SALMOS

"INSTRUIR-TE-EI E TE ENSINAREI O CAMINHO QUE DEVES SEGUIR; E, SOB AS MINHAS VISTAS, TE DAREI CONSELHO. NÃO SEJAIS COMO O CAVALO OU A MULA, SEM ENTENDIMENTO, OS QUAIS COM FREIOS E CABRESTOS SÃO DOMINADOS; DE OUTRA SORTE NÃO TE OBEDECEM."

SALMOS 32:8 e 9
































































domingo, 23 de março de 2014

COM DEUS SOMOS FORTES

A primeira coisa que Deus fez no exército de Gideão foi eliminar aqueles que eram medrosos e cheios de dúvida (Jz 7.3-8). Era melhor ter 300 homens com fé e sem medo, e que sabiam como se preparar para a batalha, do que 32 mil homens sem fé e que não estavam alertas.

Deus usa pessoas com fé forte e corajosa para trazer glória a Si mesmo.


Por vezes nós nos sentimos fracos na batalha contra os desafios da vida porque ficamos angustiados e com medo. Mas se tivermos fé no poder de Deus como nosso defensor, e se ficarmos de prontidão para a batalha, ele nos trará a vitória de tal forma que teremos a certeza de que veio da parte dele, e não de nossa própria força e poder.

Devemos ter fé quando oramos. Não fé em nossa fé ou fé em nossas orações, mas fé em Deus a quem estamos orando. Então, basta deixar a resposta final na mãos dele.


Por: Bispo Antonio Bulhões
Data: Quinta-feira, 20 de março de 2014.

domingo, 9 de março de 2014

Você acredita no seu filho?


Projeto “Mães em Oração” ensina como colocar o amor em prática

Para que os filhos tenham uma base e possam se desenvolver como pessoas maduras e de bem, é importante verem nos pais um referencial. Caso contrário, eles irão buscar parâmetros nas amizades, na mídia e em tudo que os rodeia. É isso que temos visto diariamente em muitos lares.
Existem, porém, aqueles filhos que recebem toda atenção necessária dentro de casa, mas, mesmo assim, insistem em trilhar um caminho prejudicial.
Foi o caso de Clayton César Batista, de 31 anos. Ele conta que, mesmo morando com a mãe, não conversava muito com ela e passou a agir do jeito que queria, sem considerar a opinião dela, que só queria o seu bem. “Eu tinha problemas com bebida, não tinha fé em Deus e não tinha felicidade nos relacionamentos afetivos. Eu não acreditava em mim mesmo”, relembra.
Mas a mãe Germana Pires Lourença Batista, de 55 anos, sempre acreditou nele e buscava com as voluntárias do “Mães em Oração” a mudança do filho pela fé. “Por ela, eu aceitei conhecer a Universal e hoje tenho Deus em minha vida, vou me casar neste ano e tenho projetos para abrir minha empresa”, comemora Clayton, que agora tem laços afetivos estreitos com a própria mãe.
Esse é mais um projeto do Godllywood, que teve início com um blog, em maio de 2011. Ele reunia mães para que orassem por seus filhos, com o objetivo de servir como um ombro amigo para elas. Posteriormente, um livro, da autoria de Ísis Regina, responsável pelo grupo, foi lançado com mensagens e relatos de mães que viram seus filhos mudar com o trabalho desenvolvido.
Além de palestras e encontros, o projeto também promove visitas aos hospitais, aos abrigos, aos orfanatos e a outras instituições, levando uma palavra de apoio para todos e incentivando o bom relacionamento entre mães e filhos.
A iniciativa alcançou também a Fundação de Atendimento Sócio-Educativo do Rio Grande do Sul (Fase-RS), responsável por aplicações judiciais a menores infratores, que convidou as voluntárias para ajudar no atendimento da instituição.
“Nós temos visto que surtiu efeito para os adolescentes. Hoje, eles refletem sobre seus atos e as mães, em vez de apenas visitá-los, agora os orientam e dão conselhos e sentem-se mais próximas dos filhos”, observa Ledi Teixeira, diretora da Fase-RS.

Não deixe seu marido para segundo plano

Seu marido precisa de você tanto quanto seu filho precisa da mãe

As férias escolares acabaram. Você está exausta. Afinal, não foi fácil achar tarefas para ocupar e divertir diariamente os pequenos, ainda mais neste calor que suga a energia de qualquer um. A sensação que fica é de missão cumprida. Pelo menos no que diz respeito às crianças. No entanto, apesar de os filhos exigirem muita atenção, você não é apenas mãe.
É natural que, por causa do instinto materno, a mulher procure se dedicar integralmente aos filhos. E não há nada de errado em ser uma mãe prodígio, mas é preciso ter em mente que um dia os filhos seguirão o próprio caminho, independentemente de você estar por perto ou não. E, quando você olhar para os lados, quem estará lá? Isso mesmo, seu marido. Ele é seu companheiro de lutas desde que vocês se casaram até quando seu lar voltar à composição inicial: apenas vocês dois. Se durante todos esses anos você foi apenas uma supermãe e deixou seu esposo em segundo plano, como pode exigir companheirismo dele depois?
São amores diferentes, é claro, cada deles um com um tipo de necessidade. Seu marido sempre precisará de uma mulher ao seu lado: aliás, foi por isso que ele se casou com você: não apenas para que você fosse a progenitora de seus filhos, mas para ter uma companheira no dia a dia. Crianças demandam energia, disposição e dedicação, mas, acredite, seu marido também necessita de cuidados, apesar de não chorar, de não fazer birra ou de não demonstrar isso de uma forma mais clara.
Portanto, procure dedicar mais tempo a ele. Qual foi a última vez que vocês tiveram um momento a sós? Quando foi a última vez que vocês dois saíram para jantar fora, sem pressa ou sem se preocupar se seu filho comeria toda a refeição? Você tem tido tempo para ouvir os problemas dele no trabalho ou para conversar com ele sobre o casamento e o relacionamento de vocês?
E lembre-se sempre: você é tão mãe quanto seu marido é pai. Não se sobrecarregue, divida as funções com ele. Caso seu esposo não saiba, ensine-o a trocar fraldas, a alimentar as crianças e peça para buscá-las na escola. Enfim, é importante que ele seja ativo na educação delas tanto quanto você é. Um trabalho feito a dois tem a metade do peso no final.
E, quando vocês dois quiserem um tempinho livre, converse com sua mãe ou sogra ou, caso não possa contar com a ajuda delas, contrate uma babá para cuidar das crianças por um dia. Elas sobreviverão à sua ausência muito melhor do que você imagina. E, além disso, não há nada mais saudável para uma criança do que viver em um lar em que os pais são, antes de tudo, um casal eternamente apaixonado.