SALMOS

"INSTRUIR-TE-EI E TE ENSINAREI O CAMINHO QUE DEVES SEGUIR; E, SOB AS MINHAS VISTAS, TE DAREI CONSELHO. NÃO SEJAIS COMO O CAVALO OU A MULA, SEM ENTENDIMENTO, OS QUAIS COM FREIOS E CABRESTOS SÃO DOMINADOS; DE OUTRA SORTE NÃO TE OBEDECEM."

SALMOS 32:8 e 9
































































terça-feira, 5 de julho de 2011

29 anos “servindo” a Deus…

Por Jana Gomes em 9 de Junho de 2011


Amazias - Imagem meramente ilustrativa.
Como pode alguém ficar tanto tempo fazendo algo que na verdade não deseja fazer? Qual o benefício de “empurrar a vida com a barriga”???

uando Amazias começou a reinar em Jerusalém ele já tinha 25 anos, era homem feito, consciente dos seus atos. Foi Rei por 29 anos, até que se cansou… Como alguém pode se cansar da vida de Rei?
Com certeza, Amazias foi preparado para assumir tal função, teve que conhecer a Lei e o Deus do Seu Povo, conviver com os Sacerdotes, aprender tácticas de guerra e etc., então, ele sabia bem o que estava fazendo, não era um “menininho mimado” iludido com o trono!
Mas o que a vida de Amazias tem a ver connosco? Que lição podemos tirar da vida deste Rei?
“Era Amazias da idade de vinte e cinco anos quando começou a reinar e reinou vinte e nove anos em Jerusalém; sua mãe se chamava Jeoadã, de Jerusalém. Fez ele o que era reto perante o SENHOR; não, porém, com inteireza de coração.” (2 Crônicas 25:1-2)
Amazias aprendeu a ser Rei, aprendeu a servir a Deus, aprendeu a fazer tudo “certinho” e, durante o seu reinado, fez o que agradava a Deus, mas não foi sincero. Seus atos eram mecânicos, não partiam do desejo de agradar a Deus, mas na obrigação para se manter na posição.
Tem tanta gente assim… Vestindo capa de servo (a), praticamente programado (a) para servir, para cooperar, quando em seu interior está fria (o), carregando um fardo, cansada (o)… Ocupa uma posição dentro da igreja, sabe o que tem que fazer, já está acostumado (a) a fazer e até faz melhor que os demais, porque sabe como fazer para agradar, mas não faz com sinceridade… Não é espontâneo, não é natural, vê-se claramente que a pessoa faz porque está naquela função há tantos anos e, justamente por fazer tal coisa há muito tempo, chega uma hora que cansa, desanima e joga tudo fora!
Por outro lado, enquanto a pessoa está servindo a Deus, lutando para se manter firme, ela, automaticamente, está debaixo da protecção de Deus, é uma oportunidade de mudar de atitude e ser salvo (a), porém, quando ela se apaga de vez, se revolta e deixa de seguir ao Senhor, pronto… Sai debaixo desta protecção e fica vulnerável ao ataque do inimigo, o resultado é a morte!
Pode ser até que não morra fisicamente, mas morre espiritualmente e, quando vier a morte física, virá também a segunda morte. E, é aí que eu pergunto: De que adiantou “servir” por tanto tempo, para que serviu “interpretar um papel social” a vida inteira e se perder pela eternidade??? Não seria melhor pedir ajuda enquanto havia tempo? Não seria melhor descer do pedestal e confessar a podridão espiritual em que vive? Não seria mais sábio reconhecer que está desfalecendo???
“Depois que Amazias deixou de seguir ao SENHOR, conspiraram contra ele em Jerusalém, e ele fugiu para Laquis; porém enviaram após ele homens até Laquis e o mataram ali.” (2 Cr 25:27)
Tenho a certeza que se Amazias buscasse ajuda divina, seria resgatado. Se reconhecesse que precisava nascer de Deus, encontraria uma nova vida! Fazendo tudo certinho, como ele fazia, se fosse humilde, não teria sido ASSASSINADO!!!
Para um pouco para pensar no seu serviço… Talvez você diga que não tem função nenhuma na sua igreja e que por isso, essa palavra não é para você, e eu te digo que você tem função de cristã (o) na rua, dentro da sua casa, como esposa, mãe, filha, marido, filho, no seu trabalho, como colega, chefe ou patrão…
O que você tem feito, tem sido mesmo para agradar a Deus, de todo o seu coração, ou será que é um fardo, uma obrigação, seguir a Cristo, servir a Ele dentro e fora da igreja???
Lembre-se: Sua vida é o resultado do seu serviço!
Pense nisso…

Você ouve ou é surdo?

Por Jana Gomes em 8 de Junho de 2011

Era uma vez uma corrida de sapinhos. O objetivo era atingir o alto de uma grande torre. Havia no local uma multidão assistindo. Muita gente para vibrar e torcer por eles.

Começou a competição. Mas como a multidão não acreditava que os sapinhos pudessem alcançar o alto daquela torre, o que mais se ouvia era: “Que pena !!! Esses sapinhos não vão conseguir. Não vão conseguir.”
E os sapinhos começaram a desitir. Mas havia um que persistia e continuava a subida, em busca do topo. A multidão continuava gritando : “Pena!!! Vocês não vão conseguir.”
E os sapinhos estavam mesmo desistindo um por um, menos aquele sapinho que continuava tranqüilo, embora arfante.
Ao final da competição, todos desistiram, menos ele. A curiosidade tomou conta de todos. Queriam saber o que tinha acontecido. E assim, quando foram perguntar ao sapinho como ele havia conseguido concluir a prova e descobriram que ele era surdo.
Moral da história: Não permita que pessoas com o péssimo hábito de serem negativas, derrubem as melhores e mais sábias esperanças de seu espírito. Temos que se surdos para todos, menos para Deus. Lembre-se sempre: Há poder em nossas palavras e em tudo o que pensamos.
“Jurou o SENHOR dos Exércitos, dizendo: Como pensei, assim sucederá, e, como determinei, assim se efetuará.” (Isaías 14;24)

Seja Positivo

Só o poder de Deus não adianta

Quando é que clamamos?

Quando estamos em um sufoco.

Os filhos de Israel clamaram ao Senhor, por causa dos midianitas. E o Senhor lhes enviou um profeta, que lhes disse:
 
 
“Assim disse o Senhor, Eu é que vos fiz subir do Egito e vos tirei da casa da servidão; e vos livrei da mão dos egípcios e da mão de todos quantos vos oprimiam; e os expulsei de diante de vós e vos dei a sua terra; e disse: Eu sou o Senhor, vosso Deus; não temais os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; contudo, não destes ouvidos à minha voz.” Juízes 6:8
 
 
O normal de uma pessoa, quando está no domínio do mal, é clamar como primeira hipótese. Porém, não basta clamar. Há que exigir, de si mesma, prova de que é capaz de receber aquilo que está cobrando.

E Deus, o que faz com o seu clamor?
Lhe envia um profeta porque, normalmente, você quer fazer do seu jeito. Pois quando se está sobre pressão e domínio do mal, é provável que está temendo os deuses dos amorreus. E contudo, não dá ouvidos a voz de Deus.

Veja que Deus não lhe dá a resposta, quando existe apenas um clamor. Ele apenas atende, mas não traz a resposta.

Porém, quando ouvimos, isso nos faz tomar atitudes. Ou Deus é ou não é. Colocamos todas as nossas forças, naquilo que fazemos para Deus. Simplesmente, não apenas desafiamos com os recursos que temos, mas ficamos na total dependência de Deus.

Assim como cobro poder de Deus, assim também eu tenho que provar o meu “poder”, de fazer para Ele, o que está me pedindo.
Quando não aconteceu nada ainda, referente a fé dela, é porque ela não quis ouvir a Deus. Ou se ouviu, não provou o seu “poder” a Deus.
O seu, e o meu poder, está no “sacrifício”. Não existe outra saída.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Amor em Ruínas - A Oração

Continuação de Quarta-feira passada
 
Lizzy, ao tentar ir atrás de sua avó, Sr Stafford tomou-a em seus braços... ‘Vem aqui minha querida, a vovó tem que falar com a sua mãe.’

‘O papai está triste...’ Lizzy disse preocupada.
 
‘Oh meu amor, seus pais estão tentando resolver as coisas. Não se preocupe, Deus vai fazer com que tudo dê certo’.
 
‘Deus está triste com a gente?’

‘Não, de maneira nenhuma. Não é Deus que está fazendo isso minha querida, Ele quer nos ajudar, mas precisamos confiar Nele.’ Seu avô a abraçou bem apertado. ‘Vamos orar por eles agora, feche os olhos e peça ajuda a Deus.’
 
Lizzy começou a orar. ‘Deus, por favor ajude a minha família... faz o meu papai ficar feliz e a minha mamãe voltar... em Nome de Jesus, Amen.’

‘Muito bem meu amorzinho, agora você precisa acreditar no que você pediu a Deus e você sabe como fazer isso?’
 
‘Eu tenho que confiar?’
 
‘Isso mesmo, que menininha esperta!’
 
‘Como eu confio vovô?’
 
‘Confiar é saber que tudo vai dar certo, mesmo quando tudo parece estar indo mal’.
 
‘Eu acho que consigo fazer isso!’

‘Sim, nós dois vamos fazer isso à partir de agora.’ Eles sorriram um para o outro.

Dona Stafford abriu cuidadosamente a porta do quarto de Lizzy e quando viu Lynn chorando, ajoelhada ao lado da cama da Lizzy, seu coração se derreteu. Finalmente ela pôde ver Lynn do jeito que Deus via todos esses anos. Enquanto ela a julgava tanto por ser uma esposa terrível, uma nora ingrata, uma péssima mãe e a pior dona de casa, Deus entendia quem Lynn era e porque se comportava daquela maneira.

‘Lynn,’ Disse ela.

Lynn olhou pra ela, secou suas lágrimas olhando para a outra direção. ‘Desculpa Dona Stafford, eu já vou embora.’
 
‘Não querida, não vá embora ainda. Vamos conversar um pouco.’
 
‘Eu não tenho nada pra dizer pra senhora nesse momento...’
 
‘Tudo bem, você não precisa falar nada... eu só queria pedir desculpas...’ Seus olhos começaram a encher de lágrimas e as suas palavras a vacilar... ‘Eu só te julguei todos esses anos, coisa que você nunca mereceu’. Ela olhou pra baixo, era muito difícil falar tudo que ela tinha dentro de si. ‘Desde que você foi embora, a minha família foi dilacerada e embora eu tenha tentado compensar por tudo que tem lhes faltado, eu não fui e creio que nunca serei capaz de fazê-lo...’

Lynn a olhou nos olhos e pela primeira vez, sentiu uma conexão com sua sogra. ‘Oh Dona Stafford, eu... eu lhe dei todos os motivos pra me julgar. Eu fui uma péssima mãe e esposa.’

‘Não Lynn... se você tivesse sido, a minha família ficaria mais feliz por você ter ido embora... mas não, eles têm estado extremamente infelizes desde que você se foi. Uma boa esposa e mãe é aquela que se faz indispensável à sua família.’ Aproximando-se dela, Donna Stafford pegou suas mãos e a levantou.

As duas se abraçaram bem apertado e choraram. Pela primeira vez em sua vida, Lynn se sentiu chegada a alguém e pra sua surpresa, não foi seu próprio marido ou filha, mas a pessoa que a desprezou desde a primeira vez que se encontraram. A mãe de Carl sempre mostrou tanta perfeição, que ela sempre se sentiu inferior. Que bom ser capaz de ver a verdadeira Dona Stafford e sentir seus braços à sua volta, como se finalmente ele tivesse encontrado a sua própria mãe.

‘Me perdoe Dona Stafford.’

‘Oh minha querida, por favor me chame de mãe.’
 
‘Mãe, me perdoa’.
 
Continuação na próxima Quarta-feira
 
Publicado por Cristiane Cardoso

Amor em Ruínas – A confissão

Continuação de quarta-feira passada...

‘Que lindas essas borboletas meu amor’ Lynn disse tentando evitar com que sua filha perguntasse por que ela saiu de casa há tanto tempo atrás.

‘A vovó que fez pra mim’ Lizzy sorriu. Ela parecia feliz em ver a mãe mas ao mesmo tempo parecia distante, sem saber o que dizer.

‘Qual é a sua favorita?’

‘Aquela’. Lizzy apontou para a borboleta mais bonita do quarto, bem em cima de sua cabeça.

‘Eu também acho que ela é a mais bonita... ela tem alguma estória?’

‘O nome dela é Lynn. Ela está sempre tomando conta de mim enquanto eu durmo’. Lizzy virou o rosto, se levantou e foi pegar algo em sua mesinha.

Os olhos de Lynn se encheram de lágrimas, mas continuou brincando.

‘Tenho certeza que sim meu amor, do mesmo jeito que eu estou sempre pensando em você.’

‘O papai disse que você estava ocupada e que não podia conversar comigo... então ele tirou todas as suas fotos da casa...’

‘Oh Lizzy...’ Lynn a abraçou. Eu te amo tanto. Você acredita em mim?’

‘Sim mamãe. Eu te amo também.’

As duas se abraçaram, Carl estava ouvindo por detrás da porta. Ele queria entrar e abraçar as duas, mas em vez disso bateu na porta.

‘Posso entrar?’

‘Sim papai, entra!’ Lizzy deixou os braços de sua mãe e foi direto para os de seu pai.

‘Lizzy, a vovó está te chamando lá em baixo. Ele disse que é importante... nós não vamos a lugar algum tá bem coração?

E assim Lizzy saiu do quarto deixando o casal sozinho. O ar ficou pesado, Lynn não sabia pra onde olhar, ela ficou sentada na cama de Lizzy. Mas Carl sentou ao seu lado. Ele estava determinado a aproveitar essa chance pra conversar com ela.

‘O que você está fazendo aqui Lynn?’ Ele estava sério, embora não tivesse a intenção de falar tão friamente.

‘Eu queria ver a Lizzy... eu precisava vê-la. ‘Olhando pra baixo, se viu incapaz de completar a frase dizendo que também precisava vê-lo.

‘O que você quer? Você está de volta na cidade, você vai voltar pra vida da Lizzy?’ De novo, o que está de errado com ele, por que ele está sendo tão frio e indiferente? Ele pensou.

‘Não. Eu preciso voltar pra casa domingo à tarde. Eu estou trabalhando... mesmo porque a Lizzy parece estar indo bem com sua mãe e a Anna’. E odiou o fato de que parecia estar com ciúmes ao dizer essas últimas palavras.

‘A Anna não faz parte das nossas vidas, ela é simplesmente uma amiga.’

‘Eu a vi ontem, ela foi buscar a Lizzy na escola.’

‘Sim, eu não pude ir ontem então eu pedi um favor pra ela. Minha mãe tinha uma consulta e não podia ir, então eu não tive outra escolha.’

‘Mas ela parecia bem confortável ao entrar na nossa casa há umas horas atrás. Ela não parecia simplesmente uma amiga...’ E quando Carl tentou responder, ela o interrompeu. ‘Por favor Carl, você não precisa se explicar. Eu fui embora, você tem o direito de seguir em frente com sua vida!’

‘Foi isso que você fez?’ Ele perguntou olhando bem dentro de seus olhos.

‘É claro que sim. Eu não acho que somos um para o outro. Tá vendo... eu estou começando a me comportar exatamente do jeito que eu odeio e isso só acontece quando estou perto de você.’ Ela se levantou e foi até a janela.

‘Lynn você não precisa sair da cidade pra me evitar. Nós podemos viver em quartos separados... não precisamos viver como um casal, mas por causa da nossa filha, por favor volta... ela não está tão bem quanto você acha...’

‘Como assim?’ Ela olhou pra ele preocupada.

‘Ela está sempre irritada em casa. Já tivemos várias reclamações dela na escola. Obviamente isso é conseqüência dela sentir sua falta!’ Ele se levantou, olhando para as borboletas ele continuou ‘Ela pensa que você ainda está aqui mas em forma de borboleta.’

‘Eu sei, ela me contou. Não tem nada de errado com isso.’

‘Ah é? A sua filhinha, quando não está na escola, fica no quarto o dia todo. Não brinca mais lá fora, não tem mais nenhuma amiguinha. Mas conversa com a borboleta... isso é absurdo! Ela precisa de você...’

‘Eu também preciso dela, mas você não entende, eu sou uma pessoa amargurada quando fico perto de você!’ Seu tom era totalmente inapropriado. E foi aí que percebeu que precisava feri-lo um pouco mais fundo pra que ele entendesse.’ Você sabe o dia que eu te deixei? Eu viajei, conheci um estranho no avião e tive relações sexuais com ele.’

Carl olhou pra ela e pela primeira vez em sua vida, ela viu lágrimas em seus olhos. Ele não falou nada, simplesmente saiu do quarto. Nesse instante Lynn começou a chorar, ela tinha acabado de dar o último golpe, agora era impossível que um dia voltassem a ser um casal.

Ao subir as escadas, a mãe de Carl ouviu o que ela tinha dito. Ela o viu saindo do quarto chorando. Ela queria ir atrás de seu filho, confortá-lo, dizer pra que esquecesse essa mulher de uma vez, mas algo dentro dela a motivou a ir falar com a nora que tanto a odiava.
 
Publicado por Cristiane Cardoso

Amor em ruínas - 10 minutos

Continuação da última quarta-feira...

“Dona Stafford?”

'Oh olá dona Thomas ... Eu... eu só estava esperando por... Lizzy.’ Lynn não podia acreditar, tinha sido descoberta pela professora da pré-escola de Lizzy. Ela nem sequer sabia para onde olhar, sentiu seu rosto corar.

"Oh dona Stafford, que bom vê-la! Eu a avistei à distância, mas tive que vir até aqui verificar por mim mesma. Como tem andado?”

‘Eu vou muito bem, obrigada por perguntar ... como Lizzy tem passado esses dias?’ Perguntou Lynn desejando que dona Thomas apenas dissesse que Lizzy estava bem e fosse embora.

“Ela está bem ... sente sua falta,” dona Thomas olhou para baixo desconcertada, sabia que tinha ultrapassado os limites.
‘Ah ...’

O estranho silêncio que se formou entre as duas era perturbador.

"Então, a senhora veio apanhá-la hoje?” Desejou dona Thomas.

'Oh eu... eu só quero vê-la. Tenho certeza que Carl estará aqui em breve. Eu… eu prefiro passar despercebida, você entende o que quero dizer?’ Por favor entenda.

"Tudo bem dona Stafford. Se quiser eu posso trazê-la até a senhora antes que ele chegue."

‘Oh não, eu não quero que ela ..., eu não quero que ela pense que eu estou de volta.' Lynn desviou o olhar. Queria chorar.

"Dona Stafford, quer tomar uma xícara de café comigo?"

‘Eu estou bem dona Thomas, eu realmente não tenho muito a dizer sobre o que está acontecendo...’

"A senhora nem precisa, certamente, podemos falar de outra coisa ... por favor, venha tomar uma xícara de café comigo. É sexta-feira, vamos lá ... " dona Thomas sorriu para Lynn.
Ela estava com medo, mas ao mesmo tempo sabia que era a coisa mais certa a fazer, especialmente se queria que dona Thomas mantivesse essa visita em segredo.

‘Tudo bem ... Eu só quero ver Lizzy sair, e então podemos nos encontrar.’

"Claro, sem problemas. Eu a encontro ali, está vendo aquele Volvo vermelho? É o meu carro. Nós podemos nos encontrar lá em 20 minutos.
‘Definitivamente ... Ah, e por favor não fale de mim para Lizzy ou para o pai dela.’

"Pode confiar em mim dona Stafford.” E com isso, ela voltou para a sala de aula.

Esses devem ter sido os 10 minutos mais longos de sua vida, 10 minutos para ver Lizzy, 10 minutos para ver Carl ... ela se sentia mal por isso porque, no fundo, queria correr em direção a eles e nunca mais deixá-los sair de sua vida. Será que ela estava pronta para ver Lizzy, novamente? E Carl? Oh Carl ... sentia tanto a sua falta. Ele era um homem tão bom, o qual havia tentado tudo o que podia para ficarem juntos e aqui estava ela, longe dele, afastada de todo o seu amor. Os 10 minutos de tristeza pareciam não ter fim ...

Mas, tiveram. As crianças começaram a sair da sala de aula. Lynn viu dona Thomas e, em seguida Lizzy bem atrás dela. Ela parecia diferente, os cabelos mais longos e mais bonitos, mas seu rosto tinha um ar triste. Lynn tapou a boca para abafar o som do choro...

Onde está Carl? Pensou ela. Como ele poderia deixá-la esperando ... e antes que seu pensamento acabasse, Lynn sentiu como se uma faca tivesse atravessado seu coração ao ver Anna. O que ela está fazendo aqui?

Lizzy sorriu para Anna enquanto lágrimas rolavam pelo rosto de Lynn. Anna já havia tomado seu lugar na família ... entre todas as mulheres que conheciam, porque Carl tinha escolhido ela? Lynn odiava Anna, desde a primeira vez que havia conversado com a outra pelo telefone.

Enquanto Lynn chorava por detrás das árvores, Anna a viu de longe, mas fingiu não tê-la visto. Tinha finalmente feito Carl admitir seus sentimentos por ela, e a última coisa da qual precisava agora era que a ex-mulher dele aparecesse na escola de Lizzy. Anna rapidamente colocou Lizzy no carro e acelerou para sair, fazendo com que os pais que ainda estavam no estacionamento, olhassem feio para ela.

Publicado por Cristiane Cardoso

Basta!


Até quando você vai aceitar viver essa situação de humilhação?
Esse não é o plano de Deus para a sua vida, mas dizer basta não é suficiente, é necessário agir a fé e provocar o milagre.
Quando a pessoa esta revoltada ou indignada com a situação ela é levada a tomar uma ação, palavras não bastam.
Se você quer por fim ao seu sofrimento, por um ponto final, faça algo a respeito e não fique de braços cruzados esperando para ver se acontece alguma coisa.
Esteja revoltada contra o mal, mas não de boca.
Os valentes jamais recuam, seus olhos só veem o alvo.
Chega de vergonha, humilhação, miséria, família destruída, vida sentimental amarrada, basta.
Sabes quando Ana pôs fim a sua humilhação, quando ela se revoltou, parou de chorar e fez algo para chamar a atenção de Deus, então Ele a abençoou e lhe deu o filho tão desejado, Samuel.

Publicado por Tânia Rubim