SALMOS

"INSTRUIR-TE-EI E TE ENSINAREI O CAMINHO QUE DEVES SEGUIR; E, SOB AS MINHAS VISTAS, TE DAREI CONSELHO. NÃO SEJAIS COMO O CAVALO OU A MULA, SEM ENTENDIMENTO, OS QUAIS COM FREIOS E CABRESTOS SÃO DOMINADOS; DE OUTRA SORTE NÃO TE OBEDECEM."

SALMOS 32:8 e 9
































































domingo, 15 de maio de 2011

Candidatos a Obreiro – Qual a sua motivação?

Olá meus irmão, Obreiros, Candidatos e Aspirantes a Candidatos a Obreiro, leitor do Cristão da Universal.
Já faz algum tempo, vários meses que não escrevo para os Candidatos e tenho certeza que desde Fevereiro de 2010, quando escrevi diversos artigos para os candidatos, muitos de vocês já foram levantados. Mas agora estou escrevendo para os futuros candidatos a Candidatos a Obreiro, ou seja, os Aspirantes a Candidatos.
O que é preciso para se Candidatar a Obreiro? Existe Requisitos Básicos? Sim; Não são poucos e já discutimos aqui algumas vezes no blog, como:
- Ser batizado com o Espírito Santo
- Ter o desejo de ganhar almas
- Ter o desejo de servir a Deus, mais e melhor.
Esses três são os principais, mas existem outras informações que devem ser levados em conta.
E qual a sua motivação para se candidatar a obreiro e querer ser um Obreiro? Vamos ouvir?
link pra baixar – http://www.4shared.com/audio/pUJWJezd/Qual_a_motivacao_do_candidato_.html

Obr. Alexandre Fernandes
Cristão da Universal

Candidatos a Obreiro – Orientações Iniciais

Publicado por Alexandre Fernandes em 4 de janeiro de 2011
Comentários: Até agora 27 Comentários

image Conforme prometido, vou escrever para os Candidatos a Obreiro e para os Evangelistas que desejam se candidatar.
Considerações Iniciais.
Essa aula de Candidatos a Obreiro é exclusiva para Evangelistas e Grupo Jovem da Igreja Universal. Por isso posso falar coisas que não acontecerão em sua igreja se você for de outra denominação.
Talvez todas as coisas que vou escrever ocorram em diversas igrejas. Algumas coisas podem ser consideradas “utopismo” e devem ser questionadas. Mas é como eu fui formado. Vou escrever sobre a minha formação a Obreiro e minha visão de como deve ser encaminhado o membro candidato até o Pastorado.
Esse e os próximos textos são de minha autoria. Tudo que escrevo ou comento nesse texto, afirmo, tenho profundo conhecimento e todos os casos aconteceram em minha própria igreja. Tenho total responsabilidade sobre o texto e gostaria que fosse aplicado com total empenho e sabedoria.
O Obreiro é um dos responsáveis pelo destino das almas que entram na igreja, aguardando uma direção. Todos vão prestar contas a Deus pela sua Obra.
Obreiro Alexandre Fernandes / IURD Padre Miguel.
Xxxx
Vou classificar tudo em 3 Tópicos:
1 – Orientações Iniciais
2 – Aprendendo o Básico
3 – Formas de Aprovação (ser levantado)
1 – Orientações Iniciais.
Antes do membro se candidatar a Obreiro, existem várias orientações a observar:
a) Para ser candidato, o membro, obrigatoriamente, tem que fazer parte de um Grupo de Trabalho da Igreja, seja de Evangelização nas ruas, Hospitais, Presídios, Comunidades ou Jovem. Quem faz parte desses Grupos será chamado neste estudo de ‘Evangelista‘.
b) O Evangelista deve se apresentar ao Pastor Titular da Igreja, que encaminhará ao Pastor auxiliar, responsável pelos candidatos a Obreiro. Em algumas igrejas o próprio Pastor Titular é o formador de Obreiros.
c) O Evangelista, que tem o desejo de crescer na Obra de Deus, deve apresentar ao Pastor seus motivos e sua vida. Recomendo confessar ao Pastor como é sua vida e tudo que “talvez”, possa atrapalhar sua candidatura a Obreiro.
Essa atitude de se confessar, impede que o Pastor levante o (a) Evangelista a Obreiro que não é totalmente convertido, ou que tenha algo em sua vida de não seja testemunho santo.
Uma opinião minha.
Evangelista que não é casado no civil, ou seja, que não tem legal, é amigado, tico-tico-fubá-trapinhos-juntados, é fornicário. Fornicação é pecado e por isso não o (a) candidataria a Obreiro.
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Se deu pra aprender a primeira parte, ou tem alguma questão que concorde, discorde ou dúvidas, escreva nos comentários e lá mesmo será respondido.
A sua dúvida pode ser a de outros também.

A reserva da fé



Na parábola das dez virgens, as cinco que faltaram inteligência não prepararam uma reserva de óleo para a possível demora do noivo. As inteligentes sabiam melhor. 

A inteligência ensina a fé a se preparar para as lutas e dificuldades. Nem mesmo toda a fé do mundo é capaz de livrar-nos das lutas. Elas vêm. Por isso quem é prudente, sábio, inteligente, se prepara para o dia mal. Até porque as facilidades são inimigas da fé.

Os Navy SEALs, força especial de elite que matou a Bin Laden, tem um ditado: “Quem tem dois tem um, e quem tem um não tem nenhum.” É uma regra que os ensina a planejar, ter sempre uma alternativa, um plano B, caso o A dê errado...

Assim são os da fé: Sabem que a vitória é certa mas pode demorar mais do que esperavam, custar mais, e ser mais difícil. Mas porque eles tem o óleo do Espírito Santo, estão preparados para o que der e vier. O Espírito Santo é a nossa reserva da fé, o que nos ajuda tirar força da fraqueza, a seguir caminhando enquanto os outros vão caindo.



Se você seguir “queimando o óleo da meia-noite” como as virgens tolas, quer dizer, seguir se desgastando com os problemas, preocupações, trabalhando demais, lutando sozinho, e não buscar a renovação, o seu óleo também vai acabar — mesmo que você um dia tenha recebido o Espírito Santo.

Quem é sábio e tem juízo mantém sua lâmpada sempre cheia de azeite, pois nunca sabe o que o amanhã trará.
Publicado por Bispo Renato Cardoso

Transtornos alimentares

Atualmente já se descreve o que poderia ser chamado de comportamento de risco para desenvolver um distúrbio alimentar. Em geral, os pacientes bulêmicos ou anoréticos, muito antes da doença estabelecida, já apresentavam alguma alteração emocional e do comportamento.

Emocionalmente esses pacientes de risco apresentavam alguma crítica constante a alguma parte do corpo, insatisfação com o peso, enfim, alguma alteração na percepção corporal (Dismorfia) com diminuição gradativa de suas atividades sociais. Comportamentalmente, apresentavam hábito de fazer dieta mesmo quando o peso estava proporcional à estatura e, mesmo ao perderem peso, continuavam com a dieta (Fisher, 1995).
É importante lembrar que todas essas modalidades de comportamento são de avaliação muito difícil quando se trata de adolescente, visto que nessa faixa etária, o isolamento, os problemas de relacionamento, a preocupação e vergonha com o corpo, a distorção da auto-imagem, aumento do apetite, modismos alimentares, etc., são característicos e esperados, fazendo parte da chamada Síndrome da Adolescência Normal (Referência).
Na psiquiatria, diferentemente do que acontece na obstetrícia, onde a pessoa ou está ou não está grávida, podemos encontrar alterações em graus variados. É como se a pessoa pudesse estar muito grávida ou pouco grávida. E assim acontece com as alterações da auto-imagem corporal.
Sabemos que para se desenvolver a Anorexia Nervosa e a Bulimia é necessário que o paciente experimente antes a Dismorfia Corporal. A característica essencial da a Dismorfia Corporal (Transtorno Dismórfico Corporal pela CID.10 e DISM.IV ou, historicamente, Dismorfofobia) é uma preocupação com algum aspecto na aparência, sendo este aspecto obsessivamente imaginado ou, se realmente houver algo presente, a preocupação sobre isso é acentuadamente excessiva e desproporcional. Essa preocupação exagerada causa sofrimento significativo ou prejuízo no funcionamento sócio-ocupacional.
Mas, como vimos antes, sendo a psiquiatria uma área caracteristicamente pautada em graus de variações em suas alterações, a Dismorfia Corporal pode ser leve, moderada e grave. Para alterações na Conduta Alimentar é necessário que a pessoa tenha uma auto-imagem alterada quantitativamente ou qualitativamente. Pode estar se achando muito gorda, quando na realidade seria apenas “cheinha”, pode estar se vendo apenas gorda, quando na realidade é normal ou até magra, enfim, pode estar se vendo (e sentindo) distante de algum padrão ideal de configuração.

Quando “jogar” deixa de ser diversão para se tornar um vício?

No final do ano passado, um garoto japonês resolveu se casar. Mas o que aparentemente era uma notícia boa, na verdade era o sintoma de um grande distúrbio. O problema era a noiva: uma personagem do videogame “Love Plus”, cujo objetivo é exatamente a formação de casais entre os personagens.


Essas formas extremas de se relacionar com os jogos eletrônicos podem parecer até engraçadas, mas significam algo bem mais preocupante para quem as vivencia, mesmo que os usuários não cheguem a absurdos como no caso do jovem japonês. Uma pesquisa realizada pela universidade de Iowa, nos estados Unidos, comprovou que videogames viciam O estudo coordenado por Douglas Gentile entrevistou 1.178 jovens com idades entre 8 e 18 anos e concluiu que um em cada dez destes fazem uso patológico dos jogos eletrônicos. O psicólogo brasileiro, Alexandre Pill afirma que o estudo é importante para alertar sobre o uso crescente dos videogames, usados tanto por adolescentes quanto por adultos.
“O jogo é uma válvula de escape. E o vício é uma forma de encobrir, de compensar problemas que não se consegue resolver” diz, segundo ele, é hora de começar a se preocupar quando a vontade de jogar começa a atrapalhar a vida social. Por exemplo: Se a pessoa, porém, começar a deixar de sair com os amigos, cancelar viagens ou faltar a encontros familiares para jogar, pode ser indício de que a diversão deu lugar ao vício.
Mas ao contrário do que se pensa, o tratamento não é obrigatoriamente a proibição dos jogos ou a exclusão do computador da rotina do jogador. “O vício é só um sintoma é preciso tratar as causas. A vida das pessoas depende cada vez mais do computador como dizer para alguém que não pode mais se aproximar da maquina?”, questiona Pill.

Publicado por EBI

Cuidado com as pulseiras do sexo

Verdes, amarelas, roxas, pretas douradas. As pulseiras coloridas de borracha que recentemente tomaram o pulso de crianças e jovens de todo o País têm gerado polêmica. O que parece apenas modismo de adolescente pode ser mais perigoso do que se imagina. Criado na Inglaterra, o “snap” ou estouro, consiste em tentar arrebentar uma pulseira (lá chamada de “shag band”, ou a “pulseira do sexo”) que o amigo ou amiga tem no braço.

Se conseguir, o dono da pulseira terá de se submeter ao ato correspondente àquela cor, segundo um código já pré-definido, que também foi importado do exterior e que sugere ações nada apropriadas para essa faixa etária. Rosa, por exemplo, corresponde a mostrar os seios. Roxa, simboliza beijo com língua. Preta, sexo. E a dourada é uma junção de todas as outras cores. È difícil saber quando e quais adolescentes brasileiros seguem as regras desse jogo erótico criado pelos ingleses daqueles que apenas foram atraídos pelas cores vibrantes dos braceletes. Mas de qualquer maneira, o assunto é um bom motivo para pais e filhos conversarem, acredita a psicóloga Margareth Scherschmidt, especialista em infância e adolescência. “Por outro lado, nós vivemos um momento em que os pais estão extremamente ocupados em produzir, em trazer suprimento material para casa e acabam esquecendo-se da linguagem simbólica que acontece todos os dias. É sim um alerta, porque os pais deveriam ter uma curiosidade saudável pela vida dos filhos, por seus gostos, pelas coisas que ele está usando e o porquê está usando aquilo. Ninguém pergunta mais. Por outro lado os próprios adolescentes também não questionam. Apenas imitam uns aos outros, sem muitas vezes conhecer os reais significados do que usam e consomem, apenas para fazer parte daquele grupo”. Analisa a psicóloga.
Sobre os jogos sexuais com as pulseiras, cujo pacote com uma dezena custa de R$ 1 a R$ 1,50, Margareth afirma que vivemos a banalização do sexo também entre os adolescentes: “As meninas, que antes não tinham esse padrão masculino de quantidade, hoje têm. ‘Beijei tantos meninos, namorei tantos garotos’. A sexualidade está se ‘coisificando’. Está virando consumo. Ao mesmo tempo, parece ser um jogo para transgredir os limites do outro, um teste, porque os jovens hoje não têm mais limites”, alerta.
Para ela, a solução ainda é a boa e velha conversa com os filhos: “É preciso se encontrar dentro de casa para almoçar, para conversar, ou mesmo para ficar em silêncio. Pais e filhos precisam se ver, se sentir. Como os pais vão perceber uma cara de tristeza ou ansiedade no adolescente se não participam da mesma rotina?”, questiona. “O segredo está em participar, não em proibir ou fingir que aquilo simplesmente não existe”.

Publicado por EBI

A moda e sua influência

Piercing

Como a tatuagem, o piercing de várias formas e tamanhos têem evoluido e chamado a atenção. Nos dias de hoje até mesmo crianças têm piercing na sobrancelha, no umbigo, nariz e orelhas, enfim homens, mulheres e crianças têm se entregado e abusado dessa onda da moda.
Os jovens são as principais vítimas dessa moda, é piercing na língua, nos seios e até em lugares mais ousados. A verdade é que ninguém quer estar fora da moda, todos querem andar de acordo com a moda da turma.
O conselho: é cuidado com suas amizades! Não ceda a pressões de seus colegas que tentam lhe induzie ao erro, pergunte-se o que me torna diferente de meus amigos? Lembre-se “T enho um Deus que faz toda a diferença!” Jesus Cristo é o melhor dos amigos, o amigo mais leal e o único em que podemos confiar totalmente. Ele quer estar com você e ajudá-lo na escolha de suas amizades.
Não queira seguir as loucuras do modismos, viva essa vida especial e maravilhosa que Jesus Cristo tem nos dado. Você não precisa e nem deve se envolver com o que pode se com que pode contaminar ou prejudicar sua vida espiritual – Jesus é tudo que você precisa.
“Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam.” 1 Coríntios 10.23
“Fuja dos desejos malignos da juventude e siga a justiça, a fé, o amor e a paz, juntamente com os que, de coração puro, invocam ao Senhor.” 2 Timóteo 2.22

Publicado por EBI