia ficar atrás de grades, em uma prisão? Mas, Deus o libertou e acredito que ele saiu de lá mais forte e nós também”, disse Maria Rosa.
Mesmo com um século de vida, a satisfação da obreira é servir. Ela atende as pessoas na igreja e faz questão de chamar os obreiros que evangelizam aos domingos para almoçar em sua casa após a reunião.
“Gosto de contribuir, de fazer parte deste trabalho. Confio em Deus. Ele tem me mantido viva. Ao meu Senhor dedico toda minha vida e gratidão”, disse a obreira centenária que participa das vigílias promovidas para os obreiros com uma disposição que falta em muitos jovens.
Rosa é a obreira com mais idade entre o 16.700 obreiros da Bahia. Como ela, existem pessoas que acreditam que o trabalho voluntário chega a ser um privilégio.
Mais que uma ação voluntária, o trabalho do obreiro simboliza o amor à propagação do evangelho de Jesus Cristo e a tudo que envolve tal propósito. Representa amor e respeito ao próximo, sem nada esperar receber em troca. O resultado é a alegria de fazer parte da transformação positiva, da superação e do crescimento de pessoas com as quais não possuem vínculo algum.
Muitos obreiros da Universal começaram a se dedicar ao trabalho voluntário da instituição por sentirem o desejo de reproduzir o mesmo afeto e atenção que receberam. Alguns deles se sentiram adotados e adotaram a instituição como família.
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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Apocalipse: A grande tribulação
Quando o anticristo se manifestar, o caos na Terra começará e, então, será tarde demais para muitos
publicado em 06/08/2013 às 04:50.
Da Redação (*) / Fotos: Thinkstock

O Senhor Jesus confirmou as palavras dos profetas do passado, com relação à Grande Tribulação, quando proferiu o sermão profético. Muito se tem escrito a esse respeito, e também muitos têm interpretado esse tempo de agonia profunda de maneira diversificada.
Dentre várias interpretações, há aquela que não só corresponde ao sentido literal da Bíblia, mas também à progressão e rapidez dos fatos caóticos que se sucedem a cada dia no nosso planeta.
Sendo assim, acredita se que a Grande Tribulação terá duração de sete anos. Mas considerando a Grande Tribulação propriamente dita, ela começará na segunda metade da septuagésima semana de anos.
Os primeiros três anos e meio da tribulação são o tempo do engano mundial com o anticristo; especialmente do engano de Israel. A Grande Tribulação acontece na segunda metade dos sete anos.
Alguns teólogos creem que o atual líder da Babilônia será substituído por outro, convertido do judaísmo à religião que se diz dominante. Isto será feito com vistas ao principal objetivo da Babilônia, que é transferir a sua sede mundial para Jerusalém.
A História registra que essa ambição babilônica tem sido buscada ao longo dos séculos, pois os sacerdotes da Babilônia não podem admitir que a sua religião tenha a sua sede mundial justamente no mesmo lugar em que foram cometidas as maiores atrocidades contra os verdadeiros discípulos do Senhor Jesus, e no mesmo chão onde foi derramado o sangue de milhares de inocentes!
Este tem sido o espinho atravessado na garganta da Babilônia! E aí também está a razão pela qual a sua sede mundial não tinha relações diplomáticas com Israel.
Durante a Segunda Guerra Mundial, o líder supremo da Babilônia deu um grande passo para chegar ao seu objetivo: colaborou com o partido nazista, a fim de eliminar todos os judeus da Europa e, assim, impedir que o Estado de Israel pudesse ser novamente erguido. Mas é como está escrito: “Ele frustra as maquinações dos astutos, para que as suas mãos não possam realizar seus projetos. Ele apanha os sábios na sua própria astúcia; e o conselho dos que tramam se precipita” (Jó 5.12,13).
O fato de a Babilônia ter sido conivente com Hitler na matança de seis milhões de judeus – além de mais de cinquenta milhões de pessoas durante toda a Segunda Guerra Mundial – ocorreu porque ela mantém bem viva a sua obsessão antiga.
Mas como o próprio Deus já havia determinado a reconstrução do Estado de Israel, nem toda a força política do mundo pôde impedir que isto se tornasse realidade.
O próximo líder supremo da Babilônia, como vimos, deverá ser um ex-judeu, e se isto acontecer, então que a Igreja do Senhor Jesus se prepare, pois o fim terá chegado!
Das Escrituras Sagradas podemos concluir que a Tribulação começa com a assinatura de uma aliança entre a Babilônia, representada pelo anticristo, e Israel. Isso acontecerá tão logo ocorra a morte do atual líder babilônico.
Tudo se dará muito rápido. A mesquita muçulmana em Jerusalém deverá ser destruída por um terremoto, e quase que imediatamente se construirá o terceiro templo dos judeus, e os serviços de sacrifícios judaicos entrarão automaticamente em vigor. Daniel profetizou a esse respeito, dizendo: “Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele.” Daniel 9.27
Ora, este “ele” se refere ao anticristo, e o “assolador” nos remete ao domínio cruel da besta. Durante a metade da primeira semana, o anticristo fará aliança com Israel e permitirá que seja reconstruído o terceiro templo, no lugar da mesquita muçulmana.
Mas após três anos e meio ele fará cessar os sacrifícios e a oferta de manjares. É justamente aí que ele será identificado como inimigo número um de Israel; mas então será tarde demais.
(*) Texto retirado do livro "O Estudo do Apocalipse", do bispo Edir Macedo
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
A ponte da vida
Uma palavra pode salvar uma alma
publicado em 05/10/2013 às 04:50.
Por Michele Roza / Fotos: Thinkstock e Reprodução

As pontes são instrumentos que ligam dois lugares separados por um obstáculo, um curso d’água, um grande vão. Assim como os lugares, as pessoas também podem, em algum momento da vida, precisar de um alicerce que as ajude a atravessar uma dificuldade sem se perder no meio do caminho, e também apreencher o espaço vazio que há dentro delas.
Um suicida, imbuído por um sentimento egoísta, encontra-se disposto a dar cabo da própria vida. Mas, a troco de quê? Paz, tranquilidade, cura, redenção? Ele pensa não pertencer mais a esse mundo. Então, pertencerá a qual depois da morte? Ele precisa ser reconfortado. Precisa ter alguém que o escute, duvide das suas intenções e o questione sobre sua (in)decisão.
Uma palavra pode salvar uma alma
Quando o suicida se depara com uma ponte alta, longa e soturna, ele só tem a si mesmo, e não pensa em terminar de atravessá-la. Ele dá o primeiro passo já em busca de uma parada. É quando uma luz pode se acender, forte o suficiente para não ofuscá-lo, mas também não deixá-lo indiferente.
“Como você tem passado?”; “O que tem lhe perturbado?”; “Por que você não conta o que está acontecendo?”; “Nós sempre estaremos aqui por você”. As frases ecoam a cada passo daquela breve caminhada, intercaladas com um trecho de uma música simples e bonita, ou uma piada, ou uma fotografia de alguém sorrindo, de bem com a vida. Tudo que possa inspirar novos pensamentos de vida. Uma palavra apenas pode salvar uma alma.
Em meio a tudo isso, a mesma ponte que serviria de propulsora para a derrota, agora está oferecendo ao suicida uma chance de entender, aceitar e viver. Era como se a ponte fosse um velho amigo e estivesse falando com ele, até se dar conta de que estava fazendo o caminho de volta e retornando ao ponto inicial daquele que supôs que seria o seu fim, mas era apenas o começo.
Uma ideia pode salvar uma vida
Dos países que participam da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a Coreia do Sul tem a taxa mais elevada de mortes por suicídio, 15 mil em 1 ano (2011). Por isso, a ponte Mapo, sobre o Han River, na cidade de Seoul, que concentra mais de 17% dos casos, foi escolhida para receber a intervenção publicitária citada acima.
Sim, a ponte que fala com as pessoas existe de verdade. Nela foram instalados sensores no gradeamento para que 20 mensagens diferentes acendessem, uma a uma, cada vez que um pedestre passasse por ali. Entre setembro e dezembro de 2012, enquanto a ação ficou em atividade na ponte Mapo, a taxa de suicídio no local baixou 85%. A instalação foi chamada de Bridge of Life (Ponte da Vida).
Mesmo sem uma ponte física, nós podemos ser o elo entre alguém que desistiu de viver e Aquele que é o Dono da vida, com apenas uma palavra.
“... mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar.” 1 Coríntios 10.13
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