Entenda o seu lugar e tenha uma relação conjugal harmoniosa
A mulher vem conquistando um posicionamento cada vez melhor diante da sociedade. Ela, que antes se dedicava integralmente à família, agora, além disso, busca um espaço melhor no mercado de trabalho e, assim, se tornando cada vez mais independente.
Diante dessa evolução, o papel de mulher submissa deixa de existir, correto? Errado! A submissão é um mandamento bíblico que deve ser seguido por todas que buscam harmonia para a vida conjugal e, principalmente, desejam estar em conformidade com os ensinamentos divinos.
“Disse mais o SENHOR Deus: não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea.” (Gênesis 2:18)
Para Cristiane Cardoso, autora do livro “Melhor do que Comprar Sapatos”, a mulher mudou bastante com o passar do tempo e passou a ser igual aos homens, mas submissão não tem nada a ver com isso. “Na realidade, você deve procurar ser uma mulher moderna e fazer tudo o que sempre sonhou; não há nada de errado nisto. Só haverá problema se a submissão não fizer parte da sua vida”, explica.
A escritora afirma ainda que quando Deus criou o casamento, a intenção dEle era estabelecer o homem como autoridade para que este pudesse cuidar da mulher, e não inferiorizá-la.
“Ele (Deus) sabe que o marido acaba atendendo aos desejos da esposa, afinal de contas, o prazer dele é fazê-la feliz. É triste ver tantas mulheres desafiando seus maridos, como se não precisassem de um cabeça. Elas não conseguem se imaginar sendo submissas a um homem, por isso enfrentam problemas constantes no casamento”, esclarece a escritora.
Ao falar sobre submissão na relação conjugal, Cristiane Cardoso é enfática. “Seu marido é o representante de Deus na sua casa, e quando você não se submete a ele, está desafiando o próprio Deus”, finaliza.
Por Tatiana Alves
Fonte: http://terapia.arcauniversal.com/amoremfoco/a_mulher_auxiliadora-2172.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+conteudouniversal+%28Arca+Universal%29
SALMOS
"INSTRUIR-TE-EI E TE ENSINAREI O CAMINHO QUE DEVES SEGUIR; E, SOB AS MINHAS VISTAS, TE DAREI CONSELHO. NÃO SEJAIS COMO O CAVALO OU A MULA, SEM ENTENDIMENTO, OS QUAIS COM FREIOS E CABRESTOS SÃO DOMINADOS; DE OUTRA SORTE NÃO TE OBEDECEM."
SALMOS 32:8 e 9
SALMOS 32:8 e 9
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Felicidade Completa!!!
Por janagomes em 31. Ago, 2010.
Quer ser feliz e não consegue? Então, descubra a felicidade no texto abaixo…
Jesus estava “comovido” pela morte do seu amigo Lázaro, era o seu lado humano se manifestando, mas entretanto, não se deixou dominar pelas suas emoções, sua fé falou mais alto! Naquele momento, Marta (irmã de Lázaro), para variar, levada pelas circunstâncias, contestou as palavras do Mestre, foi quando Ele disse… “Respondeu-lhe Jesus: Não te disse eu que, se creres, verás a glória de Deus?” (João 11:40)
Basicamente, foi isso que Ele quis dizer a Marta: Não argumenta comigo! Eu não estou te dizendo, então apenas obedeça?!
Basicamente, foi isso que Ele quis dizer a Marta: Não argumenta comigo! Eu não estou te dizendo, então apenas obedeça?!
A condição para ver a glória de Deus em nossa vida é crer! Por isso, Jesus disse: “Se”. Crer, nada mais é que acreditar e confiar, quem acredita, confia, logo: VÊ! Presencia, prova e conhece o poder de Deus!
Segundo o dicionário, Glória significa: Bem-aventurança divina; Esplendor, deslumbramento; ou seja, Felicidade eterna!!!
Raciocina comigo: Eu não sei você, mas eu nunca pedi a Deus para sacrificar seu Filho por mim, pelo contrário, só sabia critica-Lo e culpa-Lo pelas minhas desgraças! Eu não escolhi a Jesus, mas acusava a Ele o tempo todo, e mesmo assim, pela sua infinita misericórdia, escolheu a mim e a você! Meu Deus que honra!!! Pode imaginar esta grandeza? Eu e você, cheias de falhas, pecadores, fomos escolhidas, separadas para Deus, para ser FELIZ ETERNAMENTE!!!
“Não foram vocês que me escolheram; pelo contrário, fui eu que os escolhi para que vão e dêem fruto e que esse fruto não se perca. Isso a fim de que o Pai lhes dê TUDO o que pedirem em meu nome.” (João 15:16) E mais, “Antes da criação do mundo, Deus já nos havia escolhido para sermos dele por meio da nossa união com Cristo, a fim de pertencermos somente a Deus e nos apresentemos diante dele sem culpa.” (Efésios 1:4)
Talvez você me diga: Jana, eu não sou feliz e sou de Jesus?! O que está errado comigo, o que eu estou fazendo de errado??? Não consigo encontrar essa felicidade que você fala…
Eu não, quem fala é o próprio Jesus!
“Quando chegar aquele dia, vocês não me pedirão nada. E eu afirmo a vocês que isto é verdade: se vocês pedirem ao Pai alguma coisa em meu nome, ele lhes dará. Até agora vocês não pediram nada em meu nome; peçam e receberão para que a alegria de vocês seja completa.” (João 16:23-24)
“Quando chegar aquele dia, vocês não me pedirão nada. E eu afirmo a vocês que isto é verdade: se vocês pedirem ao Pai alguma coisa em meu nome, ele lhes dará. Até agora vocês não pediram nada em meu nome; peçam e receberão para que a alegria de vocês seja completa.” (João 16:23-24)
Esse dia já chegou, há mais de 2.000 anos, quando na cruz, Ele consumou TUDO! Então, aqui está o segredo da felicidade: Pede ao Pai em nome de Jesus que você receberá!!!
Tudo é tudo, não há limitações para Deus!!! O problema é que as pessoas não pedem e dizem que pedem ou não crêem no que pedem, por isso, são infelizes, não vêem a glória de Deus em suas vidas! É mais fácil culpar a Deus, mas eu afirmo por experiência própria, MAIS FÁCIL AINDA É CRER NAQUILO QUE PEDE A DEUS EM NOME DE JESUS! MELHOR AINDA, É GOZAR DA FELICIDADE COMPLETA!!!
Tudo é tudo, não há limitações para Deus!!! O problema é que as pessoas não pedem e dizem que pedem ou não crêem no que pedem, por isso, são infelizes, não vêem a glória de Deus em suas vidas! É mais fácil culpar a Deus, mas eu afirmo por experiência própria, MAIS FÁCIL AINDA É CRER NAQUILO QUE PEDE A DEUS EM NOME DE JESUS! MELHOR AINDA, É GOZAR DA FELICIDADE COMPLETA!!!

E agora, vai continuar INFELIZ? Desejo que não! Mude de atitude hoje mesmo e depois me conta seu testemunho, terei o maior prazer em publicar, porque você foi escolhida para dar frutos!!!
Na guerra…
Tabernáculos, a Arca e o desejo de Davi de construir o Templo
Enquanto o povo de Israel vagava pelo deserto depois de ter saído da escravidão no Egito rumo à Terra Prometida, Deus orientou ao líder Moisés a construção de um santuário que os acompanhasse, detalhe por detalhe
Por 40 anos, o povo de Israel vagou pelo deserto rumo à Terra Prometida após ser libertado da escravidão no Egito. Nesse período, o povo nômade tinha regras, uma estrutura organizada, tanto quando estavam em movimento como quando estavam acampados.
Moisés, líder espiritual de seu povo, armava uma tenda especial para adoração a Deus fora do acampamento principal, e todos iam ter com ele para buscar ao Senhor. Na pequena cabana de tecido, Deus descia em forma de coluna de nuvem para falar com Moisés. Quando este subiu ao monte Sinai para receber as tábuas com os Dez Mandamentos, recebeu também de Deus as instruções para a construção do Tabernáculo, com regras expressas não só de sua confecção, mas também na forma como seria armado, a estrutura à sua volta e como seria transportado pelo povo nômade. Era uma espécie de templo itinerante feito de tecidos variados, tapeçaria, madeiras nobres e artefatos preciosos, armado no centro do acampamento.
O Tabernáculo era um centro de adoração, um lugar onde o povo poderia focalizar a presença do Senhor. Dessa forma, a pequena barraca fora do acampamento deu lugar a um complexo sagrado no meio das moradias improvisadas no deserto.
Deus descreveu a Moisés os detalhes da construção, inclusive quanto à quantidade e tipos – até mesmo cores – de materiais, que o povo ofertou. Eram tecidos raros de grande beleza, pedras e metais preciosos e, em sua maioria, materiais facilmente encontrados no deserto, como madeiras nativas de grande resistência e peles de animais locais – de criação ou silvestres. Até mesmo o figurino dos sacerdotes e demais trabalhadores foi orientado pelo Senhor, assim como os artefatos e a mobília.
“Então falou o SENHOR a Moisés, dizendo: Fala aos filhos de Israel, que me tragam uma oferta alçada; de todo o homem cujo coração se mover voluntariamente, dele tomareis a minha oferta alçada. E esta é a oferta alçada que recebereis deles: ouro, e prata, e cobre, E azul, e púrpura, e carmesim, e linho fino, e pelos de cabras, E peles de carneiros tintas de vermelho, e peles de texugos, e madeira de acácia, Azeite para a luz, especiarias para o óleo da unção, e especiarias para o incenso, Pedras de ônix, e pedras de engaste para o éfode e para o peitoral. E me farão um santuário, e habitarei no meio deles. Conforme a tudo o que eu te mostrar para modelo do tabernáculo, e para modelo de todos os seus pertences, assim mesmo o fareis.” Êxodo 25: 1-9
Embora um leitor da Bíblia completamente leigo tenha a tendência de localizar Jesus Cristo somente no que diz respeito ao Novo Testamento, o Messias já está previsto desde o início do Antigo Testamento. O próprio tabernáculo acaba sendo uma alusão clara a ele e à forma de contato do homem com Deus. Se pegarmos um desenho, uma “planta baixa” da tenda, vemos que os artefatos estão dispostos em forma de cruz, tendo acima dela a presença de Deus (na Arca da Aliança).
O Tabernáculo devia sempre ser erguido com sua entrada voltada para o oriente. Era uma grande tenda, como um grande
galpão, chamado de Santo Lugar. Dentro dele, o Santo dos Santos era uma pequena divisão reservada somente ao sumo sacerdote, onde ele falaria pessoalmente com Deus, protegido por um véu, cuja entrada estaria virada para o ocidente. Nele ficaria a Arca da Aliança, contendo as tábuas dos Dez Mandamentos dadas a Moisés (uma cópia lavrada por ele mesmo), um pouco de maná (alimento mandado por Deus dos céus para o povo no deserto) e a vara de Arão que florescera (Números 17. 6-9).
Conforme dita o livro de Êxodo em seu capítulo 25, nos versículos 10 a 22, Deus orientou a Moisés sobre a confecção da Arca da Aliança. O Propiciatório, que ficava em cima da Arca como se fosse sua tampa, trazia dois querubins de ouro voltados um para o outro, entre os quais Deus falaria a Moisés acerca de tudo o que ordenasse para seu povo. Assim como a Arca, o Senhor detalhou sobre o mobiliário do Tabernáculo e peças importantes como o Menorá, grande candelabro de ouro com sete luminárias a óleo que iluminaria o Santo dos Santos, que não tinha qualquer janela ou outra fenda por onde entrasse a luz, em que somente o sumo sacerdote entrava.
Graus de intimidade
Para o professor, teólogo e arqueólogo Rodrigo Silva, do Museu de Arqueologia Bíblica Paulo Bork, no município paulista de Engenheiro Coelho, a disposição física do Tabernáculo mostra os “graus de intimidade” do homem com Deus. Rodrigo também compartilha da opinião de que o próprio Jesus Cristo estava presente em todas as representações do templo itinerante.
Pátio Externo - Um aspecto interessante é que o Tabernáculo tinha apenas um lugar para entrada e saída, o portão principal voltado sempre para o leste, que dava acesso ao pátio externo. Assim como mostra a Bíblia, o próprio Jesus afirma:
“Eu sou a porta; quem entra por mim será salvo. Entrará e sairá, e encontrará pastagem.” João 10. 9
No pátio externo, totalmente descoberto, todos podiam entrar. A primeira estrutura encontrada era o altar de sacrifícios. Quando os animais oferecidos eram queimados, o ato simbolizava a expiação dos pecados. Morriam ali o pecado e as vontades meramente humanas, para renascer um homem puro. A fumaça que se desprendia do sacrifício subia aos céus:
“Depois queime o cordeiro inteiro sobre o altar; é holocausto dedicado ao Senhor; é oferta de aroma agradável dedicada ao Senhor, preparada no fogo.” Êxodo 29. 18
Logo depois, a pia em que os sacerdotes se lavavam após os sacrifícios e antes de entrar no Lugar Santo. Com forte simbolismo de purificação, nela eram lavados os pecados, publicamente.
Partindo da relação do grau de intimidade com Deus, citada por Rodrigo Silva, o pátio é o primeiro passo, uma experiência fundamental, sem a qual o homem não pode começar um relacionamento verdadeiro com o Senhor.
Lugar Santo – Logo depois da pia, havia a abertura para a tenda propriamente dita: a entrada do Santo Lugar. Somente os sacerdotes podiam entrar nele. Ali, os três artefatos de mobília eram de ouro puro, ou de madeira nobre adornada com o metal dourado. O ouro, para a cultura judaica, simboliza não somente a riqueza que primeiramente se percebe, mas também o caráter da eternidade de Deus, pela durabilidade do raro elemento mineral.
À direita de quem entrasse, a Mesa de Pães. Nela, doze discos de pão ázimo (sem fermento, pois o mesmo simbolizava o pecado para os judeus) eram colocados em duas pilhas de seis. Simbolizavam que Deus não deixaria de prover o alimento para as doze tribos de Israel, mas também a própria Palavra de Deus, por meio da qual Ele alimenta nosso espírito. Mais tarde, Jesus faria referência dele mesmo como o “Pão da Vida”.
Do lado oposto à mesa, o Menorá, grande candelabro de ouro com sete luminárias a óleo, utilizado até hoje pelos judeus tanto em grandes formatos quanto pequenos, com velas. Tinha a função de representar a presença de Deus, a luz da própria vida nEle, assim como iluminava o Santo Lugar, que não tinha janelas ou outra abertura por onde entrasse claridade. Os próprios sacerdotes eram os únicos que abasteciam o Menorá de óleo, mantendo-o sempre aceso.
Logo depois do Menorá e da Mesa de Pães estava o Altar de Incenso, no meio, de frente para a porta do Santo Lugar. Nele os sacerdotes oravam a Deus e acendiam os incensos, simbolizando as súplicas e orações que subiam aos céus, a Deus. Este contato mais próximo é um degrau a mais na intimidade com Deus, em que os sacerdotes levavam as súplicas dos fiéis ao Pai.
Santo dos Santos – O cerne de todo o Tabernáculo era o lugar no qual somente o sumo-sacerdote podia entrar, para um contato direto com Deus. Com a entrada protegida pelo véu, o líder dos sacerdotes conversava com o Senhor, depois passando a seus subordinados o assunto.
No claustro do Santo dos Santos estava encerrada a Arca da Aliança, objeto sagrado somente tocado pelos sacerdotes. Em seu interior, as tábuas dos Dez Mandamentos que Moisés lavrara orientado por Deus (a Palavra Divina), um bocado do maná que foi dado como alimento ao povo no deserto pela primeira vez (a provisão que nunca faltava) e a vara de Arão que florescera (o reconhecimento de Deus da autoridade conferida a alguém, comprovando que é a vontade dEle).
Sobre a Arca, o Propiciatório, grande prancha posicionada como a tampa do baú, com duas imagens de querubins voltadas uma para a outra com as asas esticadas, entre os quais Deus se posicionava para falar ao sacerdote.
“O véu não tinha uma função de bloqueio entre o homem e Deus”, diz Rodrigo Silva. Era uma forma de proteger o homem do contato mais próximo, que o ser humano ainda não tinha capacidade para entender. “Não era Deus se ocultando, como se brincasse de esconde-esconde. Era um jeito de Ele se revelar ao homem sem o destruir com Sua glória, que olhos humanos não têm a capacidade para enxergar. Era mais como um filtro, e não como uma barreira. Mas tal obstáculo se desfez com a vinda de Cristo e seu sacrifício por nós. Por isso falalamos que ‘o véu se rasgou’ e agora o homem não depende de sacerdotes para ter o contato direto com Deus”, explica o arqueólogo.
A doutrina do santuário
A palavra Tabernáculo, em sua origem, quer dizer morada, habitação. Deus habitando entre os homens.
Antes, erguiam-se altares para sacrifício e oração, que eram deixados e reerguidos na próxima parada do povo nômade de Israel. O Tabernáculo é a primeira referência de um santuário propriamente dito após o próprio Éden, quando o homem tinha contato direto com o Senhor, mas o perdeu pela desobediência.
O Tabernáculo já era um princípío da reconciliação entre o Senhor e o homem, mais tarde corroborada por Cristo. Rodrigo Silva resume bem tudo o que foi explicado até agora sobre o Tabernáculo. “A Palavra diz que Jesus veio ‘tabernacular’ entre os
homens; era Deus habitando entre nós em carne. Toda a conformação do santuário itinerante em forma de tenda tinha elementos que antecipavam a vinda de Cristo em todos os seus significados, além da evidente forma de cruz em que os móveis e artefatos eram dispostos quando vistos de cima. Se uma pessoa entende a doutrina do santuário, a forma como ele era feito e como funcionava, é capaz de entender o sentido de toda a Bíblia, de Gênesis ao Apocalipse. Parece complicado quando se olha o todo, mas essa simples relação revela o que Deus quer do homem e o que tem reservado para ele.”
O desejo de Davi
Desde o Egito até a Terra Prometida, o povo de Israel vagou pelo deserto acampando em torno de seu santuário portátil. O Tabernáculo era montado e, ao redor dele, as tribos eram dispostas em acampamento.
Quando Israel já tinha o seu lugar fixo, suas cidades propriamente ditas, em Jerusalém o então monarca ungido por Deus, Davi, nutriu em seu coração o desejo de construir um grande templo, um magnífico edifício para o que ele achava ser a morada de Deus entre seu povo.
Como Davi era em sua essência um guerreiro, portanto já tendo matado milhares em combate por seu povo, Deus não permitiu que ele construísse o tão almejado templo. Mas, atendendo aos insistentes desejos do coração do rei, o Senhor lhe disse que ele próprio não construiria, mas seu filho e sucessor no trono. No entanto, permitiu que Davi começasse a armazenar material para a futura edificação, tranquilizando o monarca. De fato, Salomão, filho de Davi, foi o realizador da obra que até hoje é reverenciada pelo povo judeu, mesmo após ter sido destruída.
O Tabernáculo nasceu diretamente da vontade de Deus, conforme orientado a Moisés. “Muitos acham que Moisés inovou, chamado por Deus para construir o Tabernáculo e elaborar costumes para a adoração”, alega Rodrigo Silva, “mas na verdade Deus usou o líder que orientava o povo de Israel pelo deserto para recuperar uma tradição que corria o risco de cair, de sumir, fazendo com que o santuário fosse construído e mostrasse a todo momento a presença dEle”, explica o especialista. Já o templo, segundo o professor, partiu da vontade de Davi, uma intenção do coração do rei, que Deus autorizou, atendendo o pedido de seu ungido, mesmo que um dia viesse a ser construído por seu sucessor.
“Quando Hirão, rei de Tiro, soube que Salomão tinha sido ungido rei, mandou seus conselheiros a Salomão, pois sempre tinha sido amigo leal de Davi.
Salomão enviou esta mensagem a Hirão: ‘Tu bem sabes que foi por causa das guerras travadas de todos os lados contra meu pai Davi que ele não pôde construir um templo em honra do nome do Senhor, o seu Deus, até que o Senhor pusesse os seus inimigos debaixo dos seus pés. Mas agora o Senhor, o meu Deus, concedeu-me paz em todas as fronteiras, e não tenho que enfrentar nem inimigos nem calamidades. Pretendo, por isso, construir um templo em honra do nome do Senhor, do meu Deus, conforme o Senhor disse a meu pai Davi: ‘O seu filho, a quem colocarei no trono em seu lugar, construirá o templo em honra do meu nome’.” I Reis 1. 1-5
Por 40 anos, o povo de Israel vagou pelo deserto rumo à Terra Prometida após ser libertado da escravidão no Egito. Nesse período, o povo nômade tinha regras, uma estrutura organizada, tanto quando estavam em movimento como quando estavam acampados.
Moisés, líder espiritual de seu povo, armava uma tenda especial para adoração a Deus fora do acampamento principal, e todos iam ter com ele para buscar ao Senhor. Na pequena cabana de tecido, Deus descia em forma de coluna de nuvem para falar com Moisés. Quando este subiu ao monte Sinai para receber as tábuas com os Dez Mandamentos, recebeu também de Deus as instruções para a construção do Tabernáculo, com regras expressas não só de sua confecção, mas também na forma como seria armado, a estrutura à sua volta e como seria transportado pelo povo nômade. Era uma espécie de templo itinerante feito de tecidos variados, tapeçaria, madeiras nobres e artefatos preciosos, armado no centro do acampamento.
O Tabernáculo era um centro de adoração, um lugar onde o povo poderia focalizar a presença do Senhor. Dessa forma, a pequena barraca fora do acampamento deu lugar a um complexo sagrado no meio das moradias improvisadas no deserto.Deus descreveu a Moisés os detalhes da construção, inclusive quanto à quantidade e tipos – até mesmo cores – de materiais, que o povo ofertou. Eram tecidos raros de grande beleza, pedras e metais preciosos e, em sua maioria, materiais facilmente encontrados no deserto, como madeiras nativas de grande resistência e peles de animais locais – de criação ou silvestres. Até mesmo o figurino dos sacerdotes e demais trabalhadores foi orientado pelo Senhor, assim como os artefatos e a mobília.
“Então falou o SENHOR a Moisés, dizendo: Fala aos filhos de Israel, que me tragam uma oferta alçada; de todo o homem cujo coração se mover voluntariamente, dele tomareis a minha oferta alçada. E esta é a oferta alçada que recebereis deles: ouro, e prata, e cobre, E azul, e púrpura, e carmesim, e linho fino, e pelos de cabras, E peles de carneiros tintas de vermelho, e peles de texugos, e madeira de acácia, Azeite para a luz, especiarias para o óleo da unção, e especiarias para o incenso, Pedras de ônix, e pedras de engaste para o éfode e para o peitoral. E me farão um santuário, e habitarei no meio deles. Conforme a tudo o que eu te mostrar para modelo do tabernáculo, e para modelo de todos os seus pertences, assim mesmo o fareis.” Êxodo 25: 1-9
Embora um leitor da Bíblia completamente leigo tenha a tendência de localizar Jesus Cristo somente no que diz respeito ao Novo Testamento, o Messias já está previsto desde o início do Antigo Testamento. O próprio tabernáculo acaba sendo uma alusão clara a ele e à forma de contato do homem com Deus. Se pegarmos um desenho, uma “planta baixa” da tenda, vemos que os artefatos estão dispostos em forma de cruz, tendo acima dela a presença de Deus (na Arca da Aliança).
O Tabernáculo devia sempre ser erguido com sua entrada voltada para o oriente. Era uma grande tenda, como um grande
galpão, chamado de Santo Lugar. Dentro dele, o Santo dos Santos era uma pequena divisão reservada somente ao sumo sacerdote, onde ele falaria pessoalmente com Deus, protegido por um véu, cuja entrada estaria virada para o ocidente. Nele ficaria a Arca da Aliança, contendo as tábuas dos Dez Mandamentos dadas a Moisés (uma cópia lavrada por ele mesmo), um pouco de maná (alimento mandado por Deus dos céus para o povo no deserto) e a vara de Arão que florescera (Números 17. 6-9).Conforme dita o livro de Êxodo em seu capítulo 25, nos versículos 10 a 22, Deus orientou a Moisés sobre a confecção da Arca da Aliança. O Propiciatório, que ficava em cima da Arca como se fosse sua tampa, trazia dois querubins de ouro voltados um para o outro, entre os quais Deus falaria a Moisés acerca de tudo o que ordenasse para seu povo. Assim como a Arca, o Senhor detalhou sobre o mobiliário do Tabernáculo e peças importantes como o Menorá, grande candelabro de ouro com sete luminárias a óleo que iluminaria o Santo dos Santos, que não tinha qualquer janela ou outra fenda por onde entrasse a luz, em que somente o sumo sacerdote entrava.
Graus de intimidade
Para o professor, teólogo e arqueólogo Rodrigo Silva, do Museu de Arqueologia Bíblica Paulo Bork, no município paulista de Engenheiro Coelho, a disposição física do Tabernáculo mostra os “graus de intimidade” do homem com Deus. Rodrigo também compartilha da opinião de que o próprio Jesus Cristo estava presente em todas as representações do templo itinerante.
Pátio Externo - Um aspecto interessante é que o Tabernáculo tinha apenas um lugar para entrada e saída, o portão principal voltado sempre para o leste, que dava acesso ao pátio externo. Assim como mostra a Bíblia, o próprio Jesus afirma:
“Eu sou a porta; quem entra por mim será salvo. Entrará e sairá, e encontrará pastagem.” João 10. 9
No pátio externo, totalmente descoberto, todos podiam entrar. A primeira estrutura encontrada era o altar de sacrifícios. Quando os animais oferecidos eram queimados, o ato simbolizava a expiação dos pecados. Morriam ali o pecado e as vontades meramente humanas, para renascer um homem puro. A fumaça que se desprendia do sacrifício subia aos céus:
“Depois queime o cordeiro inteiro sobre o altar; é holocausto dedicado ao Senhor; é oferta de aroma agradável dedicada ao Senhor, preparada no fogo.” Êxodo 29. 18
Logo depois, a pia em que os sacerdotes se lavavam após os sacrifícios e antes de entrar no Lugar Santo. Com forte simbolismo de purificação, nela eram lavados os pecados, publicamente.
Partindo da relação do grau de intimidade com Deus, citada por Rodrigo Silva, o pátio é o primeiro passo, uma experiência fundamental, sem a qual o homem não pode começar um relacionamento verdadeiro com o Senhor.
Lugar Santo – Logo depois da pia, havia a abertura para a tenda propriamente dita: a entrada do Santo Lugar. Somente os sacerdotes podiam entrar nele. Ali, os três artefatos de mobília eram de ouro puro, ou de madeira nobre adornada com o metal dourado. O ouro, para a cultura judaica, simboliza não somente a riqueza que primeiramente se percebe, mas também o caráter da eternidade de Deus, pela durabilidade do raro elemento mineral.
À direita de quem entrasse, a Mesa de Pães. Nela, doze discos de pão ázimo (sem fermento, pois o mesmo simbolizava o pecado para os judeus) eram colocados em duas pilhas de seis. Simbolizavam que Deus não deixaria de prover o alimento para as doze tribos de Israel, mas também a própria Palavra de Deus, por meio da qual Ele alimenta nosso espírito. Mais tarde, Jesus faria referência dele mesmo como o “Pão da Vida”.
Do lado oposto à mesa, o Menorá, grande candelabro de ouro com sete luminárias a óleo, utilizado até hoje pelos judeus tanto em grandes formatos quanto pequenos, com velas. Tinha a função de representar a presença de Deus, a luz da própria vida nEle, assim como iluminava o Santo Lugar, que não tinha janelas ou outra abertura por onde entrasse claridade. Os próprios sacerdotes eram os únicos que abasteciam o Menorá de óleo, mantendo-o sempre aceso.Logo depois do Menorá e da Mesa de Pães estava o Altar de Incenso, no meio, de frente para a porta do Santo Lugar. Nele os sacerdotes oravam a Deus e acendiam os incensos, simbolizando as súplicas e orações que subiam aos céus, a Deus. Este contato mais próximo é um degrau a mais na intimidade com Deus, em que os sacerdotes levavam as súplicas dos fiéis ao Pai.
Santo dos Santos – O cerne de todo o Tabernáculo era o lugar no qual somente o sumo-sacerdote podia entrar, para um contato direto com Deus. Com a entrada protegida pelo véu, o líder dos sacerdotes conversava com o Senhor, depois passando a seus subordinados o assunto.
No claustro do Santo dos Santos estava encerrada a Arca da Aliança, objeto sagrado somente tocado pelos sacerdotes. Em seu interior, as tábuas dos Dez Mandamentos que Moisés lavrara orientado por Deus (a Palavra Divina), um bocado do maná que foi dado como alimento ao povo no deserto pela primeira vez (a provisão que nunca faltava) e a vara de Arão que florescera (o reconhecimento de Deus da autoridade conferida a alguém, comprovando que é a vontade dEle).
Sobre a Arca, o Propiciatório, grande prancha posicionada como a tampa do baú, com duas imagens de querubins voltadas uma para a outra com as asas esticadas, entre os quais Deus se posicionava para falar ao sacerdote.
“O véu não tinha uma função de bloqueio entre o homem e Deus”, diz Rodrigo Silva. Era uma forma de proteger o homem do contato mais próximo, que o ser humano ainda não tinha capacidade para entender. “Não era Deus se ocultando, como se brincasse de esconde-esconde. Era um jeito de Ele se revelar ao homem sem o destruir com Sua glória, que olhos humanos não têm a capacidade para enxergar. Era mais como um filtro, e não como uma barreira. Mas tal obstáculo se desfez com a vinda de Cristo e seu sacrifício por nós. Por isso falalamos que ‘o véu se rasgou’ e agora o homem não depende de sacerdotes para ter o contato direto com Deus”, explica o arqueólogo.
A doutrina do santuário
A palavra Tabernáculo, em sua origem, quer dizer morada, habitação. Deus habitando entre os homens.
Antes, erguiam-se altares para sacrifício e oração, que eram deixados e reerguidos na próxima parada do povo nômade de Israel. O Tabernáculo é a primeira referência de um santuário propriamente dito após o próprio Éden, quando o homem tinha contato direto com o Senhor, mas o perdeu pela desobediência.
O Tabernáculo já era um princípío da reconciliação entre o Senhor e o homem, mais tarde corroborada por Cristo. Rodrigo Silva resume bem tudo o que foi explicado até agora sobre o Tabernáculo. “A Palavra diz que Jesus veio ‘tabernacular’ entre os
homens; era Deus habitando entre nós em carne. Toda a conformação do santuário itinerante em forma de tenda tinha elementos que antecipavam a vinda de Cristo em todos os seus significados, além da evidente forma de cruz em que os móveis e artefatos eram dispostos quando vistos de cima. Se uma pessoa entende a doutrina do santuário, a forma como ele era feito e como funcionava, é capaz de entender o sentido de toda a Bíblia, de Gênesis ao Apocalipse. Parece complicado quando se olha o todo, mas essa simples relação revela o que Deus quer do homem e o que tem reservado para ele.”O desejo de Davi
Desde o Egito até a Terra Prometida, o povo de Israel vagou pelo deserto acampando em torno de seu santuário portátil. O Tabernáculo era montado e, ao redor dele, as tribos eram dispostas em acampamento.
Quando Israel já tinha o seu lugar fixo, suas cidades propriamente ditas, em Jerusalém o então monarca ungido por Deus, Davi, nutriu em seu coração o desejo de construir um grande templo, um magnífico edifício para o que ele achava ser a morada de Deus entre seu povo.
Como Davi era em sua essência um guerreiro, portanto já tendo matado milhares em combate por seu povo, Deus não permitiu que ele construísse o tão almejado templo. Mas, atendendo aos insistentes desejos do coração do rei, o Senhor lhe disse que ele próprio não construiria, mas seu filho e sucessor no trono. No entanto, permitiu que Davi começasse a armazenar material para a futura edificação, tranquilizando o monarca. De fato, Salomão, filho de Davi, foi o realizador da obra que até hoje é reverenciada pelo povo judeu, mesmo após ter sido destruída.
O Tabernáculo nasceu diretamente da vontade de Deus, conforme orientado a Moisés. “Muitos acham que Moisés inovou, chamado por Deus para construir o Tabernáculo e elaborar costumes para a adoração”, alega Rodrigo Silva, “mas na verdade Deus usou o líder que orientava o povo de Israel pelo deserto para recuperar uma tradição que corria o risco de cair, de sumir, fazendo com que o santuário fosse construído e mostrasse a todo momento a presença dEle”, explica o especialista. Já o templo, segundo o professor, partiu da vontade de Davi, uma intenção do coração do rei, que Deus autorizou, atendendo o pedido de seu ungido, mesmo que um dia viesse a ser construído por seu sucessor.
“Quando Hirão, rei de Tiro, soube que Salomão tinha sido ungido rei, mandou seus conselheiros a Salomão, pois sempre tinha sido amigo leal de Davi.
Salomão enviou esta mensagem a Hirão: ‘Tu bem sabes que foi por causa das guerras travadas de todos os lados contra meu pai Davi que ele não pôde construir um templo em honra do nome do Senhor, o seu Deus, até que o Senhor pusesse os seus inimigos debaixo dos seus pés. Mas agora o Senhor, o meu Deus, concedeu-me paz em todas as fronteiras, e não tenho que enfrentar nem inimigos nem calamidades. Pretendo, por isso, construir um templo em honra do nome do Senhor, do meu Deus, conforme o Senhor disse a meu pai Davi: ‘O seu filho, a quem colocarei no trono em seu lugar, construirá o templo em honra do meu nome’.” I Reis 1. 1-5
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Hora de mobiliar a casa
Preencha a sua casa com aquilo que é NECESSÁRIO.
Você construiria uma casa começando com a decoração interna para depois levantar as paredes? Organizaria os móveis antes de ter a fundação e a estrutura da casa prontas? Não. Seria tolice fazer isso.
Os móveis são os últimos itens que você adiciona a uma casa, mesmo que você já tenha uma idéia de como eles serão antes da casa estar pronta.
Infelizmente, essa tolice que mencionamos acima é exatamente o que alguns jovens fazem. Em vez de passar a sua adolescência investindo, cavando fundo para construir uma fundação sólida, como aprendemos nos últimos 2 posts, eles querem mobiliar a casa primeiro.
Os móveis, nesse caso, representam a sua vida sentimental. Sua vida sentimental não pode ser apenas um pertence "barato". Tem que combinar com a sua casa. Tem que se encaixar perfeitamente.
Muitos jovens não querem respeitar essa lei da vida, e se apressam com a vida sentimental. Eles "precisam" de uma namorada ou namorado, pois querem sentir a adrenalina de "estar apaixonado/a". Esquecem-se da carreira, dos estudos, da fé, e mergulham de cabeça em qualquer experiência que, no final, acaba custando muito mais caro. Já vi tantas jovens abandonarem seus estudos e seus sonhos porque ficaram grávidas. Outros, ambos rapazes e meninas, acabam contraindo uma doença sexualmente transmissível.
Ficar se preocupando em ter um relacionamento agora é o mesmo que investir em comprar os móveis antes de construir a casa. Não faz o menor sentido!
Basta parar pra pensar. Se você começar um relacionamento agora, você vai se casar com essa pessoa em 1 ano? Provavelmente não. Você ainda tem outras coisas para fazer que são mais importantes, como o seu relacionamento com Deus (Fundação) e a sua carreira (Estrutura). Um relacionamento (que se tornará não-cristão logo logo) só vai se arrastar pelos anos, te trazendo decepções enquanto aqueles que seguem a ordem natural das coisas passam a sua frente.
Pr Luke Castro
Coordenador Nacional do YPG nos EUA
Estrutura
Construa uma estrutura sólida, que seja resistente e à prova de tempestade.
Existe uma fábula sobre um jovem que foi a Sócrates, o grande sábio, e falou:
"Eu quero saber tudo o que você sabe.""Se este é seu desejo", disse Sócrates, "segue-me até o rio."Cheio de curiosidade, o jovem seguiu Sócrates até o rio mais perto.Ao sentarem à beira do rio, Sócrates disse: "Olhe o rio e me diga o que você vê.""Eu não vejo nada", disse o jovem. "Olhe mais perto", respondeu Sócrates.Conforme o jovem se debruçou para chegar mais perto da água, Sócrates o pegou pela cabeça e a afundou na água.Os braços do jovem se moviam descontroladamente numa tentativa de se salvar de um afogamento, mas Sócrates o mantinha submerso.Quando o jovem já estava a ponto de se afogar, Sócrates o puxou da água e o colocou à beira do rio.Tossindo, o jovem suspirou, "Você está louco, homem? O que você quer fazer, me matar? ""Quando eu estava forçando a sua cabeça dentro da água, o que você mais queria naquele momento?", perguntou Sócrates."Eu queria respirar. Eu queria ar! ", respondeu ele."Nunca cometa o erro de pensar que a sabedoria vem com facilidade, meu jovem amigo", disse Sócrates."Quando o seu desejo de aprender for tão intenso quanto o seu desejo de respirar ainda há pouco, então pode me procurar novamente."
A moral da história é clara. Nada na vida vem com facilidade. Você tem que pagar o preço! Todo mundo tem que pagar. Escreva isso. Memorize. Sublinhe essa frase. Não há entrada grátis! Quanta ingenuidade do jovem pensar que ele poderia ganhar uma vida inteira de conhecimento sem o menor esforço.
Mas quando pensamos que nós podemos ter um bom emprego e um futuro promissor sem pagar o preço para desenvolver uma mente forte, não estamos sendo tão ingênuos quanto esse jovem?
Na verdade, pagar o preço para obter uma boa educação pode, facilmente, ser uma das coisas mais importantes que você pode fazer na sua vida. A maneira como você usa essa massa cinzenta que você tem entre as suas orelhas é mais importante do que qualquer outra coisa que você virá a fazer. Se você não se vê ganhando um salário de miséria, vivendo na casa dos seus pais aos 30 anos de idade, é melhor você começar a pagar o preço agora.
Por isso, começe a investir na sua formação. Formação não é apenas ir à escola todos os dias e fazer todos os seus deveres de casa. É mais do que isso. É desenvolver suas habilidades, adquirir conhecimentos e saber lidar com qualquer situação que surge no seu caminho.
Aprender uma língua estrangeira, a tocar um instrumento, ler, ouvir o noticiário e ter conversas inteligentes com amigos e adultos são algumas das coisas que você pode adicionar ao seu projeto de vida, a fim de construir uma estrutura mais estável e resistente.
Você já se perguntou alguma vez como Deus planejou que as coisas fossem? Nós nascemos, aprendemos a andar, e depois a falar. Isso é a infância. Depois disso, vem a adolescência. É quando nós devemos avançar nossos conhecimentos e adquirir habilidades que nos ajudarão a ter uma vida adulta digna. Essa sequência faz bastante sentido, não?!
Com certeza! Mas muitos jovens não percebem isso. Eles se distraem facilmente. Eles querem namorar, aproveitar a vida ao máximo e só pensar no aqui e agora. Eles colocam a carroça na frente dos bois!
Seja inteligente. Não se deixe enganar. Basta analisar a sua vida, o que vai acontecer com a sua estrutura se uma tempestade vier?
Pr Luke CastroCoordenador Nacional do YPG nos EUA
Está se sentindo inútil???
Por Jana Gomes em 16. Set, 2010.
Mais uma que recebi e vou compartilhar…
Da próxima vez que você pensar que Deus não pode usá-la (o), lembre-se que…
* ABRAÃO era velho demais* ISAQUE era um sonhador.
* JACÓ era um mentiroso.
* MOISÉS tinha um problema de gagueira.
* GIDEÃO estava com medo.
* SANSÃO tinha cabelo comprido, e era um mulherengo!
* RAABE era uma prostituta!
* JEREMIAS e TIMÓTEO eram jovens demais.
* DAVI teve um romance que o tornou assassino.
* ISAÍAS pregou pelado.
* JONAS fugiu de Deus.
* NOEMI era uma viúva.
* JÓ faliu.
* JOÃO BATISTA comia gafanhotos
* PEDRO negou Cristo.
* Os DISCIPULOS caíam no sono enquanto oravam.
* MARTA se preocupava com tudo.
* MARIA MADALENA foi… bem… você sabe …
* A MULHER SAMARITANA tinha se divorciado … mais de uma vez!
* ZAQUEU era pequeno demais.
* PAULO (Quando Saulo) era religioso demais.
* TIMÓTEO tinha uma úlcera .
* E LÁZARO ESTAVA MORTO !
… agora não tem mais desculpas.
Deus está esperando uma atitude sua para usar todo o seu potencial, você é importante para Ele, levante-se, não olhe para as suas condições, esqueça o passado porque a sua vitória está na sua frente!
Na guerra…
Por que as crianças negociam melhor?
Honestidade, foco e persistência são praticados por elas quando querem algo, mas os adultos tendem a se afastar dessas práticas com o tempo, dificultando as relações
Da Redação
As crianças costumam conseguir o que querem. Não estamos falando em birras ou pirraças, mas elas têm mesmo uma maneira espontânea de argumentar em uma negociação, mesmo que não percebam isso.
Os adultos têm uma capacidade natural de complicar as coisas, de encher de complexidade algo que pede providências simples e eficazes. Observando as crianças, José Roberto Ribeiro do Valle, sócio-diretor da Scotwork do Brasil, empresa especializada em técnicas de negociação, comparou os comportamentos delas nas negociações do dia a dia e nos mostra muito do que devemos aprender para usarmos em nosso cotidiano, em nossos relacionamentos profissionais ou pessoais.
Perguntas
Crianças perguntam bastante. Já chegamos? Aonde vamos? O que é aquilo? Serve para quê? “Não estou dizendo que você deve agir assim em um processo de negociação, por exemplo”, diz Ribeiro do Valle, “mas várias vezes, com receio de tornarmo-nos repetitivos, evitamos insistir em perguntas”.
Tememos passar para a outra pessoa uma imagem de despreparo. Já as crianças fazem questão de perguntar e não deixam a curiosidade passar, e por isso mesmo aprendem bastante. Não tenha medo de perguntar. Se não quer soar repetitivo, prepare antes algumas questões para as pessoas envolvidas naquele assunto que lhe interessa. Desta forma, ao invés de sugerir despreparo, mostrará ao outro que tem interesse.
Saber o que quer
“Pense bem: se uma criança quer um sorvete, o que ela vai pedir? Se uma criança deseja ir ao parque, o que nós ouviremos? Isso parece simples demais, mas é incomum esse tipo de conduta por parte de adultos quando negociam”. Ribeiro mostra que o adulto tem a mania de esconder, de omitir do outro o que realmente quer, talvez por medo da rejeição. Com isso, cai na armadilha de pensar que o outro lado pode adivinhar o que ele quer. Se não pergunta o que realmente quer saber, dificilmente consegue o que deseja. Ser realista, corajoso e honesto é mais eficaz. Camuflar o que se quer, como se planejasse um golpe, pode gerar desconfiança do outro lado.
O “não”
Ribeiro sugere: “Se você tem crianças muito pequenas em casa, tente por uma semana contar quantas vezes você fala ‘não’ e guarde o número de vezes em que a criança desiste.” Claro que às vezes a resposta negativa é necessária, como quando a criança quer brincar com um objeto perigoso ou comer alguma guloseima antes do jantar. Mas a tendência delas é ver esse “não” apenas como o início da negociação, enquanto um adulto já o vê como o final.
Persistência
Insistentes nos questionamentos, as crianças não se satisfazem se uma resposta a algo não esclarece como desejam. Quem nunca passou pela chuva de “por que”, um após outro, até que o pequeno inquisidor esteja satisfeito? E mesmo quando a resposta é negativa, lá vem um “por que não?”. E ai de quem disser que é “porque não, e pronto”. Se uma criança pergunta, é porque está realmente atenta à espera de uma resposta. “Assegure-se de que suas perguntas sejam respondidas e pense em reformular aquilo que você está propondo, assim você otimiza o resultado daquilo que está oferecendo”, ensina.
Sanções
Crianças entendem sanções e autoridade, mas às vezes manipulam os pais. Quando o castigo mencionado pelos pais se a criança não cumprir determinada obrigação é um blefe, a criança sente que ele não será colocado em prática e isso faz com que os adultos em questão percam credibilidade. “Não estou sugerindo que da próxima vez que for contrariado você se jogue no chão, grite e esperneie, nem que entre na sala girando o cinto como ameaça”, esclarece Ribeiro. “Esteja preparado para explorar sanções, mas tenha cautela, pois elas devem ser utilizadas com ponderação e avaliando as consequências – e não as apresente, a não ser que esteja pronto para aplicá-las”.
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