SALMOS

"INSTRUIR-TE-EI E TE ENSINAREI O CAMINHO QUE DEVES SEGUIR; E, SOB AS MINHAS VISTAS, TE DAREI CONSELHO. NÃO SEJAIS COMO O CAVALO OU A MULA, SEM ENTENDIMENTO, OS QUAIS COM FREIOS E CABRESTOS SÃO DOMINADOS; DE OUTRA SORTE NÃO TE OBEDECEM."

SALMOS 32:8 e 9
































































sábado, 10 de março de 2012

Indignação Genuína


Hoje você vai aprender com David. Preste atenção às suas palavras e atitudes.

A propósito, ele era apenas um jovem.

Indignado - "Pois, quem é este incircunciso filisteu, que ele deveria desafiar os exércitos do Deus vivo?"

CORAJOSO - "Que nenhum coração venha falhar por causa dele; teu servo irá lutar contra este filisteu."

Inabalável - "Este dia o Senhor te entregará na minha mão, e ferirei você e terei a sua cabeça. E hoje eu darei os cadáveres do arraial dos filisteus às aves do céu e aos animais selvagens da terra e toda a terra saberá que há Deus em Israel. "

Assim ele executou, e não apenas ouviu.

Na próxima semana você vai aprender com o outro personagem bíblico o que significa a verdadeira revolta genuína.


Lucas Castro
YPG Coordenador Nacional

"Nadar, nadar e morrer na praia”

Você se atreveria a lutar contra a vontade de Deus? Talvez a primeira resposta que vem na sua cabeça neste momento é: “De jeito nenhum, seria perda de tempo.”
Mas o fazemos todas as vezes que não aceitamos a vontade de Deus para a nossa vida.
O rei Saul o fez e de repente você sem se dar conta também já agiu desta maneira.
Deus já havia escolhido a David para reinar em lugar de Saul, mas este estava lutando com todas as forças para que ninguém tomasse o seu trono, podemos dizer que Saul ‘nadou, nadou e morreu na praia’, realmente não se pode lutar contra Deus.
Mas gostaria de evidenciar a atitude de Jônatas em relação a tudo o que estava acontecendo.
Jônatas era o filho de Saul e por isso herdeiro do trono, depois da morte de seu pai.
Ele também poderia ter interesse em acabar com David, afinal ele iria tomar posse do que por “direito” pertencia a Jônatas, o trono de Israel, afinal de contas toda a família seria prejudicada, ele poderia ter ficado do lado do pai.
Mas veja a diferença entre Saul e Jônatas, um se rebelou contra o próprio Deus, mostrando ódio, ira, rebeldia. Já Jônatas mostrou ser temente e possuir o caráter de Deus, aceitando assim a Sua vontade, ele não entrou no jogo do pai para ir contra o próprio Deus, pelo contrario, ele aceitou e se submeteu à vontade de Deus.
E você, tem se sujeitado à vontade de Deus para a sua vida ou está lutando contra Ele? Já sabe vai nadar, nadar e morrer na praia, pois quem poderá lutar contra o próprio Deus? Quantas vezes você já insistiu  em fazer isso, foi rebelde, ficou com raiva, quis fazer do seu jeito, com certeza os resultados não foram bons.
Se você já passou uma experiência assim, deixe o seu comentário, seguramente irá ajudar outras pessoas.
Vou deixar alguns exemplos para ajudá-las:
-       você insistiu numa relação que sabia que não era da vontade de Deus
-       você não aceitou quando outra pessoa ficou responsável por algo que a seu ver era para você
-       Deus te deu uma direção, mas você quis fazer as coisas à sua maneira.

Como Ferir a Deus

Publicado por Rogério Bolanho em 08 de março de 2012

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(Vai Arrebentar!!!)
Que Deus abençoe sua vida e que os conteúdos de nosso blog possam lhe abençoar!

“O erro ofende a Deus, mas a incredulidade fere-O.”
“O erro ofende a Deus, mas a incredulidade fere-O.”
O erro é definido como uma decisão, ato ou resposta incorreta. O homem é por natureza um ser falho e, inúmeras vezes, comete determinados erros e pecados que ofendem a Deus. Erramos quando proferimos palavras negativas, quando não respeitamos o nosso semelhante como um ser importante que é, quando mentimos, blasfemamos ou até maldizemos e culpamos Deus por certos acontecimentos que vêm sobre a nossa vida.
No entanto, a incredulidade fere-O, quando a pessoa duvida que Ele não vai fazer aquilo que prometeu. Ser incrédulo é não acreditar no Seu poder; é ver as dificuldades maiores que Deus; é deixarmo-nos levar pelo espírito impregnado neste mundo que é a dúvida, medo e a negatividade. Quando temos receio de agir a nossa e partir para o tudo ou nada, ferimos Deus; porque o homem pode falhar, ser injusto e imperfeito, mas Deus é fiel, perfeito e justo e jamais decepciona os que depositam Nele toda a sua confiança.
Ofendemos a Deus quando a incredulidade fala mais alto e não somos capazes de surpreendê-Lo com uma vida de realizações.
Mensagem extraída do Livro “Direto no Alvo”, de Júlio César L. Freitas

Com 15 anos… Como devo me vestir e maquiar?

Vídeo Resposta: Com 15 anos… Como devo me vestir e maquiar?
Por Dona Nanda Bezerra

Eva, a obreira rebelde!

10 de Março, 2012 0 Comentários Jana Gomes

Vamos voltar ao Jardim do Éden para entender o comportamento rebelde de Eva, a primeira mulher.

Deus deu uma autoridade para Adão, mas quando colocou a árvore do conhecimento do bem e do mal no “meio” do jardim foi para que Adão também estivesse sob a autoridade de Deus. Aquela árvore estava em destaque para lembrar ao homem constantemente a Quem ele devia respeito.
Primeiro Deus criou Adão, a seguir, criou Eva. Nesta ordem, vemos que a desobediência de Eva não foi só a Deus, mas, antes, a Adão, seu marido. Porque quando ela foi tentada pela serpente, o certo seria Eva procurar Adão imediatamente e conversar com ele sobre o que tinha acontecido. Só que Eva, agindo de forma pessoal, tomando suas próprias decisões, esquecendo-se a quem ela devia obediência, acabou comendo do fruto proibido.
Ela desobedeceu a Deus e a Adão, ou seja, uma desobediência desencadeou outra desobediência. O mais grave de tudo foi que Eva era como uma “obreira”, que estava servindo o seu Senhor, ali na casa d’Ele. Ela continuou trabalhando normalmente, vivendo na desobediência, ela acabou induzindo seu marido ao mesmo pecado, sim porque não foi algo instantâneo: mordeu, comeu, gostou, correu e logo deu a Adão, não! Ela teve que ter tempo para processar as palavras da serpente e depois, articular um plano para convencer a Adão de também comer do fruto.
Ora, será que não tem acontecido o mesmo nas igrejas hoje em dia? Será que não temos tantas “Evas” no nosso meio tentando induzir aos outros ao erro?? Será que não estamos constantemente diante de “servas Evas” que ficam tentando nos fazer olhar para a liderança com maus olhos, ou julgar os nossos companheiros, falar mal dos outros ou quem sabe, seduzir diretamente ao pecado??
Cuidado!! Se você detectar uma pessoa com o caráter de Eva, com o espírito da serpente no nosso meio, seja ela quem for, não tenha pena, não aja pelo sentimento, não tenha medo, procure imediatamente a sua autoridade e denuncie para o seu próprio bem, pelo bem da Obra de Deus e por amor a alma desta pessoa!!!


Veja o artigo original em: http://joiasdavida.com/2012/03/eva-a-obreira-rebelde/#ixzz1om70zlyD

A do contra – quer isso

10/03/2012 59 Comments by Cristiane Cardoso
Eu aprecio muito o carinho e a admiração que as minhas leitoras têm por mim, mas vou ser sincera com todas, o que eu quero mesmo é vê-las tendo a mesma satisfação que eu tenho em minha vida. É saber que através de mim elas viraram mulheres reais, fortes, inabaláveis e cheias de graça num mundo super sem graça. É para isso que escrevo todos os dias, e quando não escrevo aqui, fico como se eu estivesse esquecido de escovar os dentes naquele dia.
Veja o que me faz sorrir e querer fazer mais do que eu faço:
“Olá,  linda Cris, sou aluna de vocês no The Love School. Participei desse último curso Casamento Blindado aí em São Paulo. Sou daqui do Guarujá, fiz esse esforço de estar esses seis dias subindo para São Paulo com meu esposo todos os dias sem falhar (confesso que foi um esforço gostoso!!!), e posso dizer que tudo, absolutamente tudo mudou…
Antes, não estávamos mais conseguindo nos entender. Faltava compreensão, sem contar os temperamentos, enfim, a cada dia estava se dificultando muito a nossa relação. Mas, depois desse curso, estamos realmente vivendo como um marido e uma esposa. Conseguimos nos respeitar e também manter aquela linha, aquele nível, que não podemos ultrapasar se houver algum problema no nosso caminho. Pelo contrário, estamos conseguindo resolver, nos manter, nos colocar nos nossos lugares; tudo voltou para o seu devido lugar, todos os desajustes foram equilibrados de forma muito bacana, simplesmente colocando em prática o que foi ensinado e colhendo os resultados de maneira grandiosa.
Com certeza vou estar nessa Caminhada do Amor junto com vocês. Agradeço por tudo, pois ainda que eu não tenha nenhuma intimidade com você, é como se abaixo de Deus você fosse a minha melhor amiga, pois tem me ajudado muito sobre vários aspectos. Abraços, e fica com Deus!!! Paula Policarpo”

“Sou obreira da IURD de Campinas, sede, e meu esposo não era convertido, mas ia à igreja esporadicamente. Sempre gostei muito da Terapia do Amor, porém, eu e meu esposo temos um ‘bom relacionamento’ e nunca dei real importância para esse propósito. Chegamos até a ter vários problemas inexplicáveis no casamento, foi quando comecei a assistir às aulas do ‘The Love School’. Nisto nasceu em mim um desejo muito grade de lutar pelo meu casamento e pela alma do meu marido. Faz três meses que comecei a participar da Terapia do Amor e até entrei no Sisterhood. Agora, o meu esposo está comigo na Terapia todos os sábados e na reunião de domingo pela manhã, fielmente. Creio que em breve ele se tornará um homem de Deus, porém, se eu estivesse ainda naquela mordomia de antes, de pensar que não tinha ‘nenhum problema’, aparentemente falando, talvez ele nunca teria se interessado em conhecer Jesus. Lilian Barboza”

“Para mim não foi fácil entrar no grupo do Sisterhood. Na verdade, eu tinha medo de enfrentar tudo o que eu já sabia que tinha que mudar, mas não tinha coragem. Lembro que uma vez participei de um propósito pedindo a Deus forças para tomar uma atitude, quando soube do grupo Sisterhood. Eu achei muito legal, mas foi difícil dar o primeiro passo. Eu tinha medo de expor minhas fraquezas, nunca me senti orgulhosa, mas achava que eu podia sozinha. Sempre gostei de aprender coisas novas, mas não sabia como começar. Eu sou mãe e sempre lutei para dar o melhor para o meu filho e também para o meu marido. Quando percebi que o meu trabalho estava na força dos meus braços, me senti impotente e tomei a decisão de me preocupar comigo mesma e buscar em Deus esta força. Aceitei a ajuda do nosso grupo Sisterhood e hoje eu tenho tantas coisas que já ultrapassei; me sinto muito mais segura de mim mesma, a minha familia é muito melhor agora do que antes e a minha comunhão com Deus é diferente.  Eu sempre falava que não entrava no grupo porque não tinha tempo, que era muito ocupada, mas… Hoje tudo continua igual, as mesmas obrigações, mãe, dona de casa, mulher, obreira, esposa de pastor, mas… O que mudou? Dentro de mim, a minha determinação, aquela voz que me diz EU POSSO, isso me faz forte. Hoje eu sou muito mais organizada do que antes, aproveito muito bem o meu tempo, até me sobra para fazer exercicios para cuidar da minha saúde. Tenho sido muito abençoada em todos os sentidos. Marizete Lima, esposa do bispo Sérgio.”

“Oi Cristiane! Eu assisto à Escola do Amor todos os dias e não perco um programa, pois tenho aprendido muito com vocês. Tenho feito tudo que disse, e meu casamento melhorou 100%, pois tenho colocado em prática. Eu mudei muito, e ele notou e mudou comigo também! Obrigada por tudo!” Kaligia

Morra!

Morra!

Num artigo muito interessante, um arquiteto e pós-graduado em Marketing, dizia mais ou menos o seguinte: Nós estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas à ausência de vida e isso é um erro. Existem outros tipos de morte e precisamos de morrer todos os dias.
A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação. Não existe planta sem a morte da semente; não existe embrião sem a morte do óvulo e do esperma; não existe borboleta sem a morte da lagarta, e isso é óbvio!
A morte nada mais é do que o ponto de partida para o início de algo novo. É a fronteira entre o passado e o futuro. Se você quer ser um bom universitário, mate dentro de si o adolescente aéreo que acha que ainda tem muito tempo pela frente.
Quer ser um bom profissional? Então mate dentro de si o universitário descomprometido que acha que a vida se resume a estudar só o suficiente para fazer as provas.
Quer ter um bom relacionamento, então, mate dentro de si o jovem inseguro ou ciumento ou o solteiro solto que pensa poder fazer planos sozinho, sem ter que dividir espaços, projetos e tempo com mais ninguém.
Enfim, todo o processo de evolução exige que matemos o nosso “eu” passado, inferior. E, qual o risco de não agirmos assim? O risco está em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo, perdendo o nosso foco, comprometendo a nossa produtividade e, por fim, prejudicando o nosso sucesso.
Muitas pessoas não evoluem porque ficam a agarrar-se ao que eram, não se projetam para o que serão ou desejam ser. Elas querem a nova etapa, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam. Acabam por se transformar em projetos inacabados, híbridos, adultos infantilizados.
Podemos até agir, às vezes, como meninos, de tal forma que não matemos virtudes de criança que também nos são necessárias como adultos: brincadeira, sorriso fácil, vitalidade, criatividade, etc.
Mas, se quisermos ser adultos, devemos, necessariamente, matar atitudes infantis, para passarmos a agir como adultos.
Quer ser alguém (líder, profissional, pai ou mãe, cidadão ou cidadã, amigo ou amiga) melhor e mais evoluído? Então, o que precisa de matar em si, ainda hoje, para que nasça o ser que você tanto deseja ser? Pense nisso e morra!
Mas, não esqueça de nascer melhor ainda!

Espero ter colaborado em algo, Bjf